Uso de agrotóxico errado em uvas causa dano de US$ 1,6 milhão na Nova Zelândia

Um empreiteiro deteriorou sete vinhas em Wairau Plain, distrito de Marlborough, Nova Zelândia com um agrotóxico conhecido como Perk Supa no mês de março. Os sete produtores irão sofreram um rombo de US$ 1,6 milhão (900 toneladas de uva), pois seus vinhos não serão exportados.

A opção encontrada por eles foi a de manter essa safra somente no mercado doméstico.O produto foi usado na Nova Zelândia por muitos anos, mas recentemente a New Zeland Winegrowers proibiu seu uso.

O agrotóxico deixa um resíduo no vinho que não é aceito em mercados-chave de exportação, como Estados Unidos e China. 

O consultor de vinhos Murray Paterson afirmou que o erro trará danos para os próximos dois anos. ‘’A perda não está apenas sob as vendas externas, mas também na plantação, para se plantar as uvas são gastos US$ 8 mil por hectare ’’, afirma Murray. Os produtores disseram que buscarão indenização com o empreiteiro e também recorrerão ao seguro de seus vinhedos. 

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/empresa-causa-danos-de-us-16-milhoes-em-uvas_10616.html#ixzz47IoxYlCa

Vinhos da era nazista são descobertos na Rússia

Relíquias da Segunda Guerra Mundial foram encontradas por construtores que acidentalmente caíram na adega secreta da casa onde trabalhavam. No local, vinhos da era nazista com rótulos fazendo referência ao Terceiro Reich e com desenhos da suástica foram descobertos na cidade de Tananrog, fronteira da Rússia com a Ucrânia. 

A agência de notícias russa Sputik News afirma que os trabalhadores que encontraram os vinhos convidaram amigos para uma degustação das garrafas que possuem 70 anos de idade, aproximadamente.

O russo Igor Tretyakov, chefe do grupo ‘Final Trace of the War’, comunidade que reúne soldados que lutaram pelo fim do nazismo, prometeu ‘’destruir’’ os vinhos no dia 9 de maio, feriado russo que comemora o fim da Segunda Guerra Mundial. 

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/vinhos-da-era-nazista-sao-descobertos-na-russia_10615.html#ixzz47IoVf3VW

Designer francês cria garrafa de vinho espacial

O estudante de design Octave de Gaulle desenhou uma garrafa para ser usada no espaço com gravidade zero. A peça está sendo exibida no Museu de Artes Decorativas de Bordeaux. A garrafa circular tem um rótulo especial do Château Haut-Bailly, de Graves.

“A peça garante que o vinho se mova até a rolha e nunca fique preso em qualquer parte da garrafa”, afirmou Veronique Sanders, gerente do Château, que é um dos patronos do museu.

Se um dia a garrafa for mesmo enviada ao espaço, ela seria a primeira em seu gênero, mas não será a primeira vez que um vinho terá feito uma viagem espacial. Em 1985, uma garrafa do Château Lynch-Bages 1975 esteve a bordo da nave Discovery.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/designer-frances-cria-garrafa-de-vinho-espacial_10614.html#ixzz47InYU4oO

O tempo do vinho

O vinho modifica sutilmente suas características sensoriais e se estabiliza através de processos físico-químicos e microbiológicos que ocorrem sob a supervisão de enólogos, para atingir o máximo de qualidade em função do produto desejado. Muito embora se tenha a sensação de que o vinho está lá, no tanque, na barrica ou na garrafa, imóvel e/ou inativo, as transformações de cor, aroma e sabor seguem seu curso. Aspectos ambientais como temperatura e luz exigem atenção, pois têm a capacidade de acelerar as reações e, por conseqüência, de encurtar a vida do vinho.

Os aromas varietais (primários) passam de atores principais a precursores aromáticos, transformando-se em aromas de fermentação (secundários). Estes formarão o buquê final dos vinhos maduros (aromas terciários). Nenhum aroma é “criado” durante a vinificação. Nada existirá no vinho se já não fizer parte da constituição da uva. Por isto, a aptidão varietal, que pode variar de uma região para outra, é tão importante.

