​VILLA FRANCIONI RECEBE MAIS UMA ETAPA DO GASTRONÔMADE EM SETEMBRO

Pelo segundo ano consecutivo a vinícola Villa Francioni se prepara para sediar um dos eventos mais charmosos da gastronomia nacional.
 A Vinícola Villa Francioni, localizada à 1.260 metros acima do nível do mar, na serra catarinense, servirá de cenário para um banquete em mais uma etapa do Gastronômade Brasil 2016. O evento será realizado a partir das 13 horas, no dia 10 de setembro, em São Joaquim. O destaque fica por conta dos ingredientes da região, que serão harmonizados com os premiados vinhos da Villa Francioni,  vinícola estabelecida na região, há mais de dez anos. O chef escocês Alex Floyd é quem assina novamente o menu, entre os pratos que serão servidos estão o tortelinni de cogumelos, broth de pato e chá lapsang souchong e o filet mignon Forestier com Bunn porcini, polenta cremosa e farofa de pinhão.  De acordo com o organizadores, 90% dos ingressos para  etapa SC já foram vendidos, o que reflete a grande aderência dos catarinenses. Para participar, é preciso comprar ingressos com antecipação pelo site http://www.gastronomadebrasil.com . As vagas são limitadas. 

 A vinícola

A Villa Francioni  é procurada por mais de 40 mil  turistas, que todos os anos conhecem em detalhes o projeto inovador, que tem impulsionado o enoturismo em Santa Catarina. Mesmo jovem,  a  vinícola coleciona prêmios nacionais e o reconhecimento de profissionais do país e até do exterior. A empresa comercializa vinhos em três linhas de produtos: VF, Joaquim e Aparados. São produzidos por ano mais de 160 mil garrafas entre espumantes, brancos, rosés, tintos e vinhos de sobremesa. A empresa familiar é presidida por Daniela Borges de Freitas, que tem ainda dois irmãos como sócios. Daniela Freitas, destaca a consolidação da empresa ao longo dos anos, “o momento é oportuno para enaltecermos a evolução de nossos vinhos após uma década de avanços no exigente mercado nacional. A conquista de vários prêmios comprova o reconhecimento do setor à empresa, que tem foco na excelência.  Será um grande prazer compartilhar este momento, com os participantes novamente nesta etapa do Gastronômade, no terroir da Villa Francioni”. 
 Gastronômade

 Criado em 1999, nos Estados Unidos, o evento itinerante cuja proposta é montar um restaurante sem paredes, ao ar livre e em locações inusitadas, como fazendas, jardins urbanos, montanhas, cavernas do mar, ilhas isoladas ou jardins suspensos no meio de metrópoles, com mesas coletivas que abrigam cerca de 100 convidados e um chefe renomado que cria um menu especial para a ocasião, lançou em 2012 a sua versão verde-e-amarela, o Gastronômade Brasil, pelas mãos da empresaria Renata Runge, e teve o apoio incondicional dos mais renomados chefes do Brasil.

 Segundo os organizadores, o principal objetivo é reconectar as pessoas com a terra e as origens de seus alimentos, por meio do contato direto com os agricultores e produtores locais. Em tempos de alimentos com a procedência duvidosa pipocando pelo mundo, a preocupação em oferecer ingredientes frescos e conscientizar o consumidor sobre o localismo está virando cada vez mais tendência. E se é tendência, o Brasil, claro, não poderia ficar de fora.

Serviço:

Etapa Santa Catarina

Data: 10 de setembro de 2016 – 13:00 hs

Local: Vinícola Villa Francioni

End:  SC-114, 300, São Joaquim – SC

Chef: Alex Floyd

Harmonização exclusiva: Vinícola Villa Francioni

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O vinho Madeira

Dizem que o vinho que os antepassados dos norte-americanos beberam para brindar a assinatura da Declaração da Independência foi o Madeira. Durante o século XVIII, as colônias norte-americanas importavam um quarto de toda a produção do Madeira e nenhum outro vinho tinha tanto prestígio.

O vinho Madeira vem de uma pequena ilha escarpada e vulcânica, a Ilha da Madeira. O clima subtropical da ilha é atípico para o cultivo das videiras, mas na Ilha da Madeira tudo é único, inclusive a maneira de produzir o vinho.

O Madeira é um vinho fortificado, com 17 a 20% de álcool, que de início não era fortificado. No final do século XVI, o Madeira não fortificado fazia parte das mercadorias levadas pelos navios mercantes que se dirigiam a África, Índia, e mais tarde à América do Sul. Com os solavancos, o calor e o abafamento, o vinho não fortificado estragava rapidamente.

