13 celebridades que produzem vinhos

Cada vez mais celebridades se rendem aos encantos do vinho. E não apenas como apreciadores da mais nobre das bebidas. Muitos famosos decidiram apostar no negócio e passaram a produzir seus próprios rótulos. Alguns deram início a sua produção há bastante tempo, como o cineastra Francis Ford Copolla, enquanto outros ainda estão começando, como a bela Drew Barrymore, a menininha de ET que virou uma das Panteras. Listamos 13 celebridades que lançaram vinhos próprios, produzidos em diferentes lugares do mundo.

Galvão Bueno

O narrador esportivo mais conhecido do Brasil produz vinhos no Rio Grande do Sul e na Itália. Empresário vitivinícola desde 2006, Galvão Bueno criou seu rótulo, o Bueno Wines, em uma vinícola na cidade de Campanha Gaúcha. Depois migrou para a Itália, onde produs os Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino na região da Toscana. Todos os vinhos foram elaborados pelo enólogo frânces Michel Rolland.

Andrés Iniesta

Além de comandar com maestria o meio de campo do Barcelona, o jogador Andrés Iniesta possui a vinícola Bodega Iniesta, na Espanha. Com produção desde 2010, o craque produz seus próprios vinhos e os comercializa na cidade de Albacete. O que ganha destaque é o Finca el Carril Hechicero, feito com quatro tipos de uvas, incluindo Syrah e Cabernet Sauvignon.

Brad Pitt e Angelina Jolie

  •     Anos atrás, Brad Pitt e Angelina Jolie compraram o Chateau Miraval, na França. A propriedade de 1.000 hectares veio acompanhada por uma vinha, o que permitiu ao casal de atores ganhar dinheiro com a nova casa. Depois de comprar a propriedade, Brad e Angelina se encontraram com a família Perrin e criaram um vinho rosé chamado Miraval. Quando o vinho foi lançado via internet, esgotou-se em menos de cinco horas.

 Andrea Bocelli

Na Itália, o cantor Andrea Bocelli – o artista que mais vendeu discos de música clássica no mundo – mantém uma vinícola própria. Baseada em Lajatico, na Toscana, a Bocelli Family Wines é uma empresa familiar cujos donos atuais são os irmãos Andrea e Alberto Bocelli. O enólogo da casa é o renomado Paolo Caciorgna. Recentemente, o cantor lançou dois vinhos, um Sangiovese in purezza, feito com uvas colhidas à mão em Morellino di Scansano, e um Prosecco Extra Dry feito em conjunto com o produtor Trevisiol. A casa já produzia um Cabernet Sauvignon chamado In Canto, um corte de Sangiovese e Cabernet batizado de Alcide e um vinho feito com vinhas velhas de Sangiovese cujo nome é Terre di Sandro. Na mesma propriedade, a família Bocelli produz vinhos há 130 anos.

Francis Copolla

Um veterano na produção de vinhos é Francis Ford Coppola. Em 1975, com o dinheiro obtido graças ao sucesso dos dois primeiros filmes da série “O Poderoso Chefão”, o diretor comprou uma propriedade histórica no Vale do Napa, a Inglenook. E passou boa parte das últimas décadas lutando para devolver ao local os dias de glória que já viveu. Para tanto, não mediu esforços. Em 2011, abriu o cofre e contratou Philippe Bascaules, diretor de enologia do Château Margaux. No mesmo ano, conseguiu finalmente comprar os direitos sobre o nome Inglenook, que passou a batizar a propriedade, em substituição a Rubicon Estate, que Coppola usava desde que comprou o lugar. “Há uma tese que defende que o dono de uma vinícola faz parte do terroir. Este é o espírito que me levou a gastar boa parte do meu tempo no ano passado trabalhando pelo futuro da Inglenook, incluindo a contratação de Philippe Bascaules, a recuperação das vinhas e o planejamento da nova adega”, disse Coppola na ocasião.

