Grupo de Fruticultura CAV/UDESC e Vinícola Villa Francioni realizam Dia de Campo sobre Poda de uvas viníferas

O grupo de Fruticultura da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV/UDESC – Lages), sob coordenação dos professores doutores Leo Rufato e Aike Kretzschmar, vem atuando desde 2005 em projetos que visam atender as demandas do setor produtivo da vitivinicultura em regiões de elevada altitude. Dentre os projetos desenvolvidos estão a regulação da capacidade produtiva da videira em relação ao manejo da poda da videira.

Nesse sentido, visando capacitar estudantes, engenheiros agrônomos e vitivinicultores das regiões de altitude, bem como divulgar resultados de pesquisa desenvolvidos pelo grupo, foi realizado um Dia de Campo sobre poda de uvas viníferas. O evento ocorreu na última quarta-feira (30/08), nos vinhedos da Vinícola Villa Francioni, que ao longo dos anos vem sendo uma grande parceria do grupo de Fruticultura no desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados ao setor vitícola da região.

Com a participação de 50 pessoas, o professor Leo Rufato e os doutorandos em produção vegetal Douglas Würz e Ricardo Allebrandt abordaram de forma teórico-prática conceitos e técnicas sobre a poda da videira; a influência da carga de gemas no desempenho vegetativo e produtivo de uvas viníferas; e uma nova tecnologia para atraso de brotação de uvas viníferas.

De acordo com os organizadores do evento, a ideia é, ao longo do ciclo de desenvolvimento vegetativo da videira, realizar novos eventos como este, com objetivo de divulgar dados de pesquisa que auxiliem na tomada de decisão dos vitivinicultores em relação ao manejo da videira.

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Cave subterrânea, a novidade da Larentis

Quem aprecia vinhos finos de qualidade e está sempre em busca de novas experiências, agora pode contar com mais uma novidade no Vale dos Vinhedos. A Vinhos Larentis, conhecida por atrações como o Piquenique nos Vinhedos, a Colheita Noturna, Um dia de poda e por suas visitas guiadas com degustação em barricas, agora também conta com uma cave subterrânea, onde descansam seus vinhos, antes de ir para o mercado. A novidade pode ser visitada, por enquanto sem custo, por quem passa pela vinícola.

 Além de ser mais uma opção enoturística, a cave subterrânea também é sinônimo de qualidade na taça. “Com este investimento avançamos ainda mais no tratamento dado a cada vinho. Vamos seguir neste caminho, de aperfeiçoar cada vez mais nossa produção para proporcionar uma experiência sensorial única”, destaca o enólogo André Larentis. “Quem conhece nossos produtos degusta na taça o nosso trabalho e agora vai poder conferir mais um avanço”, complementa.

 Movida pelo compromisso de seguir investindo na evolução de seus produtos, a Larentis decidiu fazer a cave justamente porque o local oferece condições ideais de temperatura natural para o amadurecimento dos vinhos. O ambiente é naturalmente mais frio, com temperatura constante e, totalmente escuro, o que beneficia a evolução dos vinhos, melhorando tanto na parte gustativa quanto olfativa. O resultado são vinhos mais complexos e elegantes.

 Com capacidade para abrigar 80 mil garrafas e 150 barricas, a cave acolhe todos os vinhos da Larentis, especialmente os de guarda das linhas Gran Reserva, Cepas e Reserva. Cada garrafa, dependendo do tipo de vinho, pode permanecer no ambiente de 6 meses, no caso dos mais jovens, até 18 meses.

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FONTE: Conceito com Brasil

Brasil traz 51 prêmios do Vinus 2017

Os vinhos do Brasil ultrapassaram a barreira dos 50 prêmios conquistados em um único concurso de vinhos. Desta vez, foram 51 medalhas, vindas do 14º Concurso Internacional de Vinos y Licores Vinus 2017, que integra o Ranking Mundial Wine 2017. Mais de 450 amostras de 17 países foram avaliadas por um grupo de 42 jurados. Do Brasil, foram degustadores os enólogos Antonio Czarnobay e  Michel Zignani diretores da Associação Brasileira de Enologia (ABE) e a jornalista Mirian Spuldaro.

