ABS-RS disponibiliza últimas vagas para Curso Profissional de Sommelier

Esta é a última oportunidade para os interessados se inscreverem no Curso Profissional de Sommelier desenvolvido pela secção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS). Restam apenas seis vagas para fechar a nova turma, que tem início no dia 2 de março. Já são 39 inscritos de seis de estados: Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e até do distante Maranhão.

Os gaúchos são oriundos de 11 cidades — Porto Alegre, Garibaldi, Bento Gonçalves, Flores da Cunha, Passo Fundo, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul, Chapada, Caxias do Sul, Xangri-lá e Alto Feliz. “Será uma oportunidade única, com professores renomados e um conteúdo abrangente, de mergulhar no mundo do vinho e compartilhar experiências com pessoas de diversas regiões do país”, observa a presidente da ABS-RS, Andreia Gentilini Milan.

Ao todo, serão sete módulos (112 horas), sendo que o primeiro ocorre entre os dias 2 e 4 de março, na Vinícola Aurora. A programação segue até setembro, sempre com três aulas por mês (sextas, sábados e domingos), realizadas nas vinícolas gaúchas Aurora, Miolo, Perini, Don Guerino e Salton. O último módulo será ministrado no SPA do Vinho, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Informações e inscrições podem ser obtidas através do link
https://goo.gl/nc3ckb.

Confira a programação do Curso Profissional de Sommelier:

– Modulo 1 – 02 a 04 março 2018 – Vinícola Aurora
– Modulo 2 – 13 a 15 abril 2018 – Vinícola Salton
– Modulo 3 – 18 a 20 maio 2018 – Vinícola Miolo
– Modulo 4 – 08 a 10 junho 2018 – Serra Gaúcha – Vinícola a confirmar
– Modulo 5 – 20 a 22 julho 2018 – Vinícola Don Guerino
– Modulo 6 – 24 a 26 agosto 2018 – Vinícola Perini
– Modulo 7 – 21 a 23 setembro 2018 – Hotel e Spa do Vinho

Investimento:

Associado
– R$ 5.250,00 (à vista ou parcelado em 10x no cartão de crédito)
Público Geral
– R$ 5.490,00 (parcelado em 10x no cartão de crédito)

 Taís Dihl 

.Doc Assessoria de Comunicação
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Trabalhos para a 10ª edição da publicação podem ser inscritos até 6 de abril

A Associação Brasileira de Enologia (ABE) inicia 2018 trabalhando na organização da 10ª edição da Revista Brasileira de Viticultura e Enologia. Já foram publicados 108 artigos científicos inéditos, contribuindo para a atualização dos profissionais ligados ao setor vitivinícola. Interessados em participar com trabalhos inéditos nas áreas da Viticultura, Enologia, Legislação, Mercado e Enoturismo devem enviar seus artigos para o e-mail revista@enologia.org.brformatados de acordo com as normas de publicação disponíveis no site da entidade (www.enologia.org.br). O prazo encerra no dia 6 de abril.

 A contribuição da publicação para o setor é inegável. O presidente da ABE, enólogo Edegar Scortegagna, explica que a revista tornou-se fonte de pesquisa e atualização, preenchendo uma lacuna existente no meio. “A Revista Brasileira de Viticultura e Enologia passou a ser referência e ganhou o respeito e a confiança dos profissionais que atuam na cadeia produtiva da uva e do vinho. Esta credibilidade foi conquistada a cada edição, ao virar de cada página, diante de trabalhos muito bem elaborados e que trazem conteúdos relevantes para a prática diária do enólogo”, destaca.

 Atendendo a demandas de conhecimento, os temas trazem novas visões em torno de assuntos atuais e relevantes para o setor, priorizando o ineditismo. Com periodicidade anual e tiragem de 2,5 mil exemplares, a publicação é tradicionalmente lançada durante a Avaliação Nacional de Vinhos, este ano programada para o dia 29 de setembro, sendo distribuída aos mais de 900 participantes, além dos enólogos associados a ABE, espalhados por todo o Brasil. Universidades, escolas e associações de enólogos de outros países, bem como institutos de pesquisa e demais instituições de ensino, também recebem a revista.

