Safra de uva entra na fase final no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, as últimas uvas da safra 2017 devem ser colhidas no início de abril, nas regiões mais altas do Estado. Mas, para a grande maioria dos viticultores, a vindima já está praticamente encerrada. Segundo estimativa da Comissão Interestadual da Uva, aproximadamente 90% do volume produzido para processamento já ingressou nas vinícolas. E, de acordo com projeções feitas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a safra gaúcha deve contabilizar aproximadamente 700 mil toneladas. O total superou a estimativa inicial do setor, de 600 mil toneladas, e representa um aumento de 133% sobre a vindima de 2016.

No ano passado, o Rio Grande do Sul registrou uma quebra histórica, de 57% no volume colhido. O montante atual se aproxima do desempenho de 2015, quando não houve registro de interferências climáticas desfavoráveis. A maior safra registrada no Estado foi a de 2011, com 709,6 mil toneladas (veja quadro abaixo). “O ciclo vegetativo registrado até dezembro foi excelente. A floração, brotação das gemas, formação dos cachos foram muito bons, assim como a sanidade das uvas”, analisa João Carlos Taffarel, pesquisador da Embrapa, presidente da Associação Farroupilhense de Vinhos (Afavin) e membro do Conselho Deliberativo do Ibravin.

Apesar do bom desempenho na fase inicial, em termos de qualidade, a safra deve ficar dentro da normalidade. Mesmo com temperaturas mais altas registradas no período de maturação e colheita, as chuvas registradas a partir da metade de dezembro diminuíram a irradiação solar, o que não favoreceu a tomada de grau dos frutos. “O resultado não está igual em todas as regiões, porém, as variedades mais precoces e, principalmente, as tardias das regiões mais altas, estão excepcionais. E, de uma forma geral, quem fez um bom manejo dos parreirais, teve boa uva”, observa Moacir Mazzarolo, representante da Comissão Interestadual da Uva no Conselho Deliberativo do Ibravin. Entre as uvas colhidas no período citado por Mazzarolo estão as utilizadas como base para espumante, como a Chardonnay e a Pinot Noir, e as tintas como Tannat, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc.

O diretor executivo da Federação das Cooperativas Vinícolas do Estado do Rio Grande do Sul (Fecovinho), Helio Marchioro, também menciona que a recuperação de volume da safra atual ajudou tanto os produtores de uva como os de vinho. “O preço mínimo subiu, não sobrou uva nos vinhedos e as vinícolas equilibraram os estoques de passagem”, observa o executivo.

FONTE: http://www.ibravin.org.br/Noticia/safra-de-uva-entra-na-fase-final-no-rio-grande-do-sul/246

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Concurso grego reconhece qualidade de espumantes brasileiros

Entre os dias 1º e 3 de março, a cidade de Thessaloniki, na Grécia, foi palco do 17º Thessaloniki International Wine Competition, concurso de vinhos que conta com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Nesta edição, foram 783 amostras oriundas do Brasil, Itália, Chipre, Eslováquia, Turquia, Grécia, Alemanha e Hungria. E o corpo de jurados, composto por 42 provadores de 13 países, concedeu medalha de Prata a três amostras brasileiras.

 O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Samuel Cervi, esteve no evento representando o Brasil, único país sul-americano convidado a compor o júri nesta edição do concurso. “A comprovada e crescente qualidade dos espumantes brasileiros continua a despertar interesse de jornalistas, sommeliers e experts ligados ao mundo do vinho”, conta Cervi.

 Há mais de duas décadas a ABE realiza o envio de amostras para concursos nacionais e internacionais, cumprindo seu papel na divulgação dos vinhos e espumantes produzidos no Brasil.

 Vinhos Premiados

Medalha de Prata

Espumante Garibaldi Moscatel Rosé – Coop. Vinícola Garibaldi

Espumante Giuseppe Garibaldi Extra Brut – Coop. Vinícola Garibaldi

Zanotto Espumante Brut – Vinícola Campestre

Thessaloniki - foto divulgação

Cadeia de negócios do enoturismo comemora resultados da 4ª Vindima de Altitude

A quarta edição da Vindima de Altitude, encerrada no domingo (26), movimentou a economia entre a Serra e o Meio Oeste, onde estão instaladas as vinícolas, no mês de março, período considerado de baixa temporada na região. Toda a cadeia de negócios do enoturismo – vinícolas, rede de hospedagem, restaurantes e comércio – sentiu o reflexo positivo do evento, que recebeu cerca de 55 mil participantes, o mesmo número de 2016.
“Em relação ao público, repetir o desempenho do ano passado é excelente”, afirma Guilherme Grando, presidente da Vinho de Altitude Produtores Associados, entidade realizadora da festa em celebração à colheita das uvas. “Tivemos uma demanda maior de visitantes, que somente não pode ser atendida por causa da ainda pequena rede de hospedagem regional”, diz. “Também temos de comemorar porque não sentimos o reflexo da crise econômica que tem afetado o Brasil nos últimos meses”. Segundo ele, “a Vindima de Altitude está consolidada no calendário turístico do Estado” e faz parte da estratégia para combater a sazonalidade.
Na Vinícola D´Alture, de São Joaquim, o resultado é comemorado, segundo o proprietário Roberto Chaves Soto, que inaugurou durante a Vindima um bistrô, primeira parte de um projeto de receptivo que está sendo desenvolvido e que inclui ainda restaurante, sala de degustação e hospedagem. “Inicialmente, iríamos abrir apenas nos finais de semana para almoço e jantar, mas em função da grande procura passamos a atender diariamente, a partir da segunda semana de março”, conta ele. O público maior também gerou incremento na venda dos rótulos, cerca de 30% no ticket médio.
Instalada em Campo Belo do Sul, a Vinícola Abreu Garcia também ampliou a agenda para atender o interesse dos visitantes, com quatro outras datas além dos quatro sábados previstos e lotou todos os dias. Foram, em média, 60 pessoas por final de semana, o dobro registrado no ano passado. “Com esse resultado positivo já estamos planejando novidades para 2018, com passeios mais curtos para ampliar as opções e o número de visitantes”, afirma o proprietário Ernani Garcia. “A Vindima está numa crescente”, comemora. Na Villaggio Grando, em Água Doce, o incremento foi de 20% no número de visitantes e também no faturamento da vinícola. “O resultado comprova que há um interesse cada vez maior pelo enoturismo catarinense de altitude”, afirma Guilherme Grando.
 
Restaurantes e hospedagem
O Restaurante Pequeno Bosque, em São Joaquim, é outro exemplo de bons negócios e de contratação de mão de obra. A proprietária Sílvia Lemos conta que a Vindima de Altitude já entrou no planejamento anual da empresa. “Esperamos pelo evento porque, antes deles, o movimento era muito fraco nessa época do ano”. Em março, ela praticamente dobrou a equipe de funcionários, contratando cinco temporários, que se juntaram aos seis regulares, para atender o maior número de clientes. “O primeiro final de semana foi um pouco mais fraco, mas nos outros ficamos lotados entre sexta e domingo”. Sílvia destaca ainda a importância da realização do Festival Sabores de Altitude, pelo Sebrae/SC, no qual os restaurantes participantes prepararam menu especial, com ingredientes regionais e preços promocionais. “É um grande diferencial para o período da Vindima e agrega muito valor”, comenta.
No complexo turístico Snow Valley não foi diferente. A ocupação dos 16 leitos, divididos em quatro cabanas, alcançou o índice de 80%, o dobro para o normal desta época do ano. Na parte de alimentação, foram duas operações: a tradicional, do restaurante e café, que atendeu com capacidade máxima, e uma criada especialmente para o período da Vindima de Altitude, com almoços e jantares harmonizados nas sextas e sábados. “Tivemos 70% de ocupação, neste segundo caso, o que considero um sucesso em razão do modelo de negócio que oferecemos: um local mais exclusivo, com pratos preparados por chef internacional e preços diferenciados”, afirma o proprietário Daniel Scortegagna Pagani.
O empresário defende que a Vindima de Altitude “construiu uma ponte” de negócios entre o verão e o inverno na região. “Antes, março era um vazio, principalmente em relação à hospedagem, pois a gente saia de um fevereiro em alta e só voltava a ter movimento em abril, em função da Páscoa e, depois a temporada de inverno”, lembra.
A 4ª Vindima de Altitude foi uma realização da Vinho de Altitude – Produtores e Associados e Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, com apoio da Souza Cruz, BRDE, Sebrae/SC e Governo do Estado (por meio da Sol e Santur).
Vinhos de altitude - foto Rodrigo Nunes - divulgação

Competitividade do vinho brasileiro é debatida com ministro da Fazenda

As condições de competitividade do vinho brasileiro perante o importado foram debatidas com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na manhã desta sexta-feira (24), em Brasília. O deputado federal Mauro Pereira abriu a audiência solicitando ao ministro e aos secretários da Receita Federal, Jorge Rachid, e de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida, uma atenção especial ao setor vitivinícola para a redução da carga tributária, em especial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O parlamentar citou o grande volume de produtos que deverá resultar da safra deste ano e a necessidade de criar um cenário mais favorável para a retomada de crescimento na comercialização.

No encontro, os dirigentes apresentaram a Meirelles os efeitos da mudança na forma de cobrança do tributo e do aumento de alíquota. Entre eles, a retração de 18% nas vendas em 2016, o aumento no descaminho (contrabando) e, consequentemente, perda de competitividade perante os produtos importados. A reunião foi agendada pelo deputado federal Mauro Pereira, que coordena a Frente Parlamentar de Defesa e Valorização da Produção Nacional de Uvas, Vinhos, Espumantes e Derivados, e contou com representantes do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) e Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA).

Para o presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Dirceu Scottá, a reunião foi positiva por ter apresentado ao ministro e aos secretários a queda nas vendas de vinho brasileiro no mercado interno e o aumento de  12,5% nas importações.  De acordo com Scottá, a proposta é que a alíquota baixe para 6% e, posteriormente, seja fixada em 5%. “Entendemos que esse ponto é fundamental para voltarmos a sermos competitivos”, disse. Meirelles solicitou, ainda, informações mais detalhadas de como é a tributação de vinhos em outros países.

Do setor vitivinícola participaram da reunião o diretor de Relações Institucionais do Ibravin, Carlos Paviani, o diretor executivo da Associação Gaúcha de Vinicultores (Agavi), Darci Dani, o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, Humberto Cereser, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Videira (SC) e representante da Comissão Interestadual da Uva, Celso Testolin, o diretor executivo do Ibrac, Carlos Lima e a presidente-executiva da ABBA, Raquel Salgado. Os secretários municipais da Fazenda de Caxias do Sul e de Desenvolvimento Econômico de Bento Gonçalves, José Alfredo Duarte Filho e Sílvio Pasin, respectivamente, também estiveram na comitiva.

Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br

Projeto prevê modernização do Laboratório de Referência Enológica

A modernização do Laboratório de Referência Enológica (Laren) do Rio Grande do Sul é o principal objetivo de um projeto encabeçado pelo setor vitivinícola junto ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM). Nesta semana, Sonia González e Thaís Palermo Buti, representantes do Fundo, e Silvia Drummond, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, estiveram no laboratório, em Caxias do Sul (RS), para dialogar com integrantes de entidades do segmento e viabilizar o andamento da iniciativa. O valor total do projeto é de US$ 5,9 milhões, incluindo a contrapartida das proponentes. O Laren é mantido com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi).

Para o titular da pasta, Ernani Polo, o fortalecimento do Laren deverá beneficiar toda a cadeia produtiva vitivinícola. “A modernização do laboratório representa muito para a Secretaria da Agricultura e para o setor como um todo, pois teremos um refinamento dos processos que envolvem a enologia no RS, com repercussões diretas no produto final a ser disponibilizado ao consumidor. Sem dúvida um avanço para nossa vitivinicultura, que já é de excelência”, reforça.

O responsável técnico do Laren, Plinio Manosso, explica que a modernização da unidade inclui a compra de equipamentos para a disponibilização de novos métodos de análise, a qualificação dos técnicos, contratação de pessoal e melhorias no espaço físico do laboratório. Entre os novos métodos, Manosso destaca a possibilidade de incorporação do teste de Ressonância Magnética Nuclear, que permite a identificação da origem do álcool presente nos produtos. Outra verificação que será possível é a que identifica resíduos de agrotóxicos acima do permitido, além da presença de metais pesados em vinhos e sucos. “Em geral, essa modernização vai beneficiar o setor por termos um controle maior da qualidade dos nossos produtos, já que também poderemos melhorar e padronizar com os países do Mercosul alguns métodos de análise”, acredita.

O diretor Técnico do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Leocir Bottega, lembra que a padronização é importante para uniformizar itens como a medição do teor de açúcar presente nos produtos e a consequente classificação como seco, demi sec ou suave, entre outras características importantes de serem conhecidas pelos diferentes países produtores e mercados. “A proposição de parcerias, de cooperação técnica com laboratórios dos demais países do Mercosul pode ajudar a estabelecermos um padrão único”, acredita. Bottega acrescenta que a modernização do Laren, com a inclusão de novos métodos de análise, pode ajudar no controle mais efetivo dos vinhos brasileiros comercializados no mercado interno, dos produtos destinados à exportação e dos vinhos importados.

O projeto está na primeira fase de avaliação pelo FOCEM. A previsão para a aprovação, repasse de recursos e início do processo de qualificação do laboratório deverá ocorrer nos próximos meses.
Além de funcionários do Laren, incluindo o coordenador Gilberto Carnieli, participaram das reuniões a chefe da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do RS (Seapi), Fabiola Boscaini Lopes e o secretário executivo Fundovitis, Ricardo Nascimento.

Sobre o FOCEM        
O FOCEM destina-se a financiar programas para promover a convergência estrutural, desenvolver a competitividade e estimular a coesão social, em particular das economias menores e regiões menos desenvolvidas, além de apoiar o funcionamento da estrutura institucional e o fortalecimento do processo de integração do Mercosul. O Brasil é o maior contribuinte, aportando 70% dos recursos do Fundo. A Argentina é responsável pela integralização de 27% do montante; o Uruguai, pela contribuição de 2%; e o Paraguai, de 1%.

Assessoria de Imprensa Ibravin: www.ibravin.org.br

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Safra de 2017 da Guatambu Estância do Vinho destaca os brancos e o tannat

A Guatambu Estância do Vinho terminou a colheita da safra de uvas na sexta-feira, 17 de março, com as uvas Cabernet Sauvignon e Tannat, que são as variedades de ciclo mais longo. No total foram colhidas 118 toneladas de Chardonnay, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Tempranillo, Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon.

 Segundo a Eng. Agrônoma e enóloga, Gabriela Pötter, o clima da safra 2017 apresentou temperaturas máximas mais baixas do que as safras 2015 e 2016 durante o verão, sobretudo no mês de fevereiro, segundo dados da Estação Meteorológica Automática instalada na Estância Guatambu, em Dom Pedrito, RS, e, além disso, também ocorreram precipitações acima da média histórica da região da Campanha. “Foi um clima instigante, podemos dizer, mas que ao mesmo tempo nos surpreendeu, pois as uvas produzidas foram de excelente qualidade, embora tenha exigido mais trabalho nos tratos culturais” – comenta.

 O destaque deste ano serão os vinhos bases para espumante, os vinhos brancos, e, dentre as uvas tintas, a Tempranillo e Tannat. “Com certeza para a Guatambu a safra 2017 ficará marcada por grandes vinhos Tannat” – comemora Gabriela. Conforme a agrônoma, os vinhos Tannat da Guatambu estão em fase final de fermentação e maceração e produziram em média 14,5% de graduação alcóolica, devido à alta concentração de açúcar contida nas uvas.

 Outra característica que chamou a atenção em todas as variedades foi que seus cachos produziram bagas menores e com casca muito espessa. Como na casca está concentrada a grande parte de polifenóis da uva, certamente os vinhos tintos terão altíssima concentração destes antioxidantes, que conferem seu perfil aromático, e são os grandes responsáveis pela cor, corpo e sabor dos vinhos.

 “Por todos estes motivos a Guatambu está comemorando esta safra, e ainda nos possibilitou elevar um pouco os estoques de vinhos que estavam muito baixos” – acrescenta Valter José Pötter, diretor-proprietário da vinícola.

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Realizada a 1ª edição da Colheita de Santa Rita na Vila Açoriana da Fazenda

Em gratidão e honra às suas tradições familiares e de fé, a Vinícola Fazenda Santa Rita celebrou no dia 18/03, a 1ª edição da Colheita de Santa Rita. Todas as bênçãos proporcionadas pela Santa Padroeira da Fazenda foram lembradas e agradecidas, em uma comemoração especial a mais uma safra abençoada, farta de frutos saudáveis e de altíssima qualidade.

Divididos em dois grupos, cerca de 30 visitantes de diferentes regiões do país participaram desta 1ª edição que foi conduzida pelo proprietário Sr. Agamenon Lemos de Almeida e pela equipe de profissionais da Vinícola Fazenda Santa Rita.

Ao chegar na Vila Açoriana, os grupos foram saudados, após dirigidos à Capela onde receberam as bênçãos do Pe. Evaldo Petry e uma breve explanação sobre Santa Rita. Puderam também saber mais sobre a história cultural da capela que é uma réplica da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a qual está localizada na Lagoa da Conceição em Florianópolis/SC.

Em seguida, seguiram pelos vinhedos para receber explicações técnicas e participar simbolicamente da colheita, ponto alto do encontro, onde receberam tesouras para que pudessem realizar cada um a sua colheita, levando como lembrança as uvas colhidas.

Logo depois, adentraram à Vinícola para uma visita guiada pelo sr. Agamenon, que fez as honras da casa apresentando desde os maquinários até o processo da chegada da uva ao seu engarrafamento em forma de vinho. E claro, receberam todo o contexto histórico e cultural da Vinícola, sendo exibidas as obras de arte que se encontram no local. Ao final, foi realizada degustação e harmonização de vinhos com pratos da culinária açoriana, assinados pelo chef Giordano Tarso.

Conforme um dos visitantes, Gil Karlos Ferri, que veio de Anita Garibaldi/SC com sua família para o passeio, a recomendação para visitar a Vinícola será realizada. “Adoramos a recepção, o alto astral da equipe, a sabedoria do sr. Agamenon, a interação do grupo, os ótimos acompanhamentos, e claro, os excelentes vinhos! Recomendamos e faremos a divulgação da vinícola para os amigos.” Já, a vacariana, Andréia Duarte, que visitou pela segunda vez a Vinícola, disse ter ficado ainda mais encantada com a carga cultural existente na Vila Açoriana. “Fantástico! Adorei a qualificação e a surpresa. Que bom que estão sempre inovando e promovendo o resgate cultural.”

Se você também quer conhecer a Vila Açoriana da Fazenda, entre em contato conosco pelo telefone (54) 3232.0563 ou pelo email contato@vinicolafazendasantarita e faça sua reserva para as próximas visitações. Ou, para ir saciando a sua curiosidade, acesse o site www.vinicolafazendasantarita.com.br e conheça a história e o acervo cultural da Vinícola.

Colheita de Santa Rita 2 - ARTUR ALEXANDRE

FONTE: Assessoria de Comunicação: Agência Six Interfaces