 O concurso foi realizado nos dias 7 e 8 de agosto, em Mendoza, na Argentina. Amostras da Argentina, Austrália, Brasil, Bolívia, Colômbia, Espanha e do México conquistaram Medalhas de Ouro Duplo por terem atingido mais de 92 pontos. O Brasil conquistou 12 Medalhas de Ouro Duplo, 21 de Ouro e 18 de Prata, superando os 45 prêmios alcançados no mesmo concurso no ano passado. A entrega oficial dos prêmios será realizada no dia 14 de setembro, quando também serão conhecidos os vencedores nas categorias: Campeão Internacional Vinus 2017, Campeão Vinhos Tintos, Campeão Vinhos Brancos, Campeão Vinhos Espumantes, Campeão Vinhos Doces, Campeão Destilados de Origem Vínica e a Melhor Série de cinco vinhos no concurso.

A cada edição, o concurso Vinus reúne profissionais da enologia, sommeliers, jornalistas e amantes do vinho para avaliarem amostras de diversos lugares do mundo, conhecendo as particularidades de diferentes terroirs.

 PREMIAÇÕES

 Medalha de Ouro Duplo

Aurora Espumante Moscatel Branco – Cooperativa Vinícola Aurora

Aurora Espumante Moscatel Rosé – Cooperativa Vinícola Aurora

Bueno Cuvée Prestige 2012 – Vinícola Galvão Bueno

Bueno Paralelo 31 2013 – Vinícola Galvão Bueno

Casa Valduga Espumante Brut 130 –  Casa Valduga Vinhos Finos

Garibaldi Espumante Chardonnay – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Garibaldi Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Peterlongo Presence Espumante Brut  – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Peterlongo Presence Espumante Moscatel – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Ponto Nero Espumante Moscatel – Domno do Brasil

Salton Prosecco 2017 – Vinícola Salton

Zanotto Espumante Moscatel – Vinícola Campestre


Medalha de Ouro

Aracuri Cabernet Sauvignon 2012 – Aracuri Vinhos Finos

Aracuri Campos Altos Cabernet Sauvignon 2013 – Aracuri Vinhos Finos

Aracuri Espumante Brut Chardonnay 2016 – Aracuri Vinhos Finos

Aurora Chardonnay 2017 – Cooperativa Vinícola Aurora

Casa Valduga Espumante Moscatel 2016 – Casa Valduga Vinhos Finos

Casa Valduga Leopoldina Merlot 2014 – Casa Valduga Vinhos Finos

Casa Valduga Origem Merlot 2016 – Casa Valduga Vinhos Finos

Chalet Du Clermont Chardonnay 2017 – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Garibaldi Vero Espumante Brut  – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Garibaldi Vero Espumante Brut Rosé – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Lunar Perfetto Espumante Brut Rosé – Famiglia Zanlorenzi

Lunar Perfetto Espumante Prosecco Brut – Famiglia Zanlorenz

Marcus James Espumante Brut – Cooperativa Vinícola Aurora

Peterlongo Elegance Espumante Brut – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Peterlongo Presence Espumante Rosé Natural – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Ponto Nero Celebration Moscatel – Domno Do Brasil

Ponto Nero Espumante Brut Rosé – Domno Do Brasil

Procedências Espumante Pinot Noir – Cooperativa Vinícola Aurora

Salton Paradoxo Brut – Vinícola Salton

Séries By Salton Rosé Brut – Vinícola Salton

Zanotto Espumante Brut – Vinícola Campestre

 

Medalha de Prata

Aracuri Merlot 2012 – Aracuri Vinhos Finos

Aurora Espumante Brut – Cooperativa Vinícola Aurora

Aurora Reserva Cabernet Sauvignon 2016 – Cooperativa Vinícola Aurora

Bueno Bellavista Pinot Noir 2014 – Vinícola Galvão Bueno

Casa Valduga Identidade Gran 2012 – Casa Valduga Vinhos Finos

Garibaldi Espumante Prosecco – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Panizzon Cabernet Sauvignon 2014 – Sociedade De Bebidas Panizzon

