Vem aí: Festival Gastronômico de Pomerode

Julho está chegando e a região está repleta de opções gastronômicas para curtir. Uma delas é o Festival Gastronômico de Pomerode.

O festival acontece entre 8 e 19 de julho no Parque Municipal de Eventos e espera receber mais de 20 mil pessoas. Além dos restaurantes, que transformam o parque em uma Vila Gastronômica, o evento também vai contar com feira de artesanato, apresentações folclóricas e musicais, venda de pães e cucas, chocolates finos e biscoitos. E ainda será montado o Pub do Opa Boteco, que vai oferecer um cardápio diversificado e atrações musicais.

Confira a lista dos restaurantes participantes:

Kneipe Schornstein
Restaurante WunderWald
IUKI Sushi
Pousada Rural Mundo Antigo
WOX Fusion Food
Restaurante Siedlertal
Torten Paradies
Eiskaffee
Pub Opa Boteco
Sabores do Sul
Nugali
Decanter
Kuchenhaus

Horários:

Boxes de gastronomia: de segunda a sexta-feira das 18h às 23h

Sábados das 18h às 24h

Domingo das 10h às 15h

Horários do Espaço Pub do Opa Boteco: de segunda a quarta-feira das 18h à 1h

De quinta a sábado das 18h às 2h30min

Apresentações folclóricas: de segunda a sábado das 20h às 20h30min

Domingos das 13h às 13h30min

Apresentações musicais diárias: De segunda a sábado a partir das 19h

Domingos a partir das 11h

FONTE: http://wp.clicrbs.com.br/cozinhasentimental/2015/06/25/vem-ai-festival-gastronomico-de-pomerode/?topo=52%2c2%2c18%2c%2c159%2ce159

Revista Superinteressante publica Dossiê do Vinho

Desmistificar o vinho, tornando-o uma bebida mais próxima do consumidor, é o objetivo da mais recente edição do dossiê Superinteressante, nas bancas em junho. Em 64 páginas, a publicação da Editora Abril apresenta um panorama completo da bebida, mostrando em detalhes o processo de elaboração, as principais variedades de uvas, os diferentes terroirs, além de dicas de degustação e armazenamento. Há ainda uma seção de Perguntas e Respostas e um capítulo exclusivo sobre o Brasil, no qual são apresentadas as regiões produtoras e as uvas características de cada uma delas. Ao final, a revista indica 52 rótulos de diversos países, sendo diversos deles do Brasil.

FONTE: http://www.ibravin.org.br/noticias/265-revista-superinteressante-publica-dossie-do-vinho

Vinho tinto reduz chance de câncer de mama

Estudo mostrou que mulheres que consumiram 250 ml de rótulos Cabernet Sauvignon por mês reduzem concentração de hormônio causador da doença

Mais uma descoberta que deve ser comemorada pelos apreciadores de vinho foi publicada pelo jornal Journal of Women´s Health, nos Estados Unidos. Segundo estudo feito pelo Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, mulheres que consomem cerca de 250 ml de vinho tinto por mês possuem menos chances de contrair câncer de mama. A pesquisa analisou por um tempo mulheres adeptas de Cabernet de Sauvignon (tinto) e Chardonnay (branco), e concluiu que as que consumiam vinho tinto apresentavam redução na concentração do hormônio estrogênio, principal causador da doença. Paralelamente à redução do estrogênio, os pesquisadores acreditam que resveratrol presente no vinho tinto ajuda a diminuir o crescimento das células do câncer de mama.

Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/vinho-tinto-reduz-chance-de-cancer-de-mama_10301.html#ixzz3eBnV4AJ7

Brasil lidera Índice Veuve Clicquot!

Nos últimos dias foi publicado no site do aplicativo de vinhos  Vivino, uma pesquisa comparando o preço pago por uma garrafa de Veuve Clicquot em diferentes países.

Como era de esperar, o Brasil destaca-se pelo elevado preço de uma garrafa.

Na figura abaixo, o menor preço pago por uma garrafa de Veuve Clicquot é na Itália, enquanto o Brasil é o país onde uma garrafa de Veuve Clicquot apresenta o valor mais elevado.

