VILLA FRANCIONI TINTO 2009 LEVA OURO NA GRANDE PROVA VINHOS DO BRASIL 2016

O rótulo VF Tinto 2009, produzido pela vinícola Villa Francioni de São Joaquim, recebeu a Medalha de Ouro na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016, em duas categorias: Vinho Tinto Super Premium e Tinto Corte. Esta foi a quinta edição da prova que contou com a participação de mais de cem vinícolas nacionais. O rótulo da Villa Francioni integra o Anuário de Vinhos do Brasil, que apresenta todos os vencedores em 30 categorias. O vinho elaborado pelo enólogo Orgalindo Bettú, é um corte de 4 uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec. Estagiou por 18 meses em barricas de carvalho francês. No momento a vinícola comercializa também, a safra 2011.

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Guatambu Estância do Vinho lança linha de vinhos ultra premium

A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, lança novos rótulos de vinhos tintos varietais que chegam ao mercado ainda no final de agosto. A nova linha ultra premium da marca apresenta três produtos: os vinhos Lendas do Pampa Tempranillo, Lendas do Pampa Cabernet Sauvignon e Lendas do Pampa Tannat com no máximo 1.200 garrafas numeradas cada um.

Elaborados com as melhores parcelas de cada uva (de plantas de 13 anos de idade), foram vinificados de forma a extrair o máximo potencial de cada variedade, para expressar por completo o terroir dos vinhedos da estância, localizada na Campanha Gaúcha: solo de rochas granulíticas, 14º C de amplitude térmica, mais de 2300 horas de sol no verão, topografia levemente ondulada e inverno adequado para dormência da videira. De acordo com a sócia proprietária e enóloga Gabriela Hermann Pötter, “estas características favorecem a produção de uvas com maturação fenólica, taninos maduros, complexidade aromática e gosto aveludado”. Os vinhos estagiaram em barril de carvalho virgem, francês e americano, por 13 meses.

“São vinhos mais encorpados, com muita personalidade e identidade”, conta Gabriela. O nome Lendas foi inspirado em histórias da região, que integram a formação da cultura do Pampa e dos gaúchos, em especial o conto do Baile dos Anastácio, evento que marcou o município de Dom Pedrito no final do século XIX. Segundo registros, o senhor Victor Anastácio, antigo proprietário dos campos onde hoje se situa a Guatambu, foi o anfitrião do maior e mais fantástico baile que ocorreu na região, que durou 30 dias. Na busca de casar as filhas, o estancieiro promoveu um mês de festa, com danças, romances e churrascos e música ao vivo.

Segundo o sócio proprietário e diretor da Guatambu, Valter José Pötter, são histórias como do Baile dos Anastácio que formaram grande parte da cultura local. “Escolhemos o nome e as imagens dos rótulos assinados pela Visual Agência para apresentar um pouco da tradição da nossa terra, que se manifesta até os dias de hoje na região onde produzimos nossos vinhos, o coração do Pampa Gaúcho”. Os rótulos da linha, inspirados no baile, lembram o amor dos gaúchos pela dança e pelas tradições. Os desenhos utilizados são de autoria do artista Vini Albernaz, criados especialmente para a Guatambu.

Dois dos três lançamentos já chegam ao mercado premiados: os vinhos Lendas do Pampa Tannat e Lendas do Pampa Cabernet Sauvignon receberam no dia 03 de agosto, Medalha de Ouro na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016, junto com outras três bebidas produzidas pela vinícola. Os vinhos estarão à venda em representantes da Guatambu pelo valor sugerido de R$ 120,00 ou pelo site guatambuvinhos.com.br.

O vinho Madeira

Dizem que o vinho que os antepassados dos norte-americanos beberam para brindar a assinatura da Declaração da Independência foi o Madeira. Durante o século XVIII, as colônias norte-americanas importavam um quarto de toda a produção do Madeira e nenhum outro vinho tinha tanto prestígio.

O vinho Madeira vem de uma pequena ilha escarpada e vulcânica, a Ilha da Madeira. O clima subtropical da ilha é atípico para o cultivo das videiras, mas na Ilha da Madeira tudo é único, inclusive a maneira de produzir o vinho.

O Madeira é um vinho fortificado, com 17 a 20% de álcool, que de início não era fortificado. No final do século XVI, o Madeira não fortificado fazia parte das mercadorias levadas pelos navios mercantes que se dirigiam a África, Índia, e mais tarde à América do Sul. Com os solavancos, o calor e o abafamento, o vinho não fortificado estragava rapidamente.