 Única publicação técnica brasileira que alimenta o setor, atraindo novos pesquisadores e áreas estudadas, a Revista Brasileira de Viticultura e Enologia é orientada pelo editor-chefe Dr. Alberto Miele. O PDF das edições anteriores pode ser acessado no site www.enologia.org.br.

 Comissão oganizadora

Edegar Scortegagna, Alberto Miele, André Peres Jr., Christian Bernardi, Cláudia Stefenon, Dario Crespi, Juliano Perin, Luciano Vian, Samuel Cervi.

 Comitê editorial

Dr. Alberto Miele (Editor-Chefe), Dr. Carlos Eugênio Daudt, Dra. Cláudia A. Stefenon, Dr. Celito Crivellaro Guerra, Dr. Eduardo Giovannini, Dr. Erasmo José Paioli Pires, Dr. Jean Pierre Rosier, Dr. Luciano Manfroi, Dr. Maurilo Monteiro Terra, Dra. Regina Vanderlinde, Dr. Sérgio Ruffo Roberto e Dr. Vitor Manfroi

Vinícola Aurora celebra safra de alta qualidade

A Vinícola Aurora comemora a excelente qualidade das uvas colhidas até o momento.

 Já estão em processamento mais de 10 milhões de quilos de uvas viníferas precoces e americanas para elaboração de espumantes, vinhos e sucos de uva integrais. A estimativa é que a maior vinícola do Brasil receba 60 milhões de quilos até o final da safra.

 “Uma das melhores Pinot Noir dos últimos tempos”, avalia o enólogo Flávio Zílio, animado com a matéria-prima que tem nas mãos para a elaboração de espumantes e vinhos tranquilos varietais (como Aurora Procedências Brut Pinot Noir branco e Aurora Procedências Brut Rosé, que tem essa variedade predominante em sua composição). “A Chardonnay trouxe o frescor e a acidez na medida, e nos dará muitas possibilidades de elaborar vinhos que agradarão aos consumidores mais exigentes”, completa o enólogo, citando alguns como o Reserva Chardonnay, o Varietal Chardonnay e vários espumantes em que essa uva entra como protagonista, como o Aurora Procedências Chardonnay e o Aurora Brut, além dos Marcus James e rótulos das outras marcas do portfólio da vinícola. Com a matéria-prima de primeira, aliada à nossa alta tecnologia de elaboração e à experiência da vinícola, teremos com toda certeza grandes vinhos dessa safra.

 O gerente técnico, agrônomo Ludovino Bavaresco, acredita que as variedades médias (como Cabernet Franc e Malvasia, por exemplo), colhidas no meio da safra, e as tardias (como Cabernet Sauvignon, Tannat e as Moscato) também chegarão aos seus pontos máximos de maturação. “O efeito La Niña nos possibilita prever um verão seco na Serra Gaúcha – aspecto muito positivo para a maturação de todas as uvas – até meados de março, para quando prevemos o final da colheita”, explica.

 Cooperativa Vinícola Aurora

safra - Creditos - Wagner Meneguzzi

Visite o site: www.vinicolaaurora.com.br

SAC: 0800 701 4555

Após recorde de 2017, safra da uva deverá ficar dentro da média histórica

Depois de registrar a maior colheita da história do Rio Grande do Sul, com 753 milhões de quilos de uva em 2017, antecedida pela quebra de safra recorde em 2016, com perda de 57%, a vindima 2018 deverá ficar dentro da normalidade e chegar a cerca de 600 mil toneladas da fruta destinadas ao processamento. Produtores e indústria estão otimistas com o desenvolvimento da produção no campo até o momento. As condições climáticas e o manejo adequado realizado ao longo dos meses estão proporcionando às uvas boa qualidade e níveis altos de graduação de açúcar, o que deverá resultar, novamente, em ótimos vinhos, espumantes e sucos de uvas 100%.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e também presidente da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho/RS), Oscar Ló, as primeiras uvas para processamento começaram a ser colhidas na segunda quinzena de dezembro, cerca de 15 dias antes do período normal. “As variedades precoces estavam adiantadas por conta do pouco frio feito no inverno. A brotação começou antes, porém, as noites mais frias no mês de dezembro fizeram com que as variedades tardias estejam maturando no período considerado normal. Isso pode prolongar a safra gaúcha, fazendo com que até o término, em março, ela feche o ciclo. A previsão é de um volume 20% menor do que no ano passado, e, devido às regularidades das chuvas e as uvas estarem amadurecendo com clima mais seco, vamos ter uma excelente qualidade. O clima está mais seco, as uvas estão com a sanidade melhor”, avalia.