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Na Figura abaixo, é possível ver quantas garrafas de Veuve Clicquot é possível comprar com 500 dólares. Enquanto na Itália é possível comprar até 13 garrafas, no Brasil, com o mesmo valor é possível comprar apenas 6 garrafas.

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Para colocar o número em perspectiva, o app calculou o custo das garrafas em 14 cidades considerando o salário médio de 15 profissões diferentes, definido por um relatório da CIO Wealth Management.

O resultado: Rio de Janeiro ficou no segundo lugar. Com salário médio de US$ 6,90 por hora, são necessárias 11,59 horas de trabalho para comprar a garrafa. O primeiro lugar é da Cidade do México (12,51 horas necessárias com salário médio de US$ 3,80/hora) e o último é de Zurique, na Suíça (1,41 horas necessárias com salário médio de US$ 33,40/hora).

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Beber vinho deixa sua vida mais feliz

Uma pesquisa, com pessoal entre 55 e 80 anos, mostrou um resultado parecido: beber vinho todo dia deixa você mais longe da depressão. Ou seja, deixa você mais feliz.

O estudo incluiu 5,5 mil homens e mulheres. Durante sete anos, pesquisadores espanhóis acompanharam a vida dos participantes para saber se haviam sido diagnosticados com depressãoe qual era o consumo diário de bebidas alcoólicas. Entre todos os voluntários, apenas 443 entraram numa tristeza profunda. E o que os cientistas perceberam é que quem bebia de 2 a 7 copos de vinho, por semana, era o grupo com menos deprimidos. Em geral, correm 32% riscos de entrar em depressão, em comparação com quem não bebe nada.

Eles não sabem dizer ao certo qual é o papel do vinho na felicidade. Mas suspeitam que alguns componentes da uva protegem o cérebro  contra processos inflamatórios envolvidos na depressão.

Beber muito faz mal, é verdade. Mas se permitir essas pequenas alegrias, com alguma moderação, só traz benefícios.

FONTE: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/beber-vinho-deixa-sua-vida-mais-feliz/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super

Casais que bebem juntos são mais felizes

Uma pesquisa da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, mostrou que casais que bebem juntos até uma garrafa de vinho por semana, normalmente, são mais felizes do que aqueles que não têm esse costume. O trabalho foi realizado com 1.500 casais, que responderam perguntas sobre quantidade consumida de álcool e felicidade no casamento. Os homens que bebem mostraram três vezes mais satisfação com o relacionamento e as mulheres, até quatro vezes mais.

As estatísticas indicaram que 91% dos casais que bebem moderadamente são felizes juntos, contra 69% dos abstêmios. No entanto, para os casais em que somente um dos dois costuma beber, o índice daqueles que se declararam felizes caiu para 46%.

Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/casais-que-bebem-juntos-sao-mais-felizes_10273.html#ixzz3djHKb1op

Embratur vai promover vinhos catarinenses

O Instituto Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) vai selecionar vinhos de Santa Catarina para os eventos que promover tanto no Brasil quanto em outros países. A ideia é fortalecer o enoturismo e a força dos vinhos catarinenses no mercado, conforme solicitou o secretário de Turismo Cultura e Esporte de Santa Catarina, Filipe Mello, ao presidente do Instituto, Vinicius Lummertz. “Esperamos que metade de todo vinho comprado pelo governo federal seja catarinense”, diz Filipe Mello. “Queremos que a Embratur adquira e divulgue os vinhos catarinenses, a exemplo do que já faz com os vinhos da Serra Gaúcha”.

Um dos mais interessados na parceria é o prefeito da cidade de Urussanga, Johnny Felippe, que requisitou a inclusão de vinhos espumantes produzidos com a uva goethe. Ele está em contato com produtores de vinho da cidade para que possam encaminhar as amostras de seus produtos para o Instituto Embratur.

Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/embratur-vai-promover-vinhos-catarinenses_10283.html#ixzz3ddPdOkWd

Um brinde ao Vale dos Vinhedos: roteiro pelos melhores produtores de espumante da Serra Gaúcha

BENTO GONÇALVES – Ninguém nega: os vinhos do Brasil são os espumantes, caracterizados pela alegria e autenticidade dos brasileiros. Nos arredores do Vale dos Vinhedos, quatro vinícolas, de médio e grande porte, oferecem experiências que imprimem a autenticidade do produto.