No final do século XVII, passou-se a acrescentar aguardente ao vinho para estabilizá-lo e conservá-lo. O Madeira fortificado passou a ser uma história totalmente diferentes. Amadurecido durante longos meses ao balanço do navio e ao calor equatorial, esse Madeira tornou-se um vinho deliciosamente rico. A propósito, os Madeiras mais admirados eram todos chamados de “vinhos torna-viagem”, ou seja, que tinham feito a viagem de ida e volta.

Para preparar o Madeira, acrescenta-se aguardente de uva neutra antes que o vinho complete a fermentação. Isso neutraliza a levedura, detém a fermentação e produz um vinho fortificado que poder um pequeno toque de doçura.

O caráter de tofe e caramelo do Madeira aparecem como resultado do aquecimento do vinho, um processo chamado de estufagem. Há vários métodos, dependendo da qualidade do Madeira a ser produzido. O mais básico envolve a colocação dos vinhos-base fortificados em recipientes, que por sua vez serão aquecidos a uma temperatura média de 40ºC durante três a seis meses.

Contudo para os melhores Madeira, os recipientes são colocados no sótão dos armazéns, que sofrem um tremendo calor graças a intensidade do sol na Ilha da Madeira. Ali esses recipientes permanecem sem serem perturbados, em geral, por anos e anos.

A maioria dos Madeira de qualidade básica é elaborada com a versátil uva tinta negra mole. No entanto, os melhores Madeira são feitos de uma das quatro uvas brancas designadas como nobres pelo Instituto de Vinho da Madeira, que são: sercial, verdelho, bual e malvasia. Esses nomes também são usados para designar os vários estilos do vinho Madeira.

Uma garrafa de vinho Madeira após aberta pode durar um bom tempo. Depois de tudo que ele passou: fortificação, calor extremo, longo envelhecimento na presença de oxigênio fazem do Madeira um vinho praticamente indestrutível.

 

Degustação de Seleção é a próxima etapa da Avaliação Nacional de Vinhos

Após inscrição e coleta de 241 amostras provenientes de cinco estados brasileiros, a 24ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2016  passará pela etapa de Degustação de Seleção. Entre os dias 18 e 25 de agosto, 90 enólogos convidados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), entidade promotora do evento, passarão pelo Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, onde degustarão as amostras para selecionar as 30% mais representativas desta safra.

Além de ser uma experiência sensorial, a Degustação de Seleção é um momento para os profissionais se integrarem e trocarem conhecimentos por meio de suas impressões sobre os vinhos. Divididos em seis grupos de 15 profissionais, os enólogos degustarão as amostras às cegas, seguindo critérios internacionais. Nos dias 18 e 19 de agosto, os grupos A e B serão os primeiros a degustar as amostras vindas de norte a sul do Brasil. Já nos dias 22 e 23, será a vez dos grupos C e D avaliarem os vinhos participantes. As degustações terminam com a participação dos enólogos pertencentes aos grupos E e F, nos dias 24 e 25.

 A próxima etapa consiste nas inscrições para participar do grande momento da Avaliação. A partir das 8h30min do dia 30 de agosto, os amantes de vinhos poderão se inscrever pelo site www.enologia.org.br para estar entre os mais de 850 apreciadores que no dia 24 de setembro comparecerão ao Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Na ocasião, os inscritos terão a oportunidade de conhecer as amostras mais representativas da Safra 2016 e degustar na taça 16 produtos dessa seleção. “Este é o ápice do evento, quando os apreciadores poderão conhecer o resultado do minucioso trabalho realizado desde a coleta nas 46 vinícolas participantes até as degustações dos seletos grupos de enólogos”, destaca o chefe geral da Embrapa Uva e Vinho, entidade responsável pela coordenação técnica do evento, Mauro Zanus.

Degustação de Seleção ANV 2015 - foto Jeferson Soldi (2)

FONTE: CONCEITOCOM Brasil

Peterlongo brinda seu 101º Dia dos Pais

Datas especiais foram feitas para serem celebradas. O Dia dos Pais é uma delas. Neste domingo, 14, os filhos reservam o dia para compartilhar momentos exclusivos com seus pais. É quando as lembranças vêm à tona, os abraços são mais fáceis, o papo é ainda mais descontraído e o cardápio diferenciado. A Vinícola Peterlongo, que há 101 anos brinda o Dia dos Pais, aposta nos vinhos tintos Merlot e Cabernet Sauvignon das linhas Armando Memória e Terras, para harmonizar a data, além de serem boas escolhas para presente.

Para chamar a atenção dos filhos a Peterlongo aposta no uso de tags com o slogan ‘Tal Pai, Tal Vinho’, que além de identificar os produtos também tem o propósito de prestar uma homenagem aos pais. A ação está presente nos pontos de venda e no varejo da vinícola, em Garibaldi (RS).