 

 Matthew Bellamy e Kate Hudson

Crescendo em torno de uma família viticultora, a atriz Kate Hudson possui juntamente com seu ex-noivo Matt Bellamy, guitarrista e vocalista da banda MUSE, a vinícola Hudson Bellamy Wines. Tudo começou em 2011, quando o antigo casal foi convidado por um amigo para colher uvas em Santa Rita, na Califórnia. A marca possui três vinhos: A Little Time (feito de Sauvignon Blanc), Que Syrah Syrah (um Rosé of Syrah) e Common Ground (produzido com Pinot Noir).

 

Drew Barrymore

A atriz Drew Barrymore, famosa pelo personagem que interpretou em “ET – o extraterrestre” e “As Panteras”, juntou-se ao produtor Wilson Daniels, em 2012, e foi até o norte da Itália para encontrar um vinho “vivo, seco e frutado”, feito com a uva Pinot Grigio. “O vinho é como uma jornada, e o que vale é o caminho e a chance de descobrirmos novos lugares, pessoas e variedades de uva”, filosofou a atriz, que faz questão de repartir a bebida com os amigos, a família e até os fãs.

Sting

O baixista britânico Sting, compositor do hit ‘’Message in the Bottle’’, deixou de se dedicar somente à música. Em 2011, o músico comprou a vinícola Tenuta Il Palagio na Toscana, Itália. Todos os vinhos de Sting são nomeados com nomes de músicas. Seu vinho mais famoso, o Sister Moon é uma mistura de Carbenet Sauvignon, Merlot e Sangiovese.

 

Donald Trump

O pré-candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, possui a Trump Winery, sua vinícola no estado da Virginia. Em uma recente coletiva de imprensa, afirmou possuir a maior vinícola da Costa Leste, que produz um vinho tão bom quanto qualquer outro no mundo. A Trump Winery dispõe de um hotel e salas de degustação. A propriedade produz espumantes, vinhos brancos e tintos. As vinhas contam com plantações de uvas brancas e vermelhas como, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sémillon e Viognier. Das vermelhas, são cultivadas as Bordeaux clássicas de Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon e Malbec. Em 2015, Donald afirmou à imprensa que não fazia uso de álcool.

 

Madonna

Em parceria com seu pai, Silvio Ciccone, pop star Madonna possui a Ciccone Vineyard and Winery, que está localizada em Leelanau Peninsula, Michigan, Estados Unidos. A adega começou em 1996 e é composta por 14 hectares de Pinot Noir, Pinot Grigio, Chardonnay, Dolcetto e outros tipos de uvas. Em 2013, dois vinhos da cantora ganharam medalhas de prata e bronze em um concurso Internacional de vinhos.

Gérard Depardieu

O ator frânces Gérard Depardieu possui vinhedos no Vale do Loire e investimentos conjuntos com Bernad Magrez, incluindo as vinícolas La Croix de Peyrolie e Lussac St-Emilion e o restaurante Le Bien Decidé, em Hérault Languedoc. Em entrevista ao jornal The Mirror, em 2014, o ator declarou que bebe sempre que está entediado, exceto em momentos de abstinência compulsória. “Depois de passar por cirurgia e por causa do colesterol, tenho que tomar cuidado”, diz. Depardieu falou que começa o dia bebendo Champagne e vinho tinto antes das 10 da manhã. Depardieu admitiu que seu médico já se mostrou preocupado diante desses hábitos. “Eu não vou morrer. Não agora. Mas se começo a beber eu não consigo beber como uma pessoa normal. Eu posso tomar 12, 13,14 garrafas de vinho por dia”.

Jay Z

Jay Z comprou, em 2014, a marca de champagne Armand de Brignac, fazendo uma oferta simplesmente irresistível à Sovereign Brands, dona da marca. O rapper sempre foi um dos maiores fãs e representantes da Armand de Brignac, tanto que até algumas garrafas já apareceram em um dos clipes do cantor, da música Show Me What You Got. Em 2012, Jay-Z montou uma torre de 350 garrafas de Champagne da marca para uma festa em sua boate em NY, em homenagem ao presidente Barack Obama.