A caminho de Faria Lemos, a Dal Pizzol é um tipo de parque temático habitado por espécies de plantas e animais. Na entrada, o Museu da Cultura do Vinho ocupa uma sala climatizada onde os proprietários guardam verdadeiras relíquias da vitivinicultura, como a garrafa da primeira safra da casa (1978), saca-rolhas de 1930, funil de 1910, ebuliômetro de 1920, ânforas e moinhos de 1880. Até o vinho comemorativo da Revolução Francesa está guardado numa prateleira.

Autor do livro “A história do vinho gaúcho”, Ronaldo Dal Pizzol é o anfitrião que, ao lado do irmão Antônio e do enólogo Dirceu Scottá, recebe o turista, empunhando uma taça de espumante Dal Pizzol Brut Charmat. A produção é tímida, 300 garrafas por ano. Mas só a produção. Do lado de fora, numa área de 80 mil metros quadrados, o projeto inédito no Brasil, Vinhedo do Mundo, reúne mais de 500 variedades de uvas de todo o planeta.

Os vinhedos estão dispostos em espaldeiras (sempre de norte a sul, para a exposição plena das uvas ao sol). No almoço, servido no Ristorante Enoteca Dal Pizzol, o bom e velho churrasco gaúcho é preparado pelas mãos do chef Avelino Enderle. Acompanha batata inglesa, coberta por pasta de queijo parmesão e cheddar com orégano, penne a la pena ou spaghetti ao funghi. Em seguida, filé grelhado ao molho de vinho tinto ou pesto. A sobremesa, de comer rezando, é uma mousse de uva. Tudo isso sai por R$ 130.

A 30 minutos dali, em Pinto Bandeira, a Cave Geisse oferece um dos melhores espumantes do Brasil, o Geisse Brut (método tradicional). A espuma que explode dá lugar a um creme borbulhante. O enólogo e um dos filhos do proprietário, Daniel Geisse, conta a história da vinícola, de 1975, e mostra as cavas (cavernas onde acontece a formação lenta de gás, de quatro a seis meses).

500 VARIEDADES DE UVA

Daniel informa que a região, de origem vulcânica, solo repleto de basalto que cria bolsões de água, favorável à produção de uvas com baixo teor de açúcar e alta acidez, está prestes a obter a Denominação de Origem, como o Vale dos Vinhedos. Lá também é possível degustar o vinho base, fruto da primeira fermentação, que, no futuro, será um espumante.

A Geisse usa leveduras indígenas, ou seja, naquele vinhedo não tem fungicidas. Um microterroir para espumantes de alto nível, o que agradou gente graúda do setor, como o sommelier do D.O.M., João Pichetti. Há três anos, acrescentou à carta do restaurante de Alex Atala o Cave Geisse Brut (2012) e o Geisse Extra Brut (2011), este último, com edição limitada.

O giro pelas videiras é uma aventura à parte. O visitante vai de 4×4 até uma cachoeira, onde é servido outro Geisse Brut. Prepare-se para sacudir, o caminho é pedregoso. Na volta, parada no mirante para apreciar a vista dos 88 hectares, de onde sai a matéria-prima para a produção das 230 mil garrafas por ano. Dura até 1h30m e sai a R$ 70.

Um galpão com garrafas fermentando é o início da odisseia de sucesso da maioria das pessoas ligadas à vitivinicultura na Serra Gaúcha. Distante 15 minutos de Bento Gonçalves, na cidade de Garibaldi, um novo complexo turístico, inaugurado em dezembro, exibe 45 pipas desativadas, lamparinas em garrafões e muitos rótulos, fruto da cooperativa que contempla 370 famílias produtoras de vinhos de mesa, finos e sucos de uva. No setor de degustação, a visitação com provas é gratuita.

