Bilionário norte-americano leiloa metade de sua adega

Aos 73 anos de idade, William Koch, mais conhecido como Bill Koch, um bilionário do estado da Flórida, nos Estados Unidos, possui uma adega com 43.000 rótulos de vinho que irão a leilão em 19 de maio próximo, na loja de leilões Sotheby’s. Koch juntou suas fortuna engarrafada ao longo de 40 anos. Agora, aos 73 anos de idade, ele vai leiloar praticamente metade de seu estoque, serão cerca de 20.000 rótulos, com valor de compra estimado em US$ 15 milhões.  

Os vinhos de William serão divididos em aproximadamente 2.700 lotes. Com preço em torno de US$ 42 mil, mais de 120 destes lotes são do cobiçado Château Latour, incluindo seis garrafas Magnum 1961. Há também 80 lotes do Château Mouton Rothschild com dez garrafas de 1945 do Vintage de Mouton pelo valor de US$ 80 mil. 

Briga judicial 

Além da fama de sua adega, o bilionário Bill Koach ganhou ainda mais notoriedade no mundo do vinho ao se envolver em uma briga judicial em 2013. O enófilo adquiriu 24 garrafas falsificadas do executivo Eric Greenberg. Após a comprovação da fraude, Koch recebeu US$ 12 milhões. O bilionário fez uso do dinheiro para criar um site alertando sobre as fraudes no mundo dos leilões de vinho. 

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/bilionario-norte-americano-leiloa-metade-de-sua-adega_10594.html#ixzz44RBlmsQP

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Dicionário do Vinho

Ampelógrafo: especialista que se dedica ao estudo da vinha.

AOC: o mesmo que Appellation d’Origine Contrôlée, ou seja, Denominação de Origem Controlada.

Brut: ou seco. Classificação do grau de açúcar em um espumante, que contem de 6 a 15 gramas de açúcar.

Champenoise: nome do método de produção de espumante originado em Champagne (também conhecido como método tradicional), em que a segunda fermentação ocorre na garrafa.

Champagne: região francesa onde são feitos os espumantes de mesmo nome e que, de tão famosos, viraram sinônimo de vinhos borbulhantes. Mas, de acordo com normas internacionais, somente os vinhos espumantes desta região podem levar o nome de Champagne.

Charmat: método de produção de espumante, em que a segunda fermentação ocorre em autoclaves.

Dégorgement: etapa do processo de produção de espumantes pelo método Champenoise que consiste na retirada da borra de leveduras mortas que aparecem no gargalo da garrafa durante a segunda fermentação.

Demi-Sec: ou Meio-Seco. Classificação do grau de açúcar em um espumante, que contem de 20 a 60 gramas de açúcar.

Frisante: vinhos gaseificados, mas com pouca pressão se comparados aos espumantes.

Licor de expedição: ou licor de dosagem, é formado por uma quantia de vinho e de açúcar, que será acrescentado na etapa final da elaboração de espumantes pelo método tradicional. Ele será responsável pela classificação do espumante quanto ao teor de açúcar.

Prosecco: nome de uma casta de uva (também conhecida como Glera) cultivada principalmente na região do Vêneto, Itália.

Remuage: processo da produção de espumantes pelo método tradicional, em que as garrafas são colocadas inclinadas e periodicamente giradas para que as leveduras se misturem ao vinho e, também, com o tempo, as que morrem possam descer ao gargalo.

Sabragem: maneira de retirar a rolha da garrafa de espumante usando um sabre.

Vacuvin: sistema que retira o ar de dentro de garrafas de vinho abertas para que a bebida possa ser preservada durante mais alguns dias.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/torre-de-babel-que-nada_2907.html#ixzz44RYa4F

Negócios das vinícolas brasileiras na ProWein 2016 crescem 60% em relação à feira do ano passado

Transações comerciais totalizaram USD 800 mil. A perspectiva é de que nos próximos 12 meses os negócios a serem fechados cheguem a USD 1,6 milhão.

As vinícolas brasileiras que participaram da ProWein 2016, maior feira de vinhos do mundo, realizada anualmente na Alemanha, fecharam um total de USD 800 mil em negócios, conforme relatório do Wines of Brasil. O montante é 60% superior ao verificado na edição do ano passado, quando o volume chegou a USD 500 mil. O Wines of Brasil é um projeto setorial desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

De 13 a 15 de março, em Düsseldorf, as 10 vinícolas presentes no evento (Aurora, Basso, Don Guerino, Casa Valduga, Lídio Carraro, Miolo, Pizzato, Perini, Peterlongo e Salton) mantiveram um total de 176 contatos, com representantes da Alemanha, Áustria, Austrália, Angola, Aruba, Bélgica, Bulgária, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos da América, Espanha, França, Holanda, Itália, Japão, Malta, Nigéria, Polônia, República do Chipre, República Tcheca, Reino Unido, Rússia, Romênia, Suíça, Suécia e Países Nórdicos. A perspectiva é de que nos próximos 12 meses os negócios a serem fechados cheguem a USD 1,6 milhão.

