Villaggio Grando vai lançar vinhos top e avança no enoturismo!

A Villaggio Grando, vinícola de altitude de Água Doce, Meio-Oeste de SC, inova com o lançamento de  vinho em copo e linha top feita com variedades pesquisadas na propriedade. Também cresce no enoturismo, afirma o presidente  Guilherme Sulsbach Grando.

Quantos hectares de vinhedos a Villaggio Grando cultiva? 
São 50 hectares. É a maior área de SC. Como focamos qualidade, precisamos de um vinhedo grande para produzir pouco. As uvas que não atingem o padrão, a gente exclui ou vende para terceiros.

O que faz em inovação?
Temos um dos maiores laboratórios das Américas hoje. São 103 variedades plantadas e em teste. A Embrapa, Epagri, e o Instituto  San Michelle (da Itália)  em parceria com a UFSC, fazem pesquisas na empresa. A gente cedeu para que a vinícola seja um local de pesquisa. A gente ajuda o setor e a pesquisa nos ajuda. Muitos vinhos que começamos a fazer, inclusive um top de linha que vamos lançar no ano que vem, são com uvas que a gente descobriu nessas pesquisas.

Quanto vocês lançarão o vinho em copo?
Após dois anos de pesquisas, desenvolvemos uma taça e um lacre pretos. Vamos lançar um merlot nas próximas semanas. Esta linha será voltada para praia, estádios e eventos que excluem vidro.

Que outros lançamentos estão planejando?

Este ano, a gente laçou safras novas de vinhos já existentes. A gente está produzindo um champenoise para lançamento este ano ou no ano que vem. Estamos elaborando uma linha top,  acima do denominado de além mar, vamos continuar com vinhos de qualidade e terão mais. São vinhos com 200% de barrica, todos comandados pelo enólogo português Antonio Saramago. Uma grande novidade para o ano que vem será um um produto estilo vinho do Porto, com uvas e receitas do Douro, um conhaque com 10 anos de barrica e o licoroso branco que levará o nome da minha irmã. Serão três vinhos de sobremesa, dois licorosos, um conhaque e mais o tinto. Todos para 2 mil garrafas, 500 garrafas, vai ter uma agenda para comprar. Também lançaremos um pinot noir daqui a um ano e meio, nos moldes da Borgonha. Manteremos quantidades dentro do nosso perfil, de vinícola boutique.

Como vai o projeto do malbec na Argentina?

Fizemos um arrendamento de um vinhedo que é controlado desde a uva até a garrafa final. É o único produto que elaboramos no exterior e vem pronto. A produção varia de 5 mil a 7 mil garrafas por ano. Este ano, a produção será de sete mil.

O segmento de sucos está em alta. Vocês estão aderindo a ele?

Entramos no suco agora. Fizemso a primeira venda esta semana. Terceirizamos o pedaço de uma indústria para essa produção. É um outro mercado, outra legislação. A gente vai aprender. A idéia é até o final do ano ter uma presença boa em suco. A uva será não vinífera e 100% integral. Temos um pequeno vinhedo de Isabel, que é uva usada para suco. Também usaremos uvas da região (Caçador e Videira), num processo de terceirização.

De que forma a crise econômica e o dólar alto estão afetando a vinícola?
Com a crise, estamos tendo que investir muito mais para expandir as vendas. No primeiro semestre, nossa venda de vinhos cresceu 4%, dentro da média nacional. Nos espumantes, avançamos 23%. Com o dólar alto, estamos conversando com importadores do Leste Europeu e, talvez, também vamos voltar a exportar aos EUA. Estamos atentos inclusive em alguns mercados da África.