A Salton é a maior e mais impressionante vinícola da Serra Gaúcha, localizada no Vale Rio das Antas. A sommelier Mônica Coletti, eleita a melhor de Bento Gonçalves em 2014, guia a visitação, com lamparina, pelas cavas da fábrica, a 8m de profundidade. O local é escuro e climatizado naturalmente. O trajeto tem anjos iluminados nas paredes e som ambiente, herança da cultura celta adotada pelos fundadores da vinícola, desde a sua fundação em 1910. O que mais chama a atenção é a beleza da Cave da Evolução, onde prateleiras de vidro guardam preciosidades, como as garrafas do vinho tinto seco Talento servido aos papas Bento XVI (safra 2004) e Francisco (safra 2007), durante suas respectivas visitas ao país.

Os números impressionam: oito milhões de espumantes por ano, 45% da produção no país. A Salton permeou sua vinícola não só com cifras e safras fartas, mas com a história que torna este programa marcante. Nas passarelas sobre a fábrica, é possível conhecer todas as etapas da elaboração de um vinho: da chegada da matéria-prima ao engarrafamento.

BLENDS, SAFRAS E TANINOS ENTRE OS CEM MELHORES

Na Serra Gaúcha, a receita para o que ainda resta do verão é se encher de brancos, espumantes e rosés. Com o dólar em alta, não favorável à importação, os vinhos nacionais têm sua chance de ouro. A Copa do Mundo despertou o interesse dos outros países pelo produto brasileiro. No Sul, encontramos rótulos de pequenos e grandes produtores que engordam as estatísticas. O Brasil está na 15ª posição em termos de produção, segundo a Organização Internacional do Vinho (OIV), e no 37º lugar, em consumo.

Na Garibaldi, o enólogo Maiquel Vignatti sugere uma sequência iniciada com o frisante (gaseificado) Relax: um demi sec leve, refrescante, com as uvas brancas trebbiano, riesling e moscato. “Uma das grandes apostas da vitivinicultura brasileira”, segundo o enólogo. O vinho branco Giuseppe Garibaldi (chardonnay pelo método charmat) prepara as papilas para o brut Pedrucci, método tradicional — no balde de gelo por 30 minutos, vai tinindo.

O tinto Chalet tem variedades de cabernet sauvignon e merlot, com leve passagem pela barrica de carvalho: cor rubi transparente, uma marca da Garibaldi. Já o Don Laurindo é da uva francesa tannat, cultivada dentro do Vale dos Vinhedos, e apresenta aroma de vinho europeu, varietal com passagem por carvalho. O Acordes foi grata surpresa: chardonnay safra 2012, vem de Monte Belo do Sul, a região mais alta do Vale. A uva amadurece antes das outras, são perfeitas para espumantes. Observação imprescindível: o espumante Moscatel da Garibaldi ficou entre os cem melhores do mundo em 2014, segundo a Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores (WAWWJ).

A Dal Pizzol ainda esbanja talento na hora de oferecer variedades, e a sommelier e jornalista Silvia M. Rosa, do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), lista rótulos da microrregião de Flores da Cunha. Um incrível e incorpado gewürztraminer (branco, alemão) abre os trabalhos para um Casa Venturini, chardonnay com passagem significativa em madeira, de boa mineralidade. Não economize nos goles: só é possível associar aroma e sabor se o primeiro for generoso.

O Aracuri é um pinot noir de Campos de Cima da Serra, saindo da Serra Gaúcha para Santa Catarina, região mais alta, favorável a esta uva, que não resiste ao calor, como ocorre na Borgonha, França. A Dal Pizzol tem seu próprio pinot noir, que acabou de nascer. O Perini reúne variedades como ancellota, tannat, merlot e cabernet sauvignon, de cor mais densa por conta do repouso em carvalho por seis anos. Um “vinhão” com história para contar, ideal para a língua sentir os taninos. Atenção, vinho é taninoso, não tânico. Por fim, um rosé brut de Caxias do Sul, método charmat: o Quinta Don Bonifácio.

Na Salton, inicie com o espumante da linha Gerações, que foi produzido para o aniversário de 100 anos da casa, em 2010. São quatro anos de autólise e apenas 13 mil garrafas. Siga com o Séptimo (sete mil garrafas), que leva sete tipos de uvas: tannat, ancellota, merlot, cabernet franc e cabernet sauvignon, marselan e teroldego.