 Centenária, a Vinícola Peterlongo, especialista na elaboração de champagnes e espumantes, acaba de colocar no mercado uma nova proposta para ambos os vinhos, acompanhando o momento vivido pela empresa. Os novos vinhos foram apresentados em junho, na Convenção de Vendas da Peterlongo, e agora já estão na mesa do consumidor. “O novo sabor é o primeiro passo da Peterlongo rumo a qualificação de sua linha de vinhos. Ano passado, iniciamos um intenso trabalho de qualificação de toda linha de produtos da Peterlongo e os vinhos estão entre as prioridades”, destaca a enóloga Deise Tempass. As mudanças incluem, ainda neste ano, a apresentação da nova roupagem, agregando valor à marca e reposicionando o produto no mercado.

OS VINHOS

Terras Cabernet Sauvignon

Elaborado a partir de uvas colhidas de vinhedos da Serra Gaúcha com produção de 8 mil quilos por hectare, o Terras Cabernet Sauvignon retrata, ao mesmo tempo, intensidade e equilíbrio no paladar, com teor alcoólico moderado de 11,5%. Seu corpo médio traz maciez e um toque aveludado na boca, exalando aromas vivos e agradáveis que lembram frutas vermelhas e uma pitada de especiarias. Possui 1,8 g/L de açúcares residuais e 5,4 g/L de acidez total, com 3,5 de pH. O lote é de apenas 3.150 mil garrafas com preço sugerido de R$ 25,10 a garrafa.

Terras Merlot

Elaborado a partir de uvas cultivadas em vinhedos da Serra Gaúcha, com produção de oito a 10 mil quilos por hectare, colhidas manualmente, o vinho apresenta bom corpo e estrutura, além de retrogosto intenso e agradável. Complexo em seus aromas, lembra frutas vermelhas maduras, manteiga e baunilha, destacando na cor um vermelho rubi. O Terras Merlot tem 11,5% de graduação alcoólica e acidez total de 5,25 g/l. O valor sugerido é de R$ 25,10 a garrafa. A partilha é de 3.360 garrafas.

Armando Memória Cabernet Sauvignon

Com bom corpo, macio e aveludado, este vinho apresenta taninos maduros que oferecem uma persistência gustativa longa. Seus aromas intensos têm perfil aromático limpo. São complexos e agradáveis, que lembram frutas vermelhas, tabaco e café. Límpido e com bom brilho, tem coloração rubi intensa com toques violáceos. Elaborado a partir de uvas cultivadas na Serra Gaúcha, tem 12% de graduação alcoólica e 5,4 g/L de acidez total. O lote é de apenas 2.900 garrafas e o valor sugerido é de R$ 36,10 a garrafa.

Armando Memória Merlot

Vinho de corpo potente, o Armando Memória Merlot tem marcante presença gustativa com taninos maduros e envolventes, além de macio e intenso. Seu complexo e acentuado perfil aromático lembra frutas vermelhas secas, geleias, baunilha e manteiga. Sua cor é rubi intenso com toques violáceos e lágrimas densas. Possui 12% de graduação alcoólica e 5,3 g/L de acidez total. São 2.700 garrafas com valor sugerido de R$ 36,10 a garrafa.

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FONTE: CONCEITOCOM Brasil

Don Carlos Cabernet Sauvignon 2011

O vinho nos proporciona boas surpresas. Esse rótulo é um bom exemplo disso.

De um terroir ainda desconhecido, a Don Carlos, situada em Santo Ângelo, na região das Missões do RS, elaborou esse surpreendente Cabernet Sauvignon, safra 2011.

Elaborado com a variedade Cabernet Sauvignon, estagiou 20 meses em barrica de carvalho. Apresenta coloração Rubi com reflexos violáceos, muito intenso de coloração.

Aroma muito elegante e intenso, predominando as notas de fruta negra madura, cravo, pimenta, cacau, baunilha. Muito complexo, no início aroma um pouco fechado, mas com o tempo em taça a qualidade aromática desse vinho se fez presente.

Apresenta boa acidez, muito persistente. De bom corpo e estrutura, apresenta taninos maduros e elegantes. Retrogosto predomina as notas frutadas combinadas com especiarias, cacau, baunilha e couro.

Um Excelente Cabernet Sauvignon!

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Guatambu recebe cinco medalhas na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016

A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, recebeu nesta quarta-feira, 03 de agosto, cinco medalhas na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016. O evento de divulgação da avaliação, promovida pelo Ibravin em parceria com o Grupo BACO, ocorreu no Hotel Casacurta em Garibaldi, na Serra Gaúcha.