De janeiro a dezembro de 2015, as vinícolas brasileiras exportaram um total de 1.591.770 litros de vinhos finos e espumantes para 35 países.

Esta foi a 12ª participação do Wines of Brasil na ProWein. Para a analista de Promoção do projeto, Mônica Tartaro, a feira mais uma vez mostrou sua grande importância para o Brasil e suas empresas vinícolas. “Desde o primeiro dia, o movimento foi muito intenso no estande Brasil. Notou-se um interesse crescente pelo vinho brasileiro, com destaque para os espumantes, por todos que visitaram o espaço”, avalia Mônica.

Nesta edição, a novidade ficou por conta de uma mesa coletiva onde foram mostrados somente rótulos premiados ou medalhados, remetendo aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que ocorrem este ano no país. Com a sinalização Celebrate with Brasil – Get to Know our Champions! (Celebre com o Brasil – Conheça Nossos Campeões!), o público pôde apreciar esses vinhos e obter mais informações sobre as regiões produtoras, os diferentes estilos e detalhes de cada rótulo por meio de cartões entregues aos visitantes.

No Brazilian Happy Hour, um bartender elaborou drinks especiais para cada dia com vinhos e espumantes brasileiros. Destaque para o drink que levou as cores do Brasil: verde, amarelo e azul. Alguns importadores das vinícolas solicitaram receitas para serem utilizadas em ações no exterior. As receitas já se encontram disponíveis com o Wines of Brasil para utilização das vinícolas. “Com isso, objetivou-se mostrar ao trade e à imprensa internacional mais opções de utilização da bebida para aumento de vendas e penetração no mercado”, afirma a analista.

Noite Novos Encantos do Brasil
Os vinhos brasileiros foram as estrelas em um jantar promovido no dia 17 de março por Iramaia Kotschedoff, parceira do Wines of Brasil que faz parte do Skäl International Club of Düsseldorf, cujos membros são da área de turismo, gastronomia e hotelaria. Todos os meses o clube tem uma atividade diferente, e nunca havia recebido uma programação sobre o Brasil. Foi uma noite promovida para divulgação do país e seus roteiros turísticos e para mostrar que, além de Rio de Janeiro e outros destinos já conhecidos, existe também o Brasil vitivinícola.

Sobre o Wines of Brasil
Atualmente, 25 vinícolas participam do projeto, cujo objetivo é promover a imagem dos vinhos do Brasil no mercado externo. Nos últimos anos, cerca de 70% das empresas que aderem ao Wines of Brasil conseguem manter continuidade de suas exportações, devido à todo o suporte e programas de capacitação oferecidos pelo projeto, entre outras ações. Mais informações podem ser obtidas nos siteswww.winesofbrasil.com e www.ibravin.org.br.

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Fonte: http://www.ibravin.org.br/noticia.php?id=124

Novo Villaggio Grando Brut Branco

Ele está de volta, em mais uma safra excepcional. O espumante mais vendido da Villaggio Grando está disponível novamente em seu conceito boutique, com quantidades limitadas, e garantindo sua excelente qualidade. Este corte de Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay vem nesta safra com muito frescor e leveza, trazendo aromas florais e perlage fina e intensa.

Resultado Top 05 Encontro de Vinhos – edição São Paulo

Na degustação, que aconteceu ontem, no Restaurante Praça São Lourenço, no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo, o Brasil ficou na frente entre os brancos com o Sauvignon Blanc da Villa Francioni, seguindo pelo chileno Premier, da Viña Carmen; pelos argentinos: Baladero Chardonnay em terceiro, Martino Chardonnay em quarto e Finca La Florencia Sauvignon Blanc em quinto.

Entre os espumantes vitória do argentino Baladero extra brut, seguido pelo Adolfo Lona Natura Pas dosé, em segundo; e outro argentino o Obra Prima, da Familia Cassone, em terceiro.
Em quarto o Franciacorta Opera Rosé, da Sicilianess e em quinto o Brut Rosé do Adolfo Lona.

Entre os tintos o italiano Talò Primitivo di Manduria foi o ganhador.
Seguido pelo famoso chileno Cuvée Alexandre da Casa Lapostole (Chile); os brasileiros Villa Francioni VF, em terceiro, Enoteca, da Dal Pizol em quarto, e Fin Ancellotta, da vinícola Fin em quinto, empatado com o argentino Dorado Blend.