Outro espumante é o Reserva Ouro, um charmat longo, 12 meses em contato com a levedura. O Talento (aquele servido aos papas) tem variedades de tannat, cabernet sauvignon e merlot. Encerre com o Brandy, destilado de uvas finas aromáticas, coloração amarela e aroma de ameixa, uvas, passas, nozes, avelãs, amêndoas e chocolate.

Garrafa de brut e extra-brut da vinícola Geisse, na Serra Gaúcha

SERVIÇO:

ONDE FICAR:

Hotel Laghetto Viverone: Diárias a partir de R$ 181. Rua das Flores 301, Bento Gonçalves.

Dall’Onder Hotéis: Diárias a partir de R$ 233. Rua Herny Hugo Dreher 197, Planalto, Bento Gonçalves.

ONDE COMER:

Cristofoli: Estrada RS 431 km 6, Faria Lemos. R$ 75 (refeição e vinho).

Dal Pizzol: RS 431 km 5, Faria Lemos. R$ 130.

PASSEIOS:

Que tal de bike? (Caminhos de Pedra): roteiro de 3h, 10km. R$ 185 a R$ 270. dallonder.com.br

Cave Geisse: Tour de 4×4 com espumante. R$ 70. dgeisse@vinicolageisse.com.br

Salton: Visitação com degustação pela Cave Evolução (2h). R$ 50. turismo@salton.com.br

FONTE: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/viagem-e-turismo/um-brinde-ao-vale-dos-vinhedos-roteiro-pelos-melhores-produtores-de-espumante-da-serra-gaucha-15502110.html

Villaggio Grando lança novos rótulos!

A ideia é apresentar a fauna local, retratada na apresentação dos produtos. O tinto Merlot, safra 2010, faz referência a um javali, o branco Chardonnay tem um peixe black bass,e o Cabernet um faisão.

 A maior curiosidade é que os animais desenhados nos rótulos, são destaque na região do Meio Oeste Catarinense, onde está localizada a vinícola, mas não são nativos. O novo Cabernet Sauvignon com Syrah, tem desenho do vinhedo da vinícola. Este é um lote limitado produzido no Chile e trazido em conjunto com a VG para venda exclusiva no Brasil.

O espumante Rosé Brut, também ganha nova roupagem, com rótulo preto e rosa.

Os vinhos tintos são das safras de 2010 e 2012. “A ideia é lançar no mercado vinhos mais evoluídos, já que a região permite longa guarda”, afirma Guilherme Grando, diretor comercial da vinícola.

Os brancos são da safra de 2014 e os espumantes de 2015. Eles já estão disponíveis no mercado para a venda. O lote de Cabernet Sauvignon Syrah é limitado, com apenas cinco mil garrafas com venda exclusiva somente na vínicola. Ele foi produzido no Valle Del Maule no Chile, assim como o Malbec que vem sendo produzido e cultivado em Mendoza.

Já os brancos, Chardonnay 100% e Sauvignon Blanc também 100%, tem safras excepcionais. “ O espumante Brut Rosé, escolhido como melhor espumante do Brasil, na Expovinis de 2013, também está com qualidade na safra acima da média”, finaliza Grando.

Sobre a Villaggio Grando

 A vinícola está localizado na região de Herciliópolis, Município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina em um planalto de características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de vinhedos que resultam em uvas de características únicas.

 O local para a plantação das vinhas foram escolhidos a partir de inúmeras pesquisas que englobam:  ventos, localização, solo, altitude, umidade e, principalmente, adaptação e qualidade da planta e da uva. Com o inverno rigoroso e o clima bem definido para cada estação, é possível uma maturação lenta dos cachos proporcionando colheitas mais tardias, finalizando-as apenas no mês de Maio, para todos os vinhos, com exceção do nosso colheita tardia, colhido em junho após as primeiras geadas o que resulta em vinhos bem estruturados e de vida longa, incluindo os brancos, que podem passar de 6 anos de garrafa, além da produção de álcool natural, fato que ocorre apenas em regiões propícias ao cultivo como esta.

No mais rigoroso inverno brasileiro, as geadas são frequentes e é comum a temperatura atingir -10ºC. Durante o verão a temperatura chega a variar de 30º à tarde para 12º à noite. A amplitude térmica é própria dos locais de clima temperado absoluto.

