Qual o formato ideal da taça de espumante?

Diz-se que, para cada vinho, há uma taça apropriada – a que melhor ajuda o líquido a expressar seus aromas e sabores. Há poucas dúvidas quando se trata dos recipientes ideais para tintos, brancos ou doces. As taças para esses tipos são conhecidas e há pouca ou nenhuma discussão sobre sua adequação. No entanto, quando falamos de espumantes, começa a controvérsia.

Qual a melhor taça para o espumante? Seria aquela de bojo curto e larga (também conhecida como coupe), muito utilizado antigamente? Ou talvez fosse aquela comprida, estreita e longa (também conhecida como flutê, ou flauta)?

Durante muito tempo esses dois modelos de taças travaram um longa batalha pela supremacia, porém, atualmente esses dois modelos estão sendo deixados de lado. Especialistas em espumantes optam por uma taça alternativa, cujo formato mais apropriado exalta as principais características sensoriais da degustação de um espumante.

Atualmente, o modelo mais indicado é conhecida como tulipa. O nome, deve-se muito a forma, que lembra a flor de origem oriental: com base ovulada e abertura estreita. Ela é suficientemente estreita na base para poder ter uma boa coluna de líquido e poder observar o caminho das borbulhas, suficientemente larga no corpo para deixar o vinho respirar e desenvolver toda a sua complexidade, e ligeiramente fechada na boca para concentrar os aromas enquanto se permite colocar o nariz dentro do copo ao beber.

De qualquer forma, houve uma disputa intensa entre flûte e coupe, até que a flûte passou a ter a preferência já por volta da década de 1960. E, apesar de os formatos tulipa serem relativamente comuns desde os anos 1930, só recentemente começaram a ser vistos como os ideais para os espumantes, especialmente depois que os principais produtores pesquisaram e desenvolveram recipientes que acreditavam serem os melhores para suas bebidas.

E você sabia que no Brasil foi desenvolvida uma taça especialmente para o nosso espumante?

Para um produto especial como o espumante brasileiro, é fundamental a expressão de todas as suas qualidades, seja de cor, aroma ou paladar. Assim, foi necessário o desenvolvimento de uma taça com características adequadas, que possibilite acompanhar cada detalhe da degustação, apresentando originalidade, funcionalidade e qualidade estética. Fundamental neste projeto foi à adequação do formato para potencializar as características específicas do produto brasileiro, de sabor fino e refrescante.

Por fim, para apreciar plenamente de um espumante, escolha uma taça em que as borbulhas possam destacar-se e haja espaço suficiente para que você possa se enfeitiçar com os delicados aromas.

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O que é Terroir?

Muitos já devem ter ouvido que um vinho é oriundo de determinado terroir, por exemplo, terroir da Serra Gaúcha, Terroir da Altitude Catarinense. Para os apreciadores de vinho, a palavra terroir não soa tão estranho, porém nem todos conhecem o seu significado.

Segundo Jorge Tonietto, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, a palavra terroir data de 1.229, sendo uma modificação lingüística de formas antigas (tieroir, tioroer), com origem no latim popular “territorium”. Segundo o dicionário Le Nouveau Petit Robert (edição 1994), terroir designa “uma extensão limitada de terra considerada do ponto de vista de suas aptidões agrícolas”. Referindo-se ao vinho, aparecem exemplos de significados como: “solo apto à produção de um vinho”, “terroir produzindo um grand cru”, “vinho que possui um gosto de terroir”, “um gosto particular que resulta da natureza do solo onde a videira é cultivada”.

            Atualmente essa expressão resultada em um aspecto positivo ao vinho. Esse termo ganhou destaque a nos últimos 60 anos, quando houve uma valorização da delimitação dos vinhedos nas denominações de origem de vinhos na França.

A palavra terroir passa a ser entendida como a interação entre o meio ambiente e os fatores humanos. E esse é o diferencial desse termo, pois além de envolver aspectos como o clima, solo, relevo, considera os fatores humanos na produção.

Segundo a OIV (Organização Internacional da Uva e Vinho), o terroir é um conceito que se refere a um espaço no qual se desenvolve uma cultura coletiva das interações entre um ambiente físico e biológico identificável, e as práticas vitivinícolas que lhes são aplicadas, que conferem características distintivas aos produtos originários deste espaço. Incluindo assim no terroir, as características do solo, da topografia, do clima, da paisagem e da biodiversidade.

Um exemplo clássico e famoso é Bordeaux, na França, onde são utilizadas, predominantemente, as uvas tintas Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc. Um dos rios que corta a região é o Garonne. Em sua margem esquerda, os solos são arenosos com cascalho e, na margem direita, a terra tem composição variada, fazendo com que as castas se adaptem de forma distinta em uma e outra margem. Assim, à esquerda predomina a Merlot, enquanto que à direita, os vinhos têm predominância de Cabernet Sauvignon. Exemplo de vinho da margem esquerda é o ícone Pétrus, rico, potente, complexo e elegante. Da margem direita vem o vigoroso, complexo, harmônico e macio Château Mouton Rothschild.

Portanto, mais que uma palavra, terroir torna-se um conceito complexo. É um conjunto de fatores que influencia no desenvolvimento do vinhedo, na qualidade da uva e participando na personalidade final do vinho, como se fosse uma assinatura de cada região vitícola.

Serra Gaúcha recebe 8º Congresso Latino-Americano de Enoturismo em junho

A Serra Gaúcha será sede do 8º Congresso Latino-Americano de Enoturismo, entre os dias 27 e 30 de junho. Com o tema Território, vinho e turismo: harmonização que dá certo, são esperadas mais de 250 pessoas para participar das palestras – que ocorrerão no Hotel e Spa do Vinho, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves –, das visitas técnicas nos principais roteiros enoturísticos da região e da 3ª edição do Wine Festival, que marca o encerramento oficial do Congresso, com shows, venda de vinhos e sucos em taça e garrafa. O Wine Festival será aberto ao público, na Rua Coberta, próxima à Casa das Artes, também na cidade de Bento Gonçalves.

Está confirmada a apresentação da norte-americana Liz Thach, Master of Wine e professora da Sonoma State University, no Wine Business Institute. Gabriel Fidel, expert em enoturismo,  professor titular da Universidad Nacional de Cuyo, em Mendoza, na Argentina, e presidente da ProMendoza, e Wilson Torres, ex-presidente e atual secretário executivo da Associação de Turismo Enológico do Uruguai (Ateu), também estão entre os palestrantes da 8ª edição do Congresso.

A presidente da Associação Internacional de Enoturismo (Aenotur), Ivane Fávero, acredita que a realização do Congresso no Brasil será uma ótima oportunidade para aprimorar a oferta enoturística, trocando ideias com os congressistas vindos de países tradicionais na atividade, como Argentina, Uruguai, Chile, Portugal, Estados Unidos, entre outros. “Vamos focar neste novo momento que vivemos, em que o mercado enoturístico está cada vez mais formado por pessoas que são conhecedoras de vinhos, apreciadores da bebida, mas que também buscam experiências únicas. Mais do que comprar vinhos, estas pessoas querem viver a cultura do lugar onde é elaborada a bebida, curtir a paisagem dos territórios que produzem uvas e vinhos”, diz. Ivane, que representa o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) na presidência da Aenotur, acrescenta que o conhecimento do trabalho realizado em outros países vai qualificar e trazer mais competitividade para o enoturismo brasileiro.

A programação do congresso ocorrerá no turno da manhã, com exceção da abertura oficial, que será à noite, no dia 27 de junho (quarta-feira). Para o período da tarde, e durante o sábado, estão programadas as visitas técnico-turísticas para destinos de enoturismo já consolidados da Serra Gaúcha.

As inscrições para o Congresso e para as visitas técnicas estarão disponíveis a partir de março no site do evento: http://www.congressoenoturismo.com.br

Esta será a quarta vez que o evento é realizado na região. A primeira (2010) e segunda (2012) edições ocorreram em Bento Gonçalves. Já a quarta edição (2014) teve a programação distribuída nos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi, Flores da Cunha e Caxias do Sul. O Congresso é um evento itinerante e já foi realizado em países da América do Sul como Argentina e Uruguai.
Serviço
8º Congresso Latino-Americano de Enoturismo
Data: 27 a 30 de junho de 2018
Local: Hotel e Spa do Vinho, Bento Gonçalves – RS, Brasil
Tema: Território, vinho e turismo: harmonização que dá certo
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Vinícolas brasileiras participam de missão comercial na Colômbia

Os projetos setoriais Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil promovem, pela primeira vez, ações para a promoção dos rótulos verde-amarelos no mercado colombiano. Na próxima terça e quarta-feira, 27 e 28 de fevereiro, representantes de quatro vinícolas brasileiras integrantes das iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) estarão na capital Bogotá em uma missão comercial realizada em conjunto com a Embaixada brasileira no país. O objetivo é conquistar novos negócios em um mercado em expansão.

As vinícolas Aurora, Arbugeri, Salton e Santini iniciam a programação participando de uma palestra exclusiva com a Embaixada sobre o mercado local. Na tarde do dia 27, das 16h às 20h30min, os projetos Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil realizam o Walk Around Tasting, no hotel Hilton. O circuito de degustação com rodada de negócio é voltado para importadores, distribuidores, redes de varejo, restaurantes, jornalistas e formadores de opinião convidados. São esperados, aproximadamente, 100 profissionais.