Marcio Ferrari, vice-presidente do Ibravin, coordenador da Comissão Interestadual da Uva e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha, explica que as precipitações ocorridas nos últimos meses de 2017 na Serra Gaúcha – região responsável por 85% da produção nacional – foram pontuais e não deverão prejudicar o volume total que será colhido em todo o Estado: “Tivemos algumas perdas em função da chuva de pedra, mas, de uma forma geral, essa diminuição de safra se dá em função da formação de cachos menores”, explica.

Segundo o Cadastro Vitícola, no Rio Grande do Sul são cultivadas 138 variedades de uva, entre viníferas (destinadas à produção de vinhos finos e espumantes) e uvas americanas e híbridas (reservadas à elaboração de vinhos de mesa e sucos). As principais regiões produtoras são: a Serra, a Serra do Sudeste, os Campos de Cima e a Campanha.

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FONTE: Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br

 

Ibravin elege novo Conselho Deliberativo

O advogado e administrador Oscar Ló foi eleito presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) para o biênio 2018/2019. Ló é presidente da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho) e foi indicado pela entidade para o cargo. O agricultor Marcio Ferrari, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha e coordenador da Comissão Interestadual da Uva, foi conduzido à vice-presidência para o período. A eleição segue o rodízio de entidades na direção do instituto e ocorre por consenso dos titulares.

O novo presidente – que ocupava a vice-presidência do Ibravin nos últimos dois, ao lado de Dirceu Scottá – projeta como uma das principais metas para o próximo biênio a inclusão de centenas de micro e pequenas vinícolas, que, segundo ele, será possível com a entrada em vigor do Simples Nacional para o setor e com a regulamentação da Lei do Vinho Colonial. “Está no nosso radar o trabalho de estímulo à formalização destas empresas, para que também possam acessar novos mercados, gerar receita e estarem devidamente regularizadas e aptas para atuarem”, antecipa. Oscar Ló cita como desafio a retomada do crescimento das vendas no mercado interno, bastante afetado pela crise econômica e pela quebra de safra de 2016. “Para que isso ocorra precisamos investir ainda mais na promoção dos nossos produtos, para que a informação sobre a qualidade dos nossos vinhos chegue ao consumidor”, receita.

Como representante das cooperativas no Conselho Deliberativo do Ibravin, Ló defende este modelo de produção, a busca constante pelo diálogo entre todos os elos da cadeia produtiva e uma valorização do produtor que trabalhe para entregar uma matéria-prima de qualidade. “Temos uma preocupação com a sustentabilidade do setor. A remuneração justa para o produtor que se preocupa com a qualidade da uva e que se especializa no cultivo de determinadas variedades ajuda na manutenção dos jovens no campo”, acredita.

Eleito vice-presidente, o agricultor Marcio Ferrari enxerga o fomento à assistência técnica para os produtores como um dos grandes objetivos para o próximo período. Ele acredita que a qualificação da produção passa pela consultoria de técnicos junto aos viticultores, muitas vezes atendidos apenas por vendedores de insumos ou de agroquímicos. “Uma das alternativas para termos recursos é por meio do Programa de Modernização da Vitivinicultura (Modervitis). É fundamental o acesso a novas tecnologias para produzirmos matéria-prima de qualidade, sermos remunerados de forma justa por essa entrega e, consequentemente, essa qualidade chega ao produto final que é destinado aos consumidores”, resume.

Ferrari acrescenta a implementação do Cadastro Vitivinícola Nacional e a necessidade de ampliar a fiscalização de vinhos – tanto nacionais quanto importados – como outras prioridades do setor para 2018 e 2019. “Precisamos coibir a entrada de produtos adulterados, que não seguem os padrões da legislação brasileira e internacional sobre vinhos, combater o contrabando que acaba colocando produtos em território brasileiro sem pagamento de impostos e, muitas vezes, de baixa qualidade”, propõe.