Super campeões que estarão no Encontro de Vinhos, no próximo sábado, das 14 às 22 horas, na Casa da Fazenda, na Avenida Morumbi, 5594.
Ingressos com desconto só até sexta, no site do Encontro de Vinhos: www.encontrodevinhos.com.br

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Fonte: http://www.papodevinho.com/2016/03/um-argentino-um-italiano-e-um.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+PapoDeVinho+(papo+de+vinho)&m=1

Uvas emblemáticas do Novo Mundo: Pinotage na África do Sul

Cruzamento um tanto desajeitado de duas castas francesas, a saber, a Pinot Noir, da Bourgogne, e a Cinsault, do Rhône, a variedade Pinotage resultou de pesquisas realizadas em 1925 na Universidade de Stellenbosch, África do Sul, por professores do seu centro experimental.

Com o ressurgimento internacional dos vinhos sul-africanos em 1990, ela logo se distinguiu, por sua qualidade e atributos próprios, como um emblema enológico da África do Sul depois do apartheid.

Podem-se distinguir três versões de vinhos sul-africanos da Pinotage. Primeiro, um rosado um tanto inexpressivo, barato e popular, consumido localmente e que não chega ao Brasil. Em seguida, um tinto frutado que se distingue por seus aromas de cassis, mirtile e groselha, lembrando a mãe Pinot Noir, apropriado para acompanhar embutidos, rosbife, língua e suflê de queijo. Finalmente, a versão mais robusta, amadurecida em barrica, pródiga em atributos de cor e corpo, aromático e musculoso. Assume então o estilo rodanense do pai Cinsault, em que os aromas de amora, framboesa, especiarias e o tostado somam-se a uma nuance acetonada. Acompanha pratos de sabor marcante, pimentão recheado, carnes vermelhas condimentadas, com molho de mostarda.

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/uvas-emblematicas-do-novo-mundo-e-seus-vinhos_6054.html#ixzz44LbGxk00

Empresa norte-americana cria garrafa de vinho ‘inteligente’

Os utensílios “inteligentes” se revelam uma tendência irrefreável deste século 21. Conectados à internet, eles fornecem informações atualizadas para seus usuários e ganham cada vez mais autonomia. Com garrafas de vinho, a evolução não foi diferente. Uma empresa norte-americana acaba de apresentar a Kuvée Smart Bottle, que se acopla a refis de diferentes vinhos e dispõe de um rótulo digital touchscreen

A invenção do programador Vijay Manwai mostra-se engenhosa. Ao comprar uma Smart Bottle, o consumidor recebe refis de diferentes vinhos, selecionados pela própria Kuvée. Os refis são introduzidos através da parte inferior da garrafa, que automaticamente o identifica e disponibiliza o histórico do vinho em um “rótulo” digital, onde também avisa a quantidade de vinho que ainda se encontra no refil e sua vida útil. 

Cada refil contém cerca de cinco taças de vinhos (750 ml). A empresa já trabalha com quase 50 rótulos de vinícolas principalmente da Califórnia, oferecendo diferentes varietais, mas a ideia é ampliar o portfólio para outras partes do mundo, incluindo Europa. O produto permite a abertura de vários vinhos ao mesmo tempo, utilizando a mesma garrafa para diferentes refis. Basta apertar um botão da garrafa para destravar e trocar o refil.  

Além dos mimos digitais, o refil mantém a bebida degustável por 30 dias, mesmo fora da geladeira, segundo o fabricante, por conta de seu sistema de vedação, que reduz o contato da bebida com o oxigênio. A empresa explica que o refil utiliza um metal especial, mais eficiente do que o vidro como isolante, e ainda dispõe de uma tampa de rosca, que garante melhor fechamento. Além disso, dentro do refil, a bebida fica armazenada em um saco térmico e impermeável, com bico especial. 

Na prática, o vinho tem pouco contato com o oxigênio, que interfere na composição da bebida. O prazo de 30 dias foi estipulado com suporte de uma equipe de sommerliers, que analisou os “danos” sofridos pelo vinho depois de exposto ao oxigênio. De acordo com a Kuvée, essas deteriorações detectadas são perceptíveis apenas por profissionais ou especialistas. 

Kuvée, empresa de startup com sede na cidade de Boston, nos Estados Unidos, foi criada por Vijay Manwai, um programador e amante do vinho. Vijay estudou enologia na Universidade de Boston, onde degustou por oito meses, período do curso, dezenas de vinhos que foram sua inspiração para criar a Kuvée. Os investidores Founder Coletive, General Catalyst e Bolt aplicaram o valor de US$ 6 milhões na empresa. As vendas daSmart Bottle começaram nesta semana no site da própria empresa e os preços das garrafas com os kits de vinho variam entre US$ 199 a US$ 429. Por enquanto, só serão feitas entregas em território norte-americano. 

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Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/empresa-norte-americana-cria-garrafa-de-vinho-inteligente_10593.html#ixzz44La31aDg