No segundo e último dia da missão comercial estão agendadas reuniões com potenciais distribuidores, redes de varejo, importadores e restaurantes. As vinícolas apresentarão seus portfólios, com foco nos espumantes e nos sucos de uva 100%. À noite participam de um jantar, novamente com profissionais de mercado e formadores de opinião.

“Queremos mostrar a qualidade e o potencial de uma indústria especialista em espumantes, reconhecida e premiada internacionalmente. O suco de uva 100% brasileiro se diferencia dos que são elaborados nos demais países por seu sabor único. É um produto funcional, elaborado apenas com uvas, sem adição de açúcar, conservantes, corantes ou aromatizantes, tendo um diferencial em relação a outras bebidas à base de frutas”, enfatiza o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini.

O executivo destaca, ainda, o suporte do Ministério de Relações Exteriores nas ações encampadas pelos projetos setoriais Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil fora do país. “O Ministério está fornecendo apoio dos postos diplomáticos para atuarem como escritórios promocionais dos produtos brasileiros. Isso amplia nossa capacidade de atuação em mercados até então pouco explorados, como a Colômbia”, pontua.

Ainda de acordo com Bertolini, a partir deste ano, os projetos setoriais de promoção internacional focarão também em países da América Latina. “São mercados em potencial. Temos alguns benefícios como a logística, que é muito mais próxima que, por exemplo, a Europa e o continente asiático, e a qualidade e competividade dos espumantes e sucos de uva 100% nacionais frente a outros países”, adianta.

Sobre o Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil           
O Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil são iniciativas de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo, desenvolvidos, desde 2002, entre o Ibravin e a Apex-Brasil. Os projetos setoriais contam, atualmente, com a participação de 42 vinícolas e têm como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido, China e Paraguai. Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram as iniciativas conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos e o trabalho setorial de consolidação da imagem dos rótulos nacionais no Exterior. Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.comwww.grapejuiceofbrazil.com e www.ibravin.org.br.
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Brazil Wine Challenge é janela para o mundo

Escolher um vinho entre tantos na gôndola pode parecer tarefa fácil, mas para quem não é um expert no assunto pode dar muito trabalho. Um atributo que vem ganhando cada vez mais a atenção dos apreciadores da bebida são as premiações conquistadas em renomados concursos internacionais e exibidas pelas vinícolas com adesivos das medalhas nas garrafas. Num mercado tão competitivo como este, a estratégia vem dando certo. Com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE), o Brazil Wine Challenge chega a sua nona edição com o prestígio de ser um dos mais importantes concursos das Américas, ajudando a promover vinhos e espumantes do mundo todo.

 Vinícolas e importadoras têm até o dia 30 de março para inscrever suas amostras e disputar espaço nesta que é a principal vitrine de vinhos no Brasil. “Ter um vinho ou um espumante premiado no Brazil Wine Challenge é ter o reconhecimento de especialistas de diversos países. É associar sua marca aos melhores rótulos avaliados no concurso, atraindo olhares de conhecedores e de quem está ingressando neste universo de sensações”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – promotora do evento -, enólogo Edegar Scortegagna.

 Austrália e Chile, além do Brasil, saíram na frente, mas a intenção dos organizadores é ultrapassar a marca de 17 países, registrada na edição passada, em 2016, reforçando ainda mais a imagem do concurso no mundo inteiro. O sistema de avaliação do concurso é totalmente informatizado, garantindo maior agilidade e segurança na captação e tabulação dos dados. Implantado ainda na edição de 2010, apresenta excelente desempenho.

 O concurso acontece de 5 a 8 de junho, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. O júri será formado por especialistas internacionais.

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FONTE: Conceito com Brasil

Exportações brasileiras de vinhos, espumantes e suco de uva crescem 17,3% em valor em 2017

Com mais de US$ 15 milhões comercializados no mercado internacional em sucos, vinhos e espumantes, o setor vitivinícola brasileiro obteve crescimento de 17,3% nas exportações em 2017. No ano passado, o destaque das vendas ficou com a categoria de vinhos e espumantes, que representa quase 60% do total exportado, registrando uma expansão de 47,5% no valor comercializado, somando US$ 8,77 milhões. Os sucos, por sua vez, tiveram uma retração de 8,6% na contabilização das vendas, atingindo US$ 6,32 milhões.

Os produtos foram remetidos para 51 países, com ranking dos principais destinos sendo liderado por Japão, Paraguai, Estados Unidos, China, Reino Unido, México, Chile, Colômbia, Equador e República Dominicana.

As 42 empresas participantes do projeto setorial Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para a promoção comercial no mercado externo, responderam por, aproximadamente, 95% do resultado obtido em 2017 na exportação. O desempenho do grupo foi ainda mais expressivo, obtendo incremento de 55,6% nas vendas ao Exterior.

O gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, explica que o Japão aparece com principal destino das exportações, em função de operações com suco concentrado. Entretanto, a Terra do Sol Nascente também figura na quarta colocação na importação de espumantes e em sétima em vinhos, devido a contratos de fornecimento com grandes players de venda online de vinhos e redes varejistas. O país ampliou em 34% o valor adquirido em relação à 2016.

Outro destaque no ano passado foi a América Latina. De forma agrupada, os países da região despontaram como grandes parceiros comerciais, absorvendo 41,3% do valor global negociado. Entretanto, os Estados Unidos, Reino Unido e China, por serem mercados maduros, formadores de opinião e compradores de rótulos de maior valor agregado, continuam entre os mercados-alvo do projeto. O valor médio por garrafa exportada para os Estados Unidos gira em torno de US$ 10, cinco vezes maior que o Paraguai.

“A partir de 2018 teremos ações voltadas para a América Latina em função de vantagens competitivas, como proximidade geográfica e também de perfil de produto. Os consumidores possuem paladar semelhante ao que temos no nosso mercado interno, que aprecia vinhos mais leves e frutados”, observa Bertolini, acrescentando que nessa região há um bom potencial para o suco 100%.

“Desde o ano passado estamos focando no que somos mais competitivos, que é o espumante, mas calibrando estratégias para cada país trabalhando também vinhos e o suco de uva”, informa o gerente. A estratégia está embasada no fato de os espumantes responderem por quase 8% da receita com exportações, apesar de somar 4,6% em volume, o produto apresenta uma melhor rentabilidade, com média de US$ 4,59 por litro, e também por estar ampliando sua participação nas vendas. Em 2017, o volume cresceu 47,5%, ante 45,6% dos vinhos.

Sobre o Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil
O Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil são iniciativas de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo, desenvolvidos, desde 2002, entre o Ibravin e a Apex-Brasil. Os projetos setoriais contam, atualmente, com a participação de 42 vinícolas e têm como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido, China e Paraguai. Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram às iniciativas conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos e o trabalho setorial de consolidação da imagem dos rótulos nacionais no Exterior. Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.comwww.grapejuiceofbrazil.com e www.ibravin.org.br.

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Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br
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Vinícola Campos de Cima lança vinho elaborado em parceria com enólogos franceses

Um vinho que mistura os terroirs da Campanha Gaúcha e do Sul França. Uma bebida que celebra a amizade entre as famílias Ayub e Fabre. Assim nasce o Los Amics, que significa Os Amigos no dialeto occitano, falado no Sul da França.

O lançamento da Vinícola Campos de Cima, de Itaqui, na Campanha Gaúcha, surgiu de uma parceria com o enólogo e amigo francês Michel Fabre. O vinho foi elaborado pela Domaine Chabbert, propriedade da família Fabre, para a família Ayub. “É um projeto que envolveu não apenas o vinho, mas a amizade entre as famílias”, destaca a proprietária da Campos de Cima, Hortência Ayub.

O projeto pioneiro da vinícola comandada apenas por mulheres – além de Hortência, também estão a frente do negócio as filhas Manuela e Vanessa – acaba de chegar na vinícola. O primeiro lote é de apenas 1.200 garrafas. No site da empresa (www.camposdecima.com.br) é possível adquirir o produto ao preço promocional de R$ 89,00.

Elaborado com as uvas Grenache, Syrah e Carignan, safra 2015, o Los Amics é clssificado como Appelation Minervois Protégée, na França. “O vinho possui uma coloração vermelho escura. Frutado, ele traz notas de frutas pretas, como ameixas e cassis. Harmoniza bem com carnes vermelhas e queijos”, avalia Hortência.

A Vinícola Campos de Cima

Localizada em Itaqui, na região da Campanha Gaúcha, a vinícola implantou os vinhedos em 2002, 2003 e 2004 com mudas importadas deFrança e Itália. Hoje, a boutique de vinhos da Campanha Gaúcha é sinônimo de qualidade e exclusividade, tendo os seus vinhos e espumantes exportados para o competitivo mercado inglês. Atualmente, são exportados para o Reino Unido os vinhos 3 Bocas 2016, Irene Antonietta 2017 e Viognier 2017.

A Vinícola Campos de Cima, que produz somente edições limitadas em garrafas numeradas de vinhos e espumantes com uvas provenientes  dos seus vinhedos, também conta com a assessoria de Michel Fabre.

Ficha técnica Los Amics:

Vinho: tinto fino seco
Uvas: Grenache, Syrah e Carignan
Classificação na França: Appelation Minervois Protegée
Produtor: Earl Domaine Chabbert Fauzan
Grau alcoólico: 13,5
Safra: 2015

Campos de Cima_Los Amics Domaine Chabbert 2015 750 mlFoto: Campos de Cima/Divulgação

Taís Dihl

. DOC Assessoria de Comunicação