Panizzon Chardonnay 2017 – Sociedade De Bebidas Panizzon

Panizzon Espumante Chardonnay Brut 2017 – Sociedade De Bebidas Panizzon

Panizzon Espumante Prosecco Brut 2017 – Sociedade De Bebidas Panizzon

Panizzon Sauvignon Blanc 2017 – Sociedade De Bebidas Panizzon

Peterlongo Elegance Espumante Nature – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé –  Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Peterlongo Privilege Espumante Brut – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut – Estabelecimento Vinícola Peterlongo

Ponto Nero Espumante Brut – Domno Do Brasil

Procedências Espumante Brut Rosé – Cooperativa Vinícola Aurora

Zanotto Merlot 2012 – Vinícola Campestre

Fonte: Conceito com Brasil

Abastecimento do mercado de vinhos no Brasil apresenta crescimento de 3% no primeiro semestre

O abastecimento do mercado de vinhos no Brasil registrou um crescimento de 3% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2016. Foram cerca de quatro milhões de litros a mais, entre os produtos estocados e os que estão disponíveis nas prateleiras, nos primeiros seis meses. Os dados foram apurados pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e levam em conta as operações envolvendo os vinhos nacionais e a importação de rótulos estrangeiros. De janeiro a junho foram 142.384.337 litros, enquanto que nos primeiros seis meses de 2016 ocorreu a comercialização de 138.256.246 litros pelas vinícolas brasileiras e importadores.

Mesmo com a liderança do vinho brasileiro no mercado interno, que detém cerca de 65% de participação – incluídos os vinhos de mesa, finos e espumantes –, o maior crescimento ocorreu nas importações de vinhos. Houve um aumento de quase 40% na entrada de produtos estrangeiros no país, enquanto que o desempenho do vinho nacional teve um recuo de aproximadamente 10%.

O presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, destaca que a entrada de produtos da safra deste ano – que ultrapassou os 750 milhões de quilos – pode impulsionar um resultado melhor para o vinho brasileiro em comparação com o primeiro semestre. De acordo com o dirigente, a venda direta ao consumidor, ligada às visitas em vinícolas com projetos voltados ao enoturismo, está entre as apostas para a retomada das vendas no mercado interno. “Estamos atravessando um período de dificuldade na competição com os rótulos importados nas grandes redes de supermercados, muitos com grandes volumes de importação direta. Tivemos um aumento no mercado de vinhos, mas que está sendo melhor aproveitado pelos importados, que conseguem ser mais competitivos, trabalham com as redes desenvolvendo marcas próprias para elas e ainda partem dos países de origem com preços mais baixos devido a incentivos à vitivinicultura que possuem”, explica.

Segundo o presidente, entretanto, o aumento na entrada de produtos vitivinícolas no mercado não está sendo sucedido por um incremento no consumo. “Muitas redes estão com estoques cheios e não estão dando vazão a este aumento que ocorreu na compra neste período”, contextualiza.

O diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, pondera que a alta nas importações pode ter ocorrido em função de aumentos das Margens de Valor Agregado (MVA), utilizadas no cálculo do Imposto de Circulação de Mercadorias (ICMS), previstos neste primeiro semestre para alguns estados. “De algum modo isso pode ter ocasionado um movimento de antecipação de importações com o objetivo de reduzir o impacto do aumento da carga impositiva”, observa o dirigente. Para Paviani, o baixo desempenho dos vinhos brasileiros no primeiro semestre é resultante, ainda, da queda de produção no ano passado, quando ocorreu uma quebra de safra de 57%. “Para o segundo semestre, quando um volume maior de vinhos produzidos nesta safra entrarem no mercado, a tendência é termos um desempenho melhor do que o primeiro”, completa.

Já Scottá lembra que a entrada em vigor do Simples Nacional para as micro e pequenas vinícolas a partir de 2018 deverá refletir em melhores resultados em médio prazo. “Permitirá a formalização de mais empresas, facilitará essa venda direta e pode dar um fôlego extra às vinícolas de pequeno porte”, acredita. Contudo, o presidente afirma que é necessário insistir na pauta de redução de tributos para que o vinho nacional se torne mais competitivo e recupere espaço em gôndola, na visibilidade e retome índices positivos de vendas. Atualmente, os encargos tributários podem ultrapassar metade do preço final de uma garrafa de vinho.