No final do século XVII, passou-se a acrescentar aguardente ao vinho para estabilizá-lo e conservá-lo. O Madeira fortificado passou a ser uma história totalmente diferentes. Amadurecido durante longos meses ao balanço do navio e ao calor equatorial, esse Madeira tornou-se um vinho deliciosamente rico. A propósito, os Madeiras mais admirados eram todos chamados de “vinhos torna-viagem”, ou seja, que tinham feito a viagem de ida e volta.

Para preparar o Madeira, acrescenta-se aguardente de uva neutra antes que o vinho complete a fermentação. Isso neutraliza a levedura, detém a fermentação e produz um vinho fortificado que poder um pequeno toque de doçura.

O caráter de tofe e caramelo do Madeira aparecem como resultado do aquecimento do vinho, um processo chamado de estufagem. Há vários métodos, dependendo da qualidade do Madeira a ser produzido. O mais básico envolve a colocação dos vinhos-base fortificados em recipientes, que por sua vez serão aquecidos a uma temperatura média de 40ºC durante três a seis meses.

Contudo para os melhores Madeira, os recipientes são colocados no sótão dos armazéns, que sofrem um tremendo calor graças a intensidade do sol na Ilha da Madeira. Ali esses recipientes permanecem sem serem perturbados, em geral, por anos e anos.

A maioria dos Madeira de qualidade básica é elaborada com a versátil uva tinta negra mole. No entanto, os melhores Madeira são feitos de uma das quatro uvas brancas designadas como nobres pelo Instituto de Vinho da Madeira, que são: sercial, verdelho, bual e malvasia. Esses nomes também são usados para designar os vários estilos do vinho Madeira.

Uma garrafa de vinho Madeira após aberta pode durar um bom tempo. Depois de tudo que ele passou: fortificação, calor extremo, longo envelhecimento na presença de oxigênio fazem do Madeira um vinho praticamente indestrutível.

 

Espumantes brasileiros são premiados em concurso da França

Ao longo de dois dias, 55 especialistas internacionais degustaram 244 amostras no concurso Muscats du Monde 2016, realizado de 29 a 30 de junho em  Frontignan-la-Peyrade, na região Languedoc Roussillon, na França. Entre as amostras inscritas por vinícolas de 22 países, quatro produtos brasileiros foram premiados e um deles integrou o Top 10 do concurso, confirmando o potencial dos espumantes do Brasil.

Há 16 edições o concurso Muscats du Monde avalia vinhos e espumantes das variedades de uvas moscatéis de diversos países, descobrindo diferentes aromas e sensações despertados por produtos dos mais variados terroirs. Neste ano, foram concedidas 81 medalhas, sendo 29 de Ouro e 52 de Prata.

 Vinhos Premiados

Top 10* Best Muscats du Monde 2016

Pietro Felice Moscatel Espumante – Irmãos Molon

 Medalha de Ouro

Pietro Felice Moscatel Espumante – Irmãos Molon

Casa valduga Espumante Moscatel – Casa valduga Vinhos finos

 Medalha de Prata

Zanotto Espumante Moscatel – Vinícola Campestre

VINHOS DA LIDIO CARRARO CHEGAM AO MERCADO ITALIANO

A Lidio Carraro Vinícola Boutique comemora mais um grande feito neste ano. Depois de conquistar a licença exclusiva para a elaboração dos vinhos e espumantes dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a vinícola gaúcha – situada no Vale dos Vinhedos – celebra agora a chegada de seus vinhos a um dos mais reservados mercados da Europa: a Itália.

Para comercializar seus vinhos no mercado italiano, a vinícola fechou parceria com a Cantina Castrocielo, de Roma que abriu um espaço exclusivo em sua adega para os produtos da Lidio Carraro. Os primeiros rótulos a figurarem no mercado italiano são os vinhos das linhas Agnus, Dádivas, Elos e Grande Vindima.

Para celebrar a parceria, foi realizado na Embaixada do Brasil em Roma, um grande evento de degustação conduzido pela enóloga e diretora técnica da Lidio Carraro, Monica Rossetti. O encontro contou com a presença do embaixador Ricardo Neiva Tavares e com os sócios-proprietários da Castrocielo. Um público especializado, composto por jornalistas, clientes e representantes de entidades vitivinícolas da Itália, prestigiou o evento.

Na ocasião, além de degustar os vinhos que estarão à disposição do consumidor italiano, os participantes também puderam ampliar seus conhecimentos sobre a vitivinicultura brasileira. A enóloga Monica Rossetti apresentou um panorama da produção de uvas e vinhos no país, detalhando as características de cada região produtora, do Vale do Rio São Francisco à Campanha Gaúcha.