Como está o enoturismo?  
Vai muito bem. O ticket médio do turista é até quatro vezes maior do que o de quem vai numa loja. Todos os dias passa gente pela vinícola. Aos sábados e domingos, são cerca de 300 pessoas de diversas regiões do Brasil. A gente está a 60 quilometros de qualquer cidade. Agua doce tem 5 mil habitantes. Por mês, recebemos de 2 mil a 3 mil pessoas. Os turistas estão vindo para o Oeste do Estado. Ficam em Treze Tílias, Fraiurgo e Caçador e visitam a vinícola. Por isso a nossa idéia é oferecer hotel e restaurante premium na vinícola. Também projetamos um condomínio e campo de golfe.

Que outros investimentos estão previstos?

No futuro, vamos fazer uma vinícola com alta tecneologia. Como é um investimento elevado, por enqunto parte da elaboração do nosso espumante é feita  no Rio Grande do Sul. Fazemos o  fazemos o vinho base e só levamos para o RS para a segunda fermentação (toma de espuma) e o engarrafamento. Terceirizamos uma etapa da produção com receita nossa.

E o projeto do malbec na Argentina?

Fizemos um arrendamento de um vinhedo que é controlado desde a uva até a garrafa final. É o único produto que elaboramos no exterior e vem pronto. A produção varia de 5 mil a 7 mil garrafas por ano. Este ano, a produção será de sete mil.

O fato de o vinho ser considerado bom para o coração está ajudando nas vendas e isso pode levar a uma tributação menor?

No Brasil, ainda se vende mais vinho pelo glamour. Mas foi feito um Globo Repórter sobre os benefícios do vinho para a saúde e reportagens sobre isso citando o tanat do Uruguai. Nas semans que se sucederama esses programas, deu um boom de vendas. O vinho ainda não está na cultura da maioria, ainda, mas quando as pessoas são informadas, consomem mais. A questão de sofisticação, mostrada em novelas e jornais, e a gastronomia ajudam muito. Hoje, no Brasil, se consome uma garrafa per capita a mais do que 10 anos atrás. A gente sabe que o vinho cresceu bastante. E outra coisa que cresceu muito foi o contrabando. Temos todas as dividas abertas no Sudeste e no Sul. Hoje entra muma porcentagem gigantesca de vinho do Chile e Argentina. Todas as noites, de contrabando.

Quanto está a carga tirbutária?

Cada estado tem uma, mas já se fala em um valor de 53,6% a 54% de impostos. Na Espanha e EUA se paga imposto único, 7% num lugar, 4% mais 3% ou 8% num outro. Estamos falando em imposto de alimentos. A Espanha foi pioneira em colocar o vinho como alimento em função dos benefícios à saúde. Para eles, é cerca de 4%. Para nós, cairia para 15% já é uma tributação gigantesca para os governos e é um valor que você consegue competir, porque estaria o dobro de outros países. Não é o dólar, o grande negócio é a equiparação tributária.

FONTE: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/08/24/vinicola-vai-lancar-vinhos-top-e-avanca-no-enoturismo/?topo=67%2c2%2c18%2c%2c%2c67

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Gêmeos com 102 anos de idade bebem uma taça de vinho por dia!

Nascidos em 13 de julho de 1913, os irmãos Pieter e Paulus declaram que não existe segredo para longevidade; porém afirmam que, comer pouco, não ir atrás de mulher e beber vinho todos os dias garante uma boa saúde, publicou o jornal belga Le Soir.
Ambos apreciam uma taça de vinho todos os dias. ““Dê-nos um Bordeaux, mas de boa qualidade”,” diz Paulus à enfermeira da casa de repouso.
Os irmãos nunca foram casados por sempre desaprovarem a possível companheira do outro, e garantem, hoje são melhores amigos.
Tendo em comum a profissão de juiz, os irmãos partilham o mesmo quarto numa casa de auxílio ao idoso; local para onde se mudaram há três anos, na cidade de Gante, leste da Bélgica. / EFE

Vinho pode ajudar no combate do comportamento depressivo!

Estudo realizado na escola de medicina da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, aponta relação entre depressão e inflamação no cérebro.

Como o resveratrol, polifenol encontrado no vinho, é um agente anti-inflamatório, pesquisadores estudam a utilização deste componente para o combate da depressão.