 A vinícola hoje conta com produção de vinhos em SC, no Brasil, Chile e Mendoza, na Argentina e tem o maior maior vinhedo de vitis-viníferas do Estado.

  Desde de que foi fundada, a VG recebeu várias premiações, as mais importantes são essas: TOP TEN CHARDONNAY, TOP TEN ESPUMANTES NACIONAIS, OURO EM BRUXELAS, PRATA NA MIAMI WINE FAIR, MELHOR MALBEC ARGENTINO EM CÓRDOBA, MELHOR MALBEC ARGENTINO EM SAN JUAN.

Também foi a única representante do Brasil em evento organizado pela ONU em Nova Iorque, em abril deste ano, para angariar fundos destinados à construção do encontro  “Cité des civilizações du vin”, em Bordeaux na França.

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FONTE: http://www.diariocacadorense.com.br/geral/13166-villaggio-grando-lanca-novos-rotulos-um-deles-produzido-no-chile

Livro ‘Vinho é Saúde’ é escolhido o melhor do mundo na categoria Bebidas e Saúde no Gourmand Awards

O livro “Vinho é Saúde – 50 respostas para entender por que a bebida de Baco pode fazer bem”, do médico cardiologista Jairo Monson de Souza Filho, foi eleito pelo Gourmand Awards o melhor do mundo na categoria Drinks & Health. Equivalente a um Oscar da gastronomia, a premiação ocorreu nesta semana em Yantai, na China, onde o autor foi representado pela filha, Bruna.

Dividida em cinco capítulos temáticos, a obra reúne respostas para dúvidas frequentes a respeito do vinho, desde sua relação com a saúde ao longo da história até questões específicas como, por exemplo, o consumo por diabéticos e gestantes. No último capítulo, o autor trata de “verdades” sobre a bebida que foram desmistificadas pela ciência.

Os textos foram organizados por Régis Gehlen Oliveira, editor do jornal Vinho & Cia, do qual Monson é colunista. “É uma honra ter esse reconhecimento internacional em uma premiação reconhecida como o Gourmand Awards”, comemora o médico.

“Vinho é Saúde” contou com o apoio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que vem incentivando diversas pesquisas e publicações sobre os benefícios do vinho e do suco de uva para a saúde. “O objetivo é disseminar e reforçar os estudos realizados pelo doutor Jairo Monson, a quem parabenizamos”, salienta o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini.

O livro
“Vinho é Saúde – 50 respostas para entender por que a bebida de Baco pode fazer bem”
Jairo Monson de Souza Filho
Editora Vinho & Cia
150 páginas
R$ 70
A obra pode ser adquirida em varejos de algumas vinícolas da Serra gaúcha. Também pode ser solicitada pelo e-mail edicao@jornalvinhoecia.com.br ou pelos telefones (11) 4192.2120 ou 4192.2087.

O autor
Formado pela Faculdade de Medicina de Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em 1981, Jairo Monson de Souza Filho é especialista em Clínica Médica com atuação em Cardiologia. Há mais de 20 anos decidiu conciliar duas paixões: o vinho e a medicina. Desde então, dedica de 10 a 20 horas semanais ao tema “vinho e saúde”. É autor de capítulos sobre esse assunto em alguns livros e de vários artigos para revistas e jornais científicos e leigos no Brasil e exterior. Editor do livro “Vinho e saúde – vinho como alimento natural”. Autor do volume sobre “vinho e saúde” da coleção “vinhos do mundo” editado pelas revistas Veja/Adega. Colunista das revistas Vinho & Cia e Vinho Magazine. Colaborador de vários outros periódicos. Foi o presidente do I Simpósio Internacional de Vinho e Saúde em 2005 e do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul em 2010. Indicado pelo governo como representante do Brasil nos Comitês de Consumo, Nutrição e Saúde e Segurança Alimentar da OIV. Homenageado no Concurso de Vinhos de Flores da Cunha em 2006. Troféu Vitisamigo do vinho brasileiro em 2010. Comenda Amigo do Vinho em 2012. Jurado em concursos internacionais de vinhos.

FONTE: http://www.ibravin.org.br/noticias/262-livro-vinho-e-saude-e-escolhido-o-melhor-do-mundo-na-