De acordo com Monica Rossetti, a parceria com a Cantina Castrocielo é motivo de orgulho para a Lidio Carraro, especialmente, pelo legado histórico que une Brasil e Itália. “A Lidio Carraro já exporta seus produtos para vários países do mundo, e agora, com a chegada à Itália reforçamos nossa ligação com este país e também comemoramos a entrada em um mercado que ainda é muito fechado aos produtos estrangeiros”, destaca a enóloga.

Sobre a Lidio Carraro

Uma vinícola familiar com apenas 12 anos de mercado, mas com um currículo respeitável tanto no Brasil como no exterior. Assim pode ser definida a Lidio Carraro Vinícola Boutique.

Localizada no Vale dos Vinhedos, município de Bento Gonçalves, a Lidio Carraro segue a filosofia purista na elaboração de seus vinhos. O conceito, que prega o mínimo de interferência para a máxima expressão natural da uva e do seu terroir de origem, vem conquistando o paladar de brasileiros e de consumidores em mais de 20 países. Sem utilizar madeira e sem fazer correções enológicas, destaca-se por oferecer uma linha de vinhos emblemáticos que vem alcançando importantes reconhecimentos em todo o mundo.

Quem visita a Lidio Carraro – além de conhecer a história e trajetória da vinícola – surpreende-se também com o atendimento diferenciado. Com uma recepção personalizada, algumas vezes feita por alguém da própria família, os visitantes têm o privilégio de conhecer os detalhes do processo de elaboração e degustar alguns dos seus famosos rótulos Premium e Top Premium.

Mais informações:

http://roma.itamaraty.gov.br/it/

http://www.lidiocarraro.com

http://www.cantinacastrocielo.com

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FONTE: Lídio Carraro – Impresa

Apreendidas 1700 garrafas do vinho falsificado de Pêra Manca

O Pêra Manca, junto como Barca Velha é um dos ícones de Portugal.

No Douro o Barca Velha, no alentejo o Pêra Manca.
As garrafas são caras e o valor aproximado do que arrecadariam com as vendas do vinho falsificado, chega a 250 mil euros.

A Guarda Nacional encontrou na Grande Lisboa uma camionete com garrafas de vinho, rótulos, contra-rótulos e cápsulas de Pêra Manca. Serão feitas análises no laboratório de segurança alimentar, para saber se pelo menos o produto era bebível.

A Adega da Cartuxa, que produz o Pêra Manca, sofre muito com as falsificações, por isso, tem um holograma na cápsula, que assegura a autenticidade da garrafa.

No Brasil, uma garrafa de Pêra Manca tinto, dependendo da safra, custa à partir de 2000 reais.

Fonte: http://www.papodevinho.com/2016/07/apreendidas-1700-garrafas-do-vinho.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+PapoDeVinho+(papo+de+vinho)&m=1

Morre, aos 67 anos, o enólogo Denis Dubourdieu

O consultor de vinhos e enólogo francês Denis Dubourdieu faleceu esta manhã, aos 67 anos, de idade, na França, após uma longa batalha contra o câncer. Marido de Florence Dubordieu, ele deixa dois filhos: Jean-Jacques e Fabrice Dubourdieu.

Formado em enologia na Universidade de Bordeaux, ele se especializou em vinhos brancos e prestou uma consultoria que ajudou muito a melhora dos vinhos brancos de Bordeaux. Entre seus clientes mais renomados estão Château d’Yquem, Château Cheval Blanc e Bodegas Chivite Vinhos.

A renomada crítica de vinhos Jancis Robinson lamentou a perda de Dubourdieu no Twitter dizendo: ”Estou muito, muito triste em saber que o talentosíssimo enólogo Denis Dubpurdieu deu seu último suspiro”.

Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/morre-aos-67-anos-enologo-denis-dubourdieu_10720.html#ixzz4FZAI3Fqe

Mulheres preferem vinho tinto 

Para quem pensa em abrir uma garrafa de Chardonnay ou um espumante sempre que recebe mulheres, pode estar bastante enganado. Melhor trocar as garrafas do jantar de hoje à noite. 

De acordo com pesquisa da Amavi (Associação dos amantes cultura do vinho) realizada através da pesquisa de hábitos diários das mulheres espanholas, elas preferem vinho tinto! Pois é 46% das mulheres entrevistadas preferem preferem vinho tinto, 28% preferem o vinho branco, 12% optam pelo espumantes, 6% roses e o restante apreciam vinhos doces e licores. 

Outro dado importante revelado na pesquisa espanhola é que 78% são responsáveis pela compra dos vinhos do consumo familiar. São elas que decidem. A Amavi revelou que mais de 50% das mulheres entrevistadas consome vinho até 2 vezes por semana e 31% diariamente.

Fonte: http://www.marcelocopello.com/post/mulheres-preferem-vinho-tinto