Oscar Ló, vice-presidente do Ibravin, prevê uma recuperação na venda de espumantes no segundo semestre, na esteira das festas de final ano. Com relação aos vinhos tranquilos, Ló projeta um período que deverá ser de melhores resultados para o produto nacional. “Isso porque o mercado estava abastecido com vinho importado em função da quebra de safra que limitou a oferta de vinho brasileiro. A tendência, agora, é que esses estoques se normalizem, os preços se estabilizem e voltemos a ocupar a fatia de mercado que vínhamos ocupando até 2016”, explica.

A perspectiva dos dirigentes de melhores resultados no segundo semestre é corroborada pela série histórica dos últimos cinco anos. Com exceção do ano de 2016, quando houve quebra de safra, as vendas no segundo semestre foram 30% superiores, em média, em comparação com os primeiros seis meses de 2012 a 2015.

Confira o desempenho de vendas no 1º semestre deste ano

  • Vinhos brasileiros (mesa e vinífera): 88 milhões de litros, de janeiro a junho, o que representa queda de 9,6% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram comercializados 97,4 milhões de litros.
  • Espumantes brasileiros: 3,9 milhões de litros vendidos, queda de 13,4% na comparação com o primeiro semestre de 2016, quando foram comercializados 4,5 milhões de litros.
  • Sucos de uva prontos para o consumo: 44,8 milhões de litros, queda de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior
  • Total global (todos os produtos vitivinícolas brasileiros): venda de 156,9 milhões de litros, queda 8,6% em relação ao primeiro semestre de 2016.
  • Importação de vinhos: 48,4 milhões de litros, aumento de 37,9% em relação a 2016.
  • Importação de espumantes: 1,93 milhões de litros, crescimento de 79,58%.
  • Exportação de vinhos: 1 milhão de litros, alta de 37,7% frente ao ano anterior.

Algumas curiosidades sobre o mercado de vinhos

  • São Paulo é o principal mercado consumidor do país. De janeiro a junho, as vinícolas gaúchas comercializaram 25,2 milhões litros para o estado, ou seja, 27,3% das vendas de vinho gaúcho são para o estado mais populoso do país. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente. Paraná, Bahia, Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina e Distrito Federal completam o top ten do mercado de vinhos no Brasil.
  • Se forem considerados apenas os vinhos finos (elaborados com uvas Vitis viniferas), o crescimento de mercado foi ainda mais significativo – de mais de 22%, contabilizando os importados e nacionais.
  • Os Estados Unidos é maior mercado consumidor de vinhos no mundo. De acordo com dados mais recentes da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), foram consumidos 31 milhões de hectolitros (3,1 bilhões de litros).
  • O consumo per capita de vinhos no Brasil é de cerca de dois litros e vem se mantendo estável na última década, ocupando a 20ª colocação. Portugal está no topo entre os países de maior consumo, com 54 litros por habitante. Em segundo lugar está a França, com 51,8 litros, e a Itália, com 41,5 litros. Entre os países da América do Sul, os destaques são a Argentina, com 31,6 litros per capita, e o Chile, com 14,7 litros.
  • Quem disse que vinho tinto não combina com calor? Mesmo a maior parte do território brasileiro estar sob clima tropical, são os vinhos tintos que lideram – com folga – a comercialização de produtos vitivinícolas no mercado interno. Somente no primeiro semestre foram vendidos mais de 76 milhões de litros, o que corresponde a mais de 80% do volume total. Vinhos brancos, com 13%, e os espumantes, 4,3%, completam a lista dos principais produtos comercializados nos primeiros seis meses do ano.    1503666686-

FONTE: Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br   

Espumantes brasileiros vencem desafio às cegas no Rio Wine and Food Festival

Em uma prova às cegas, os espumantes brasileiros mostraram, mais uma vez, que têm qualidade internacional. No entardecer desta quinta-feira (24), oito rótulos nacionais foram colocados à prova junto à exemplares emblemáticos de outros países na terceira edição do “Desafio Brasil x Resto do Mundo”. A atividade ocorreu no Clube Naval Piraquê, no Rio de Janeiro (RJ), e integrou a programação do Rio Wine and Food Festival.

