Guatambu Champenoise Extra Brut 2012: Elegância vinda do Pampa!

A Vinícola Guatambu é uma das Vinícolas destaque no Brasil. Elaborando vinhos e espumantes da mais alta qualidade.

Esse Espumante, elaborado pelo método Champenoise, permaneceu 12 meses em contato com as leveduras.

Apresenta uma coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados. Perlage fina, abundante e constante.

Qualidade Olfativa  destacada, predominando as notas de pêra, cítrico, damasco e a casca de pão.

Em boca possui uma acidez viva e marcante, refrescante e com boa cremosidade. Persistência alta. retrogosto predominando notas cítricas e maçã verde, e as notas vindas da levedura.

Um espumante equilibrado, que tem potencial para evoluir ainda mais.

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O Primeiro Vinho do Brasil

Você já se perguntou quem foi o responsável por trazer o vinho para o Brasil e implantar as primeiras mudas de uva? Acha que foram os Italianos? Errado! Foram os portugueses e bem no começo da história do Brasil.

Foi um fidalgo português de nome Brás Cubas, nascido na região do Porto em Portugal (região vitivinícola famosa), que trouxe as primeiras mudas de videiras ao Brasil no ano de 1531, com a expedição de Martim Afonso de Sousa. Certamente um enófilo, Brás Cubas não cogitou abandonar a “terrinha” sem trazer consigo pelo menos uma garantia de bons momentos. Ao que se sabe tinha ele conhecimentos sobre a elaboração do vinho.

Mas chegando ao Brasil, nem tudo foi fácil, mesmo tendo cultivado às videiras na capitania de São Vicente, fundada por ele na Sesmaria que ganhou da Coroa Portuguesa, a planta acabou que não se adaptou ao litoral nordestino, e foi preciso transferi-la para o planalto na região sudeste . Foi aí que começou, em São Paulo, nas proximidades do Tatuapé, a primeira produção brasileira de vinho, pelo empenho de Brás Cubas.

Porém, essa produção foi bem pequena e pouco representativa. A elaboração, ao que se sabe também, só não foi ampliada por falta de incentivo das autoridades portuguesas, que estavam mais interessadas em vender o vinho português no Brasil, ao invés de elaborar vinhos no país. Sendo assim, foi somente no sul do país, séculos depois, com a imigração italiana, que o cultivo da uva teve grande repercussão inciando o mercado vitivinícola brasileiro.

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Fonte: http://wineforbrazil.com.br/o-primeiro-vinho-do-brasil/

Quem é mais antigo, o vinho ou a cerveja?

A eterna briga entre os fãs de vinho e cervejaé a resposta de quem é mais antigo. Uma coisa não anula a outra, por uma bebida ser mais velha não quer dizer que ela é melhor, porém, se você está aqui, é porque quer saber qual delas é a mais antiga. Então vamos lá!

As bebidas fermentadas a partir de frutas ou mel, como o vinho, por exemplo, podem ter sido as primeiras fontes de álcool acessíveis aos animais pré – históricos, por serem resultado de um processo natural ao qual assistimos até hoje. A importância do álcool na dieta dos animais já foi matéria de pesquisa e de estudo de vários antropólogos, biólogos e cientistas de diferentes especialidades. Na raiz da questão está a necessidade de energia para sobrevivência. O que a ciência nos ensina é que açúcar e álcool são as fontes calóricas mais acessíveis aos vertebrados, desde as moscas e pássaros até os primatas e humanos. Na natureza, as frutas são naturais reservas de substâncias que se transformam em açúcar durante o processo de amadurecimento; já os micro-organismos presentes no ar se alimentam desse açúcar, através do fenômeno conhecido como fermentação e, daí, produzem álcool. Uma tribo que colhesse e armazenasse frutas estava sujeita a “produzir” álcool da mesma forma, sem intenção explícita, apenas abandonando-as até que apodrecessem e fermentassem. Há indícios de acúmulo de sementes de uvas em sítios arqueológicos que foram datadas com carbono 14 por volta de 8000 a.c. A cervejaaparece com a agricultura na Suméria há mais ou menos 6000 a.c. Portanto o vinho é mais antigo do que a cerveja. O processo fermentativo existe há mais de 10000 a.c, pois é um processo natural, diferente da cerveja que é um processo da cultura humana.

Há quem diga, da mesma forma, que a cerveja pode ter surgido como resultado de uma seqüência fortuita de acontecimentos. A colheita de grãos de cereais armazenada em potes ou vasos deve ter sido encharcada por alguma tempestade, o que provocou o início do processo de germinação e transformação de amido em açúcar. Em seguida, provavelmente, esses grãos germinados devem ter sido postos para secar, talvez com o objetivo de serem recuperados. Nova chuva, novo encharcamento, advém ao responsável pelo estoque a ideia de perda da colheita e, conseqüentemente, o abandono da mistura. Os micro-organismos presentes no ar fazem seu trabalho e o caldo azeda – temos álcool, ou melhor, cerveja – na sua forma mais primitiva.

Curiosidades

É verdade que o vinho é a bebida mais antiga da humanidade, resultado da fermentação natural da fruta, no caso a uva. Provavelmente o ancestral do vinho nasceu da fruta caída no solo, fermentando naturalmente.

É verdade também que a cerveja é milenar, mas ela é produto da cultura humana, ou seja, surgiu junto com a agricultura.

Um dos relatos mais antigos da humanidade é a Epopéia de Gilgamesh, dos antigos babilônios, onde a referência à cerveja é claríssima.

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Fonte: http://wineforbrazil.com.br/quem-e-mais-antigo-o-vinho-ou-cerveja/

Suquificador Integral é a nova alternativa para a produção de suco integral de uva em pequena escala

O Suquificador Integral foi pensado e projetado para ser de fácil uso e resolver o problema de mais de cinquenta mil pequenos produtores no Brasil, que atualmente produzem cerca de oito milhões de litros de sucos de uva e outras frutas utilizando o método da panela extratora por arraste de vapor, no qual há acréscimo de água ao produto final, o que altera sua composição e classificação.

Segundo estimativa de João Carlos Taffarel, supervisor do Setor de Prospecção, Gestão e Avaliação de Tecnologias da Embrapa Uva e Vinho, o novo equipamento deverá ser comercializado a R$ 15 mil e com a elaboração de cinco mil litros de suco por safra, o investimento será pago em até quatro anos. “É um valor elevado em comparação às tradicionais panelas por arraste, mas bastante inferior se compararmos com o sistema tubo a tubo, que produz um suco integral, sem agregação de água, mas em maiores volumes”, analisou.

Para Celito Guerra, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e um dos desenvolvedores do novo produto, o  lançamento foi mais um dia dentro do processo de desenvolvimento do Suquificador, que já durou mais de três anos. “A  tecnologia tem um grande potencial para ser bastante utilizada e produzir um suco de qualidade superior, substituindo as panelas extratoras, que já há cinco décadas ajudam os produtores”, pontuou o pesquisador.

Hygino Bitarello, diretor da Monofrio, falou sobre a grande satisfação e a parceria de longa data com a empresa de pesquisa e colocou-se à disposição para receber sugestões para melhorar ainda mais a invenção. “Foi uma grata satisfação  conseguir fazer um equipamento que vale  a pena. Já estamos pensando em melhorias, como outros aparelhos periféricos para serem usados com o Suquificador”, anunciou Bitarello durante o seu pronunciamento.

O chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Mauro Celso Zanus, falou sobre a importância crescente do consumo dos  sucos integrais e destacou a importância da parceria entre a Embrapa e a Monofrio no desenvolvimento do equipamento. “A aproximação entre empresas públicas e privadas é um grande desafio no Brasil, mas é fundamental. A Embrapa está disposta a ampliar a relação com o setor privado na vertente da inovação tecnológica, por acreditar que muitos serão os avanços”, avaliou Zanus.

O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Dirceu Scottá, parabenizou a equipe pelo lançamento direcionado aos pequenos produtores. “É importante que vocês tenham abraçado a ideia e desenvolvido todas as pesquisas, análises e o próprio  equipamento que irá auxiliar a produzir um suco de maior qualidade”, comentou Scottá.

“O suquificador tem tudo para dar certo como uma alternativa para o pequeno produtor”,  avaliou de  Enio Todeschini, extensionista da Emater-RS/Ascar, presente no evento.

O Suquificador Integral foi projetado para a elaboração de suco integral de uva, mas já foi testado e aprovado para a elaboração de suco de outras frutas, como framboesa, morango, amora e mirtilo, respeitadas as especificidades de cada matéria-prima.

A nova tecnologia foi registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e apresentada aos produtores, que poderão encomendá-la diretamente na Monofrio, empresa  responsável por sua comercialização.

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O processador (suquificador integral) é aparato indispensável para a elaboração de suco de uva integral em pequena escala. O mesmo funciona por energia elétrica monofásica. Pode ser carregado com até 70 kg de uvas desgranadas e esmagadas. É construído em aço inoxidável AISI 304, com soldas rebaixadas e montado de forma inclinada (aproximadamente 30°), sobre estrado de aço tubular e sobre rodas, para facilitar o deslocamento. Possui camisa dupla contendo líquido aquecedor em seu interior. Na parte interna, é constituído por tambor perfurado que contém as uvas a serem processadas na elaboração de suco. O referido tambor gira ao redor de um eixo central, facilitando a homogeneização das uvas esmagadas. O processador é comandado por sistema eletrônico que permite a regulagem da temperatura e do tempo de aquecimento, bem como da velocidade e do regime de giro do tambor interno. Possui válvula de liberação da pressão e válvula inferior para retirada do suco. Possui as seguintes medidas: altura total – 143 cm; altura do corpo – 73 cm; peso líquido total – 112 kg; diâmetro externo do corpo – 59 cm; diâmetro do cesto giratório interno – 44 cm. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.

 

O Paradoxo Francês

As virtudes benéficas do vinho vêm sendo discutidas em diversos meios, e foi à divulgação do Paradoxo Francês, em 1991, que despertou a atenção sobre o assunto vinho e saúde.

Durante um programa de televisão dos Estados Unidos, o cientista francês Serge Renaud mostrou que estudos epidemiológicos em escala mundial demonstravam que os franceses apresentavam 2,5 vezes menos mortes por doenças coronárias que os americanos, sendo que os franceses são mais sedentários, fumavam mais e consumiam mais gorduras saturadas.

Diante desse fato, observou-se que o consumo moderado de vinho poderia ser a explicação para esse fato. O paradoxo foi posteriormente publicado na revista The Lancet, uma das revistas médicas mais bem conceituadas no mundo, o que contribuiu para o aumento do consumo de vinhos tintos, principalmente nos Estados Unidos e que deu origem a uma série de estudos sobre os benefícios do vinho sobre a saúde humana.

Essa informação causou grande impacto. Até então, o que a ciência nos ensinava é que ingerir bebidas alcoólicas era tão prejudicial quanto fumar. Com esses dados um conceito científico teria que ser mudado

Passados mais de 20 anos, milhares de pesquisas confirmaram os dados do Dr. Renaud. Inúmeros estudos explicam os mecanismos pelos quais essa proteção acontece e evidenciam outros efeitos favoráveis do vinho, como a longevidade e a neuroproteção.

Nos vinhos já foram identificados aproximadamente de 200 polifenóis e cerca de 95% tem origem nas cascas e sementes das uvas.  E é por isso que os vinhos tintos são considerados melhores para a saúde, pois são fermentados em contato com a casca, o que permite maior extração de substâncias benéficas o organismo humano.

De qualquer modo todas as bebidas alcoólicas, se consumida em excesso, aumentam a exposição a uma vasta gama de fatores de risco. Nesse sentido, o vinho também causa problemas quando consumido além dos limites. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de uma taça diária de vinho (em torno de 100 ml). Porém não existe uma regra fixa que estabeleça o limite de consumo de álcool por uma pessoa, pois isso é dependente de uma série de fatores inerentes ao individuo, como idade, sexo, estado emocional, e o próprio limite de tolerância ao álcool.

Estudos feitos a partir do Paradoxo Francês mostram que é possível agregar ao prazer de beber benefícios para a saúde. Mas para isso é necessário que se faça junto com as refeições, de maneira regular e moderada, e somente se não houver contraindicação ao consumo de bebidas alcoólicas.

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