“Esperamos que nossas pesquisas encorajem os cientistas a fazer testes clínicos para testar a efetividade dos agentes anti-inflamatórios naturais – como o resveratrol – sobre a depressão”, relata Susan Wood, líder do estudo.

05 Vinhos elaborados em SC com a variedade Sauvignon Blanc para serem Apreciados!

É comum associarmos as baixas temperaturas do inverno com Vinho Tinto.

Porém, com essas altas temperaturas que vem ocorrendo nesse Inverno, nada melhor que apreciar um bom Vinho Branco.

Uma variedade que vem resultando em excelentes vinhos em Santa Catarina é a Sauvignon Blanc.

Segue abaixo, uma lista com 05 vinhos catarinenses elaborados com a variedade Sauvignon Blanc para serem apreciados nesse Inverno Caloroso.
1) Suzin Sauvignon Blanc (Vinícola Suzin – São Joaquim – SC)

Amarelo palha esverdeado, límpido e brilhante. Destaca-se por seus aromas finos e elegantes, sendo seus principais descritores aromáticos, o maracujá com uma leve nota vegetal. Em boca sua harmonia é regida pela permanência dos aromas cítricos e a maciez do álcool, equilibrada pela vivacidade da acidez.

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2) Abreu e Garcia Sauvignon Blanc (Vinícola Abre e Garcia – Campo Belo do Sul – SC)

Apresenta coloração amarelo ouro e tons esverdeados que denotam a presença de um vinho jovem. Exala aromas frutados e florais, destacando-se as nítidas notas de abacaxi em calda, maracujá e melão maduro. Ao movimento da taça os aromas florais se revelam e complementam os cítricos. Em boca é um vinho equilibrado e de permanência longa.

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3) VSA Sauvignon Blanc (Vinícola Santa Augusta – Videira – SC)

Amarelo palha, com reflexos esverdeados, brilhante. Aroma fino, franco, complexo com notas delicadas de maracujá, e uma nota discreta de folha de tomate.

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4) Pericó Vigneto (Vinícola Pericó – São Joaquim – SC)

Top Ten na Expovinis 2015, categoria Branco Nacional. Aroma complexo, franco e muito intenso com notas de frutas tropicais, e uma nota discreta de maracujá e de folha de tomate. Harmônico e muito persistente. Na boca apresenta uma boa acidez, harmônico e persistente.

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5) D’Altude Sauvignon Blanc Lounge (Vinícola D’Alture – São Joaquim – SC)

Apresenta uma delicada coloração Verde palha brilhante. O aroma Intenso de frutas tropicais com notas de pêras, maracujá, cítricos e nuances de arruda excelente acidez, o que proporciona ótima estrutura e persistência em boca e um paladar sedoso.

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Champagne com 150g de açúcar por litro

Rótulos encontrados em navio naufragado no século XIX contém alto índice de açúcar

Análise do professor Philippe Jeandet, da Universidade de Reims – na França, revela que garrafas de Champagne, encontradas num navio naufragado têm, em média, 150 gramas de açúcar residual por litro. Atualmente, os Champagnes mais doces feitos, raramente chegam a um terço dessa quantidade.

Anotações encontradas retratam a preferência dos russos por bebidas mais doces – chegando até 300 gramas de açúcar por litro.

A pesquisa de Jeandet também mostrou que os espumantes tinham entre 9 e 10% de álcool, diferentemente do teor atual, com média de 12,5%.

Além disso, foram encontrados resíduos de cobre e ferro que, provavelmente, eram usados para proteger os vinhedos (sulfato de cobre) e para pregar as barricas.

Naufragado no século XIX, na costa da Finlândia, documentos históricos apontam que o navio faria o percurso até descarregar na Confederação Germânica (estado que tomou lugar do Sacro Império Romano Germânico – união de territórios da Europa Central durante a Idade Média, Moderna e início da Contemporânea), atual Rússia.