Cerca de 30 degustadores, entre profissionais e enófilos, elegeram no ranking quatro espumantes verde-amarelos, sendo a primeira colocação para um rótulo de Pinto Bandeira (RS). Confira o resultado:

1º lugar – Cave Geisse Extra Brut 2013, Brasil
2º lugar – Viapiana 575 dias, Brasil
3º lugar – Prosecco Le Coste Lapieve, Itália
4º lugar – Cava Anna de Codorníu, Espanha
5º lugar – Champagne Taittinger Brut Reserve, França
6º lugar – Marques de Marialva Baga Blanc de Noir, Portugal
7º lugar – Prosecco Sperone, Itália
8º lugar – Valduga 130, Brasil

Na primeira edição do “Desafio Brasil x Resto do Mundo” o Brasil também ficou com a primeira colocação, representado pelo espumante Estrelas do Brasil. Já na edição passada, o rótulo Chandon Brut ficou em segundo lugar.

Só na última década, os espumantes brasileiros já conquistaram mais de 1,5 mil condecorações em concursos internacionais

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FONTE: http://www.ibravin.org.br/Noticia/espumantes-brasileiros-vencem-desafio-as-cegas-no-rio-wine-and-food-festival/306

Profissionais do vinho encerraram a degustação de seleção da 25ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2017. Resultado será conhecido dia 23 de setembro

Durante oito dias, 118 enólogos convidados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), participaram da degustação de seleção da 25ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2017, que encerrou nesta quinta-feira, 24, às 11h30min. Num ritual que seguiu normas internacionais, eles degustaram as 327 amostras inscritas por 59 vinícolas de seis estados brasileiros (BA, MG, PR, RS, SC e SP). O resultado será conhecido por um público formado por 850 apreciadores no dia 23 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, quando acontece a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo.

 As degustações foram realizadas em Bento Gonçalves, no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, responsável pela coordenação técnica do evento. Os enólogos foram divididos em oito grupos. Cada grupo degustou por dois dias amostras em todas as categorias: branco fino seco aromático, branco fino seco não aromático, tinto fino seco, tinto fino seco jovem e base para espumante.

 “A degustação de seleção é sempre um importante momento de atualização profissional, mas também de reencontro com colegas. A troca de informações e a prática em si da degustação permite que possamos avançar enquanto profissionais da arte de transformar a uva em vinho”, destaca o presidente da ABE – entidade promotora -, enólogo Edegar Scortegagna, que mesmo sem degustar as amostras acompanhou os trabalhos de perto. Segundo ele, a diversidade representada nesta edição permite avaliar o terroir de cada região e que variedades melhor se adaptam a cada uma. “O Brasil é muito grande e o número de regiões produtoras também, cada uma com sua potencialidade, o que é muito bom”, ressalta.

 A 25ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2017 superou os números das quatro últimas edições. A representatividade da safra será conhecida no dia 23 de setembro. Gente de todos os estilos e procedências, mas que tem em comum o fascínio pelo mundo do mundo, degustarão 16 amostras selecionadas entre os 30% mais representativos da Safra 2017.

 Inscrições do público

O grande momento do vinho brasileiro é quando o grande público participa da última etapa da Avaliação, degustando as 16 amostras selecionadas entre os 30% mais representativos. Para participar dessa experiência única, considerada a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo, os interessados deverão se inscrever no site www.enologia.org.br. O período para as inscrições abre dia 29 de agosto, às 8h30min.

 O investimento para associado é de R$ 250. Não associados pagam R$ 310. A partir deste ano, a Fundaparque, administradora do Parque de Eventos onde ocorre a Avaliação, passará a cobrar R$ 10 para o estacionamento de carros e R$ 5 de motos. A cobrança será aplicada a todos os veículos que acessarem o parque, oferecendo cobertura de seguro, além de atuar com uma equipe responsável pela orientação e segurança do local.