Jack Ma

Jack Ma, fundador e presidente da Alibaba e o homem mais rico da China, iniciou uma campanha para adquirir vinícolas de Bordeaux, começando pelo castelo Château de Sours, uma propriedade de 198 hectares em Entre-Deux-Mers. Todas as negociações aconteceram em Luxemburgo e em Hong Kong. O bilionário pagou mais de US$ 16 milhões, três vezes o valor de castelos semelhantes. Localizado na cidade de Saint-Quentin-de-Baron, Sours é um típico castelo de 1785. O magnata comprou o castelo de Martin Krajewski, que permanecerá na propriedade como um consultor.
Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/conheca-13-celebridades-donas-de-vinhedos_10597.html#ixzz45LqupNXw

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A Hungria e seus vinhos

Quem conhece as aventuras do Barão de Münchhausen há de se lembrar como ele faz seu mensageiro correr a pé, velozmente, de Constantinopla a Viena, ida e volta, para trazer Tokaji ao sultão turco. Deixando de lado o evidente exagero, a passagem ilustra como o doce vinho húngaro já era famoso na Europa do século XVIII. Na realidade, os vinhos botritizados de Tokaji-Hegyalja têm sido sinônimos de vinho húngaro desde o século quinze, época bem anterior, portanto, ao surgimento do Sauternes e dos vinhos doces da Renânia.

PAPAS, CZARES E RAINHAS

Consta que o Tokaji tenha sido apresentado ao Papa Pio IV no Concílio de Trento, em 1560, por um prelado húngaro. Além disso, a corte dos czares russos o manteve em suas adegas por anos a fio até a revolução comunista. O dístico da Imperatriz Maria Teresa da Áustria, rainha da Hungria e da Boêmia, costumava referir-se ao Tokaji da seguinte maneira: nullun vinum nisi hungaricum (em portugês, nenhum outro vinho, a não ser o húngaro). Não quer dizer, porém, que a vinicultura limita-se a eles.

VINHOS SECOS

Os vinhos secos do vale do Danúbio, do Lago Balaton e de Eger têm história, importância e personalidade própria. O consumo, contudo, restringia-se às regiões de origem e à área metropolitana de Budapeste. Nas proximidades dessa bela capital, por exemplo, a elaboração de espumantes é notável nos dias de hoje e fazem a festa da multidão de turistas que passam por aí. As crises e as guerras dos séculos XIX e XX e a satelitização da Hungria concorreram para empanar o brilho da vinicultura húngara até a segunda metade do século XX.

PRIVATIZAÇÕES E CAPITAIS

Com a implosão do sistema soviético, a vinicultura na Hungria passou a se reorganizar. Não somente sua marca mais famosa, mas também aquelas dos vales fluviais e das colinas do Balaton, o maior lago de água doce da Europa, mereceram atenção do País e do exterior. A atual política de aproximação com o ocidente levou a Hungria a não se apoiar somente nos vinhos doces. O talento dos vinhateiros locais e a existência de boas uvas viníferas nativas, cultivadas em clima e solos apropriados, atraíram capitais externos.

Assim, se por um lado os espanhóis do Vega Sicilia, a seguradora francesa AXA, o grupo inglês liderado por Hugh Johnson e os japoneses da Suntory instalaram-se em Tokaj-Hegyalia, por outro, a casa Antinori, da Toscana, colocou Szekszard, no Danúbio, no mundo do vinho, e a alemã Henkell elabora espumantes em Budafok.

NOVIDADES

A reação inicial deuse com a presença nos anos 1990 dos flying winemakers, entre eles Hugh Ryman e Kym Milne, que, seguindo a tendência globalizante, aclimataram castas francesas e prepararam brancos de Chardonnay e Sauvignon Blanc e tintos de Cabernet, Merlot e Pinot Noir.

Tais vinhos lastreavam-se no gosto internacional uniformizado e não tiveram o sucesso desejado em termos competitivos.

Afinal de contas, os húngaros já dispunham de um tesouro de castas nativas tradicionais, como as brancas Furmint e Harslevelu, e as tintas Kadarka e Kekfrankos.

A moderna vinicultura da Hungria conquista seus nichos de mercado através de vinhos marcadamente húngaros, porém modernizados, como o Bikavér de Szeksard, o Egri Bikavér, de Eger, os tintos encorpados de Villany e os brancos, incluindo Rieslings, de Badacsony, no Lago Balaton.

E para não deixar de graça: Bikavér (em português, sangue de touro) é um nome histórico húngaro da época das invasões turcas do século XVI. Ele refere- se a manchas vermelhas nos uniformes dos soldados, indicando aos seus inimigos que eles se prepararam bebendo sangue de touro. O vinho Bikavér procura repetir tal robustez.

Os mais caros e desejados Vinhos do Mundo

O que faz de um vinho um grande vinho? E o que faz dele um vinho caro? O tema é repleto de controvérsias. Entretanto, existem alguns pontos comuns entre aqueles que são considerados os maiores vinhos do mundo, aspectos esses que determinam se uma garrafa é especial e se vale o preço estampado em sua etiqueta. Mas isso vamos discutir na matéria a seguir.

Resumidamente, vinhos caros são produzidos com ingredientes de altíssima qualidade a partir de processos rigorosamente definidos em pouca quantidade, são capazes de resistir ao tempo, são reconhecidos e aclamados por críticos no mundo todo, são feitos por produtores de grande renome etc.

Fizemos uma lista de 10 grandes nomes que estão entre os vinhos mais caros e cobiçados do mundo. Cinco deles são os Premières Grand Cru de Bordeaux, classificação “por qualidade” feita em 1855, a pedido de Napoleão III. Os outros também são franceses de grande destaque. Contudo, podemos ter uma lista ainda maior.

1. CHÂTEAU HAUT-BRION (TINTO)

Haut-Brion é uma das mais antias vinícolas de Bordeaux, com as primeiras referências datando de 1423. Único vinho fora da região de Médoc (fica em Graves), em Bordeaux, classificado como Premier Grand Cru em 1855. Considerado por diversos críticos como o melhor vinho dentre os cinco Premier Cru.

2. CHÂTEAU LAFITE ROTHSCHILD (TINTO)

Classificado como o primeiro dos Premières Grand Crus em 1855, a pequena e elegante vinícola é sinônimo de riqueza, prestígio, história, respeito e é conhecida por produzir vinhos de notável longevidade. Uma garrafa de 1787 deste vinho já foi leiloada por US$ 160 mil.

3. CHÂTEAU LATOUR (TINTO)

Também um Premier Grand Cru, Latour tem o perfil clássico característico dos tintos da região de Pauillac, considerado por muitos o mais potente dos cinco grandes. Uma garrafa magnum da safra de 1961, por exemplo, já foi vendida por US$ 62 mil. Uma curiosidade: por volta do século XVII, Lafite, Mouton e Latour pertenceram a um mesmo dono, o Marquês de Segur, dito “Príncipe dos Vinhos”.

4. CHÂTEAU MARGAUX (TINTO)

Junto com o Château Lafite, Margaux é o mais estiloso e aristocrático dos Premières Grand Crus. Poderoso e elegante, sua estrutura lhe garante grande longevidade. Gioacchino Rossini, um dos mais famosos compositores italianos de ópera chegou a compor uma canção em homenagem a este vinho.

5. CHÂTEAU MOUTON ROTHSCHILD (TINTO)

Desde o fim da II Guerra Mundial, os rótulos desse Premier Grand Cru são marcados por obras originais de artistas contemporâneos, convidados especialmente pela vinícola. Nomes como Salvador Dalí (1958), Joan Miró (1969), Marc Chagall (1970), Pablo Picasso (1973) e Andy Warhol (1975) já adornaram suas garrafas.

6. PÉTRUS (TINTO)

Produzido em Pomerol, o Pétrus é um dos tintos lendários de Bordeaux, ainda que não seja um Premier Grand Cru (não existe classificação oficial para os vinhos do Pomerol). O vinho apresenta potência, volume e taninos firmes, mas elegantes. Ele se tornou especialmente conhecido depois que a Rainha Elizabeth II se encantou com o vinho e ele foi servido em seu casamento e em sua coroação.

7. CHÂTEAU CHEVAL BLANC (TINTO)

Sem dúvida, um dos mais profundos vinhos de Bordeaux, classificado como Premier Grand Cru Classé A da região de Saint-Émilion. Cepas: Cabernet Franc e Merlot. Ganhou mais notoriedade no filme “Sideways” e também em “Ratatouille”. Uma garrafa de 6 litros já foi vendida por mais de US$ 300 mil em leilão recente.

8. CHÂTEAU D’YQUEM (DOCE)

Indiscutivelmente, o melhor vinho doce da França. Rico, potente e exótico. Celebrado por escritores como Vladmir Nabokov, Fiodor Dostoievski, Marcel Proust, Júlio Verne, Alexandre Dumas Filho etc. Produzido na sub-região de Sauternes, em Bordeaux, as uvas utilizadas na produção desse Premier Cru Supérieur são colhidas seletivamente, por vezes, uma a uma, sendo usadas apenas aquelas afetadas pela Botrytis cinerea. As safras são muito diminutas.

9. ROMANÉE-CONTI (TINTO)

Sem dúvida, a Domaine de la Romaneé-Conti é a propriedade mais famosa da Borgonha. Em uma parcela de 1,8 hectare, se produz apenas 6 mil garrafas do famoso La Romaneé-Conti a cada safra. O vinho é marcado por elegância e sedosidade e está entre os mais procurados do mundo.

10. LOUIS ROEDERER CRISTAL BRUT (CHAMPAGNE)

A vinícola Louis Roederer tem mais de dois séculos de existência e elabora alguns dos melhores vinhos de Champagne. Hoje apreciado por celebridades, o Cristal Brut foi desenvolvido especialmente para o czar Alexandre II em 1876.

Núbio Sauvignon Blanc: A qualidade da Altitude Catarinense

A Vinícola Sanjo está localizada no município de São Joaquim, na altitude catarinense. A Sanjo sempre foi destaque pelo seu Sauvignon Blanc. Abaixo segue a Nota de Degustação do Núbio Sauvignon Blanc, safra 2014, que realmente comprova a qualidade dessa variedade cultivada nas frias terras de Santa Catarina.

Um vinho quase transparente, com reflexos esverdeados. No nariz é muito elegante, aromas intensos, destacando o maracujá, o limão siciliano e toques de melão. Na boca apresenta uma acidez correta, refrescante. Retrogosto predominando as notas frutadas de maracujá e limão, com um toque herbáceo, característico da altitude.

Mais um Sauvignon Blanc de muita qualidade sendo elaborado na altitude catarinense.

Bons Vinhos!!!

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Além Mar: De Portugal ao Brasil

Além Mar é um projeto que ilustra a vinda dos portugueses novamente ao Brasil, desta vez para produzir vinhos. Iniciou-se em 2008 com o renomado enólogo português, Antonio Saramago, e seus mais de cinquenta anos de experiência em enologia. Trazendo um ícone produzido no Brasil, com uvas francesas e elaborado pelas mãos de um português.

Antonio Saramago

Antonio Saramago nasceu em Vila Nogueira de Azeitão em 1948 e é atualmente enólogo consultor em diversas regiões de Portugal (Alentejo, Bairrada, Beira Interior, Península de Setúbal, Ribatejo e outras) Eleito Melhor enólogo português na classificação “Top Winemaker” do Concurso Wine Masters Challenge (2011).