Anos marcados por safras históricas e Simples Nacional para vinícolas

Os anos de 2016 e 2017 ficarão registrados na história em função de duas safras atípicas, com quebra de 57% no primeiro e recorde no segundo período. O enólogo Dirceu Scottá, que ocupou a presidência do Ibravin nos últimos dois anos, ao fazer um balanço de sua gestão, concorda com a avaliação do novo presidente, Oscar Ló, e aponta a oficialização do Simples Nacional para o setor como uma das grandes conquistas do biênio. Scottá acrescenta o crescimento do enoturismo, os ganhos de imagem do vinho brasileiro nos mercados interno e externo e a consolidação dos espumantes e do suco de uva 100% como itens que podem ser comemorados. O dirigente também cita os grandes eventos que foram realizados no período, o 39º Congresso Mundial da Vinha e do Vinho e o III Simpósio Vinho e Saúde, como fundamentais tanto para a divulgação do Brasil como um importante país produtor e para a propagação dos benefícios dos produtos vitivinícolas para a saúde. “Tivemos grandes vitórias, mas precisamos avançar muito ainda quando pensamos em competividade. Temos uma carga tributária que representa mais de metade do valor do produto e entraves com a logística por estarmos num país de dimensões continentais. Também precisamos estimular ainda mais o acesso a novas tecnologias e a qualificação da matéria-prima”, sugere.

Scottá também menciona como avanços a criação dos comitês de Enoturismo, de Indicações Geográficas, de Espumantes e de Logística Reversa, que, segundo ele, são importantes para o debate e encaminhamento de ações para o desenvolvimento setorial. O dirigente destaca, ainda, a presença de vinhos brasileiros na mídia nacional, seja em programas jornalísticos ou de entretenimento, a ampliação das ações de qualificação setorial através do Programa Alimentos Seguros – PAS Uva para Processamento, em parceria com Senar (para viticultores) e Sebrae (para as micro e pequenas vinícolas). “Encerramos nossa gestão com um trabalho fundamental de revisão do Posicionamento Estratégico das marcas coletivas Vinhos do Brasil, 100% Suco de Uva do Brasil e Wines of Brasil, buscando um alinhamento para a comunicação setorial e a retomada do crescimento nas comercializações no mercado interno”, conclui.

Entenda o funcionamento dos Conselhos Gestores do Ibravin

O Conselho Deliberativo do Ibravin é formado 11 titulares e 11 suplentes indicados por oito entidades representantes da indústria, das cooperativas e dos produtores rurais – que se revezam na presidência –, mais o governo do Rio Grande do Sul. O grupo se reúne pelo menos uma vez por mês para discutir as demandas do setor e as ações do Ibravin. A cada dois anos ocorre a eleição para a presidência e vice-presidência do Conselho. A administração das verbas do Ibravin é acompanhada pelo Conselho Fiscal, formado por três membros, indicados pelo Conselho Deliberativo. Os Conselhos Fiscal e Deliberativo são eleitos em Assembleia Geral.

Os Conselhos Gestores do Ibravin são compostos pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), Associação Gaúcha de Vinicultores (Agavi), Comissão Interestadual da Uva, Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi/RS), Sindicato da Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho/RS), Sindicato Rural de Caxias do Sul (Sindrural-Caxias) e União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra).

Composição do Conselho Deliberativo do Ibravin 2018/2019

Comissão Interestadual da Uva
Titulares: Marcio Ferrari e Mércia Fugalli
Suplentes: Cedenir Postal Moacir Mazzarollo

Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho)
Titulares: Oscar Ló e Hélio Marchioro
Suplentes: Hermínio Ficagna e Ismar Pasini

União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra)
Titular: Deunir Argenta
Suplente: Gregório Salton

Associação Gaúcha de Vinicultores (Agavi)
Titular: João Carlos Zanotto
Suplente: Leocir Luvison

Associação Brasileira de Enologia (ABE)
Titular: Carlos Abarzúa
Suplente: Dirceu Scottá

Sindicato da Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho/RS)
Titular: Gilberto Pedrucci
Suplente: Eurico Benedetti

Sindicato Rural de Caxias do Sul (Sindrural-Caxias)
Titular: Renato Antônio Formolo
Suplente: Antônio Pedro Michelon

Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi/RS)
Titular: Ricardo do Nascimento
Suplente: Adoralvo Schio

Conselho Consultivo
Titular: Daniel Panizzi (representando a Associação de Produtores de Vinhos de Pinto Bandeira – Asprovinho)
Suplente: René Ormazabal Moura (representando a Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha)
Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br