 Enólogos participantes

Ademir Brandelli, Adriano Miolo, Alberto Miele, Alejandro Cardozo, Altair Ferreira, Anderson de Cesaro, Anderson Schmitz, André De Gasperin, André Donatti, André Larentis, André Peres Jr., André Prasniski, Ângela Rossi Marcon, Antonio Czarnobay, Augusto Stuani Salvador, Bem-Hur Rigoni, Bruna Cristófoli, Bruno Motter, Carlos Abarzúa, Carlos Zanus, Cedenir Fortunati, Celito Guerra, Christian Bernardi, Claudia Stedenon, Clóvis Boscato, Cristian Ambrosi, Daiane Badalotti, Daniel Dalla Valle, Daniel De Paris, Daniel Salvador, Darci Dani, Dario Crespi, Deise Tem-Pass, Delto Garibaldi, Dirceu Scottá, Eder Caldart, Eduardo Bridi, Eduardo Dorigon, Edvaldo Gallon, Ernando Bortolini, Fábio Góes, Firmino Splendor, Firmino Splendor Júnior, Flávio Novello, Flávio Zílio, Franco Francescatto, Gabriel Carissimi, Gabriela Poletto, Gilberto Cargnel, Gilberto Simonaggio, Gilson Berselli, Giseli Scopel, Irineo Dall’Agnol, Ismar Pasini, Ivo Prezzi, Jaime Fensterseifer, Jamur Mascarello, Jatir Dequigiovanni, Jefferson Sancineto Nunes, João Carlos Taffarel, João Valduga, Joice Seidenfus, Jorge Cattani, José Venturini, Juciane Casagrande, Juliana Rossatto, Júlio Meneguzzo, Jurandir Nosini, Laércio Spadari, Larissa Dias Ávila, Leandro Santini, Leonardo Feyh, Luciano Manfroi, Luciano Scomazzon, Luciano Vian, Lucindo Copat, Luiz Pozza, Magnos Basso, Maixol Zanella, Maiquel Vignatti, Marciel Vian, Marcio Bonotto, Márcio Brandelli, Márcio Dallé, Marco Salton, Marcos Gabbardo, Marcos Vian, Maria Inês Balsan, Maria Regina Flores, Mario Lucas Ieggli, Monica Caldart, Nauro Morbini, Nelson Rotta Randon, Neuri Bruschi, Paula G. Schenato, Paulo Giacomini, Paulo Rotava, Paulo Tesser, Plínio Manosso, Regina Vanderlinde, Ricardo Morari, Roberto Lazzarini, Roque Zílio, Rudimar Lorenzet, Rudinei Pauletti, Samuel Cervi, Sandi Marina Corso, Sérgio De Costa, Silvério Salvatti, Thomas Bolzan, Tiago Lazzarotto, Tiago Luvison, Tiago Tonini, Vagner de Vargas Marchi, Valter Joel Ferrari, Vanderlei Gazzi, Vanessa Stefani Pasquali e Vitor Manfroi

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ABS-RS promove masterclass com Fernando Seixas em Porto Alegre

O capítulo gaúcho da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS) promoverá uma masterclass exclusiva com Fernando Seixas em Porto Alegre. O diretor geral da Taylor´s, uma das mais ilustres casas produtoras de vinhos do Porto, ensinará as diferenças entre os estilos da bebida na palestra intitulada “The PortWine Experts”. O Casual Gastrobar receberá a atividade no dia 25 de agosto.

Seixas pertence aos quadros da Taylor’sFladgatePartnership – proprietária das marcas Taylor’s, Fonseca, Croft e Krohn – desde 2009 e é o responsável comercial e de marketing para os mercados da América do Sul, América central e África. Na oportunidade, serão degustados rótulos de diferentes modalidades como Chip Dry, LBV (Late BottledVintage),  Select, 10 Anos, 20 Anos e Tawny reserva 325 Anos, de edição limitada.

Criada há mais de três séculos, em 1692, a Taylor’s é uma das mais antigas casas de comércio do vinho do Porto que se dedica exclusivamente à produção de vinho do Porto. É muito respeitada como produtor de vinhos do Porto envelhecidos em madeira e detém uma das maiores reservas de vinhos raros envelhecidos em casco, da qual se destacam os distintos vinhos do Porto Tawny de idade. A casa também é conhecida como a criadora do LBV, um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor.

SERVIÇO
Data: 25 de agosto de 2017, sexta
Horário: 20h

Local:

Casual Gastrobar, em Porto Alegre

Rua General Câmara, 424

 Investimento:

Público geral: R$ 190 – Link de inscrição: https://pag.ae/bhmVwWM

Sócios ABS-RS: R$ 30 – Link de inscrição: https://pag.ae/bcmVwPd

 Seixas

Taís Dihl – .DOC Assessoria de Comunicação