O vinho Da Estância Branco foi o campeão na categoria Brancos de Outras Castas e Cortes. Corte das uvas Chardonnay, Gewürztraminer e Sauvignon Blanc, o rótulo da safra 2015 destaca-se pelo frescor e complexidade aromática, apresentando excelente equilíbrio entre álcool e acidez.

Mais quatro rótulos da vinícola receberam Medalha de Ouro em suas categorias, sendo três tintos e o espumante Poesia do Pampa Brut. O vinho Épico, grande campeão em 2015 na categoria Tinto Corte, recebeu mais uma medalha, assim como os rótulos Lendas do Pampa Tannat e Lendas do Pampa Cabernet Sauvignon, ainda não lançados no mercado.

A nova linha ultra premium da Guatambu terá três rótulos de tintos varietais – Cabernet Sauvignon, Tannat e Tempranillo, com edições limitadas de 1100 garrafas de cada rótulo. Elaborados com as melhores parcelas de cada uva, com muita personalidade e identidade, apresentando por completo o terroir da Campanha Gaúcha. As bebidas devem estar à venda no mercado no final de agosto.

A prova reuniu cerca de 850 rótulos, de 110 produtores de oito estados, apresentados em 28 categorias, com 30 vencedores. O destaque ficou para o grande salto de qualidade dos tintos brasileiros, em comparação com as edições anteriores. “Os resultados, somando-se ao trabalho do anuário, terminam por ser uma grande referência para o mercado, tanto trade, como consumidor, pois trazem de forma bem elaborada e didática o nosso acompanhamento ano a ano da nítida evolução qualitativa dos nossos vinhos, sempre com muitas novidades”, destacou o organizador do evento, Sérgio Queiroz.

Os resultados serão divulgados pelo Anuário Vinhos do Brasil 2016/2017. Seguindo normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o número de medalhas foi limitado a 30%. No total, foram cinco medalhas de duplo-ouro, 160 medalhas de ouro e 90 medalhas de prata. Espumante Brut Champenoise e Tinto Super Premium foram as categorias com mais medalhas de ouro, com 31 e 37, respectivamente.

O júri foi formado pelo enólogo francês Michel Friou, da vinícola Almaviva; por Danio Braga – chef e sommelier, fundador da ABS Brasil; Sebastián Rodrigues, enólogo da Concha y Toro; Diego Arrrebola, sommelier, atual bi-campeão brasileiro; Vladimir Veliz, do CanaldelVino.com; Gilberto Pedrucci, enólogo e presidente do Sindivinho; Marcio Oliveira, responsável pelo site Vinotícias; Ed Arruda, sommelier-chefe do Copacabana Palace; Ricardo Farias, presidente da ABS-Rio; Celio Alzer, professor da ABS-Rio; Roberto Rodrigues, diretor da ABS Rio; Homero Sodré, delegado de Bordeaux no Brasil pelo CIVB; Jô Sodré, Professora de Vinhos da Universidade Estácio de Sá; Maria Helena Tahuata, vice-presidente da ABS Rio; Romeu Valadares, jornalista; Luiz Fernando Silva, do Grupo Pão de Açúcar; Sergio Queiroz, grupo Baco; e Marcelo Copello, do grupo Baco e presidente do júri. As amostras foram avaliadas no mês de junho, em evento no Rio de Janeiro.

Anuário Vinhos do Brasil

O Anuário Vinhos do Brasil 2016/2017 é uma publicação bilíngue, editada em parceria entre o Grupo BACO o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), trazendo um panorama completo da indústria do vinho brasileira, das regiões produtoras, dos vinhos, do enoturismo, sendo hoje a principal referência editorial do setor, seja no Brasil ou no Exterior, onde é distribuído em mais de 100 postos e embaixadas pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

 O Grupo BACO, idealizador e organizador da Grande Prova Vinhos do Brasil, é uma empresa de comunicação que tem na geração de conteúdo e nos eventos sua plataforma de atuação. Também é responsável pela edição da revista BACO, do Anuário Vinhos do Brasil, entre outros produtos editoriais, além de uma série de eventos no Brasil e exterior. Destaque para o Rio Wine and Food Festival,realizado na cidade do Rio de Janeiro.

Sobre a Guatambu

A Guatambu é uma vinícola boutique que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.

A vinícola conta com um complexo enoturístico, que engloba área de produção, auditório, sala de degustação, salão com parrilla para eventos e loja, com referências arquitetônicas voltadas à cultura gaúcha e às estâncias do pampa, sendo considerada referência em estilo, beleza e modernidade. Desde maio de 2016 funciona com 100% de energia solar, tornando-se o primeiro empreendimento da área na América Latina movida através de energia limpa. estanciaguatambu.com.br | guatambuvinhos.com.br

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Fonte: Assessoria de Flor em Flor