Além Mar

Um vinho encorpado, estilo português, elaborado com as uvas Cabernet Franc, Merlot e Malbec. Com coloração profunda, rubi, intenso e brilhante. Trazendo aromas concentrados, lembrando frutos vermelhos, notas de menta e especiarias, com notas tostadas lembrando café e terminando com delicadeza lembrando algum floral. Em boca, um vinho untuoso, envolvente com acidez equilibrada, mostrando taninos firmes, mas elegantes.

Safra: 2009
Teor Alcóolico: 12.8%
Barrica: 08 meses em carvalho francês
Idade dos Vinhedos: 17 anos
KG por Hectare: 4.000
Garrafas Produzidas: 12.000
Harmonização: Massas, carnes de caça, faisão, perdiz, coelho, carnes vermelhas e queijos maturado.

Cientista italiano cria robô capaz de fermentar vinhos

Um empresário italiano acaba de apresentar uma ideia inovadora para produtores de vinho. Donato Lanati, da empresa Enosis Meraviglia, que realiza pesquisas sobre o vinho, com sede em Piemont, criou um robô capaz de fermentar vinho, abrigar 200 kg de uvas e produzir 100 litros da bebida. 

Na prática, as uvas são colocadas no ‘Genises’ e o operador comanda a máquina atráves de um painel de controle localizado na parte posterior direita do aparato, que dá início à fermentação das frutas. 

Após o procedimento inicial, o vinho é levado para um laboratório, com temperatura controlada, onde luzes coloridas são colocadas na mistura para uma fermentação mais aprofundada.

O robô foi produzido para extrair o melhor de cada uva, usando um cursor sensorial que mensura o potencial de açúcar, nível de pH e antocianinas extraíveis da fruta.

O mecanismo também pode controlar oxigenação, maceração (operação que consiste em deixar o sumo da uva em contato com as cascas e as sementes antes da fermentação álcoólica) e trasfega, movimento que transfere o vinho de um recipiente para o outro. Donato faz uso de uvas indígenas cultivadas em vinhedos de Piemont, Calábria, Sicilia, Sardenha e Toscana para a produção de vinho no ‘Genises’.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/cientista-italiano-cria-um-robo-fermentador-de-vinho_10602.html#ixzz45K7Jcs2q

Emirates Airline abriu mais de 11 milhões de garrafas de vinho em um ano

A Emirates Airline segue investindo em seu programa de vinhos. Em 2015, a companhia aérea adquiriu mais de 13 milhões de garrafas no valor de US$ 140 milhões. A bebida é destinada aos clientes em todas as três classes, economicbusiness e first class. O investimento crescente é uma resposta à expansão da rede Emirates. No ano passado, os passageiros da empresa consumiram 11,4 milhões de garrafas de vinho em todas as classes, além de 10 milhões de embalagens individuais na classe econômica. Isso representou um aumento de 27% em relação ao ano anterior, quando 9 milhões de garrafas de vinho foram consumidas em todas as classes.

“Em todos os aspectos do nosso negócio, o objetivo é o de oferecer a melhor experiência para os nossos clientes. É por isso que contamos com um programa de curadoria de vinhos, o que é reflexo dessa promessa. Ao longo dos anos temos construído um programa de vinhos que tem atraído o interesse de vinicultores do mundo, o que nos faz sentir orgulho do fato de nossa lista de vinhos ser comparada às que estão nos melhores restaurantes nas principais cidades do planeta”, disse o presidente da Emirates, Tim Clark.

A estratégia de longo prazo é a de adquirir em primeira mão vinhos excepcionais anos antes de serem liberados no mercado para, em seguida, as safras adquiridas amadurecerem e atingirem seu potencial antes de serem servidos a bordo. Enquanto a fonte da maioria das companhias aéreas vem de intermediários, na Emirates há uma equipe própria de peritos em vinho, que constrói uma relação direta com alguns dos maisprestigiados vinicultores do mundo para selecionar a dedo e proteger os rótulos mais exclusivos e raros para seus passageiros.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/emirates-airline-aumenta-investimento-em-vinho_10600.html#ixzz45K62soF3