Os acetatos, por efeito de hidrólise, vão desaparecendo e diminuem a sensação de frescor e o aroma frutado típico de vinhos jovens, originando maior complexidade. Os terpenos, principais compostos em uvas aromáticas reagem entre si e produzem substâncias com menor potência aromática, diminuindo o aroma floral com o tempo. Compostos norisoprenóides (notas como cânfora, eucalipto, chá etc) em quantidades limitadas são muito favoráveis e estabelecem a tipicidade de alguns vinhos (descritores como querosene, mel, defumados etc). Fenóis voláteis são mais abundantes em vinhos brancos jovens, com algumas exceções, como a vanilina, formada durante o período de maturação. Compostos de enxofre, na maioria dos casos responsáveis por aromas desagradáveis, como cebola, aspargos, repolho e melaço são resultado da foto-ativação de aminoácidos enxofrados (“cheiro de luz” em vinhos expostos a radiação luminosa) em função da safra e da temperatura de conservação. Porém, em quantidades limitadas, podem influenciar positivamente o aroma de vinhos brancos envelhecidos na garrafa e os de vindima tardia. O carvalho, seja pela oxigenação controlada ou pelo aporte de substâncias, pode beneficiar o perfil final do vinho. O amadurecimento corretamente conduzido leva à conservação do caráter frutado e à diminuição dos aromas herbáceos e de redução. Surgem notas de tostado, vanilina, especiarias, defumado e coco, entre outros.

Os fenômenos de oxidação favorecem a precipitação das antocianinas e a mudança na coloração dos taninos. Em outras palavras, tonalidades tênues se tornam intensas. O amadurecimento corretamente conduzido pode beneficiar a manutenção da cor por longo tempo. Interferem fatores como composição físico- química, temperatura e procedimentos de adega. As antocianinas, responsáveis pela cor vermelha dos tintos novos são muito instáveis e necessitam reagir com os taninos para se tornarem estáveis (a presença de polissacarídeos também é importante). Vinhos ricos em taninos das cascas evoluem de modo mais lento e alcançam maior longevidade. A alta reatividade dos taninos das sementes faz com que vinhos ricos nestes compostos tenham uma curva de evolução contínua e muito rápida em direção à decrepitude. Os vinhos brancos exigem cuidado redobrado, pois seus polifenóis de menor peso molecular são mais facilmente oxidáveis.

A expressão tânica é a principal modificação gustativa causada pelos períodos de amadurecimento/envelhecimento. Isto se deve à polimerização dos taninos, reações nas quais as extremidades reativas se “enovelam”, diminuindo a adstringência e favorecendo a sensação de maciez (quanto maior for a riqueza fenólica, mais tempo será necessário para suavizar seus taninos e atingir o auge qualitativo). O envelhecimento na garrafa eleva a qualidade sensorial a um nível superior, na qual aromas e sabores aumentam sua complexidade. É um período crítico, portanto, garrafas bem fechadas, armazenadas em temperatura abaixo de 20ºC e sem variações, ao abrigo da luz, fornecem condições para uma evolução lenta e harmoniosa. É importante lembrar que as reações de oxidação (em especial, tanques, barricas etc) e de redução (preferencialmente nas garrafas) não ocorrem separadamente e, sim, de forma simultânea (óxido-redução). Pelos fatores expostos acima, pode-se perceber que a longevidade e finesse dos vinhos irão depender de sua riqueza em polifenóis e compostos aromáticos, do uso de técnicas enológicas apuradas, do período de amadurecimento escolhido e do tempo adequado de repouso em garrafa.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/o-vinho-e-o-tempo_8756.html#ixzz47In070fB

Larentis mais próxima dos amantes do vinho

A partir deste mês a Larentis amplia sua área de atuação no mercado nacional e oportuniza mais uma importante ferramenta que aproximará ainda mais os apreciadores de vinhos e espumantes da vinícola. Trata-se do lançamento da plataforma e-commerce por meio do site www.loja.larentis.com.br que permitirá a compra de produtos de qualquer lugar do Brasil.

Com a nova ferramenta será possível oferecer toda a variedade de rótulos da vinícola pelo mesmo valor que já é vendido no varejo da Larentis. A compra ocorre por meio de cartão de crédito das bandeiras Master, Visa, Dinners, Elo e American Express, ou no boleto bancário para o mínimo de seis garrafas ou quatro bag in box. E para comemorar o lançamento desse novo serviço, entre os meses de abril e maio, o site apresenta todos os vinhos com 10% de desconto.

Entre as opções de produtos estão: Mérito safra 2012, vinho ícone da vinícola; Cepas Selecionadas, nas variedades Ancellotta safra 2011, Marselan safra 2012 e Teroldego safra 2013; Reserva especial, com as variedades Cabernet Sauvignon safra 2011 e Merlot safra 2012, Tannat e Malbec safra 2013; Espumante Brut e Moscatel não safrados.

Para André Larentis o e-commerce é uma ferramenta que tem crescido muito nos últimos anos e essa é a aposta para que a vinícola esteja mais próxima dos consumidores. “Temos clientes de diversas regiões do Brasil que vêm para a Serra Gaúcha especialmente para comprar os nossos produtos. Com o e-commerce reduziremos a distância e ampliaremos a área de atuação da marca”, ressalta.

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APAS 2016 Miolo apresenta seus premiados espumantes na maior feira do setor supermercadista

Referência nacional e uma das principais empresas no mercado de espumantes e vinhos no Brasil, o Grupo Miolo reúne sua linha de borbulhas para apresentar ao setor supermercadista durante a APAS 2016, maior evento do segmento, que acontece em São Paulo (SP) entre os dias 2 e 5 de maio.

Entre os rótulos que a vinícola leva à feira está a premiada linha de espumantes Miolo Cuvée Tradition, elaborada no Vale dos Vinhedos (RS) pelo método tradicional – também conhecido como Champenoise – com as uvas Chardonnay e Pinot Noir nas versões Demi-Sec, Brut Rosé e Brut, este último considerado um dos melhores da América do Sul pela revista inglesa Decanter e também destaque em Paris, na loja Soif D’ailleurs, como espumante mais vendido em 2015. Os rótulos passam por um período sobre leveduras envelhecendo nas caves subterrâneas da Miolo: 12 meses no caso do Brut e do Demi-Sec, e 6 meses no caso do Rosé.

A empresa também apresenta na APAS 2016 best-sellers das gôndolas de todo o Brasil: Almadén Brut, Almadén Meio-Doce e Almadén Meio-Doce Rosé, que possuem uma excelente relação custo x benefício. Os espumantes, jovens e descomplicados, são elaborados especialmente para a categoria de entrantes no mundo do vinho, como são conhecidos os consumidores que começaram a apreciar a bebida.

De sua unidade no Vale do São Francisco, na Bahia, a marca traz os espumantes Terranova. Descontraídos e festivos, são fáceis de beber e atraem paladares mais jovens, características comuns de todas as versões da linha: Moscatel, Brut, Brut Rosé e Demi-Sec.

“Os espumantes deixaram de ser apenas uma bebida de ocasiões especiais e passaram a integrar o dia-a-dia, sendo consumidos no happy hours, na praia, como aperitivo ou como sobremesa. O consumo do espumante por diversas classes sociais abre novas possibilidades de mercados”, pontua Adriano Miolo, superintendente do Grupo, que estará no espaço da vinícola na APAS.

Adriano destaca que a atual conjuntura econômica tem levado os brasileiros a consumir mais alimentos e bebidas em casa, substituindo as refeições em  restaurantes, por exemplo. Soma-se a esse fato a oferta cada vez maior nos pontos de venda. O resultado são idas frequentes ao varejo. De acordo com informações da Wine Intelligence, estima-se que 86% dos consumidores compram vinhos e espumantes em hipermercados e supermercados. Desse total, aproximadamente 70% colocam os espumantes em suas cestas de compra e a categoria detém cerca de 80% de participação entre os rótulos brasileiros consumidos. Na Miolo, 40% da produção anual é de espumantes.

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MIOLO NA APAS 2016 | STAND 350

2 a 5 de maio

De 2 a 4 de maio, das 14 às 22 horas; dia 5 de maio, das 13 às 19 horas

Expo Center Norte – São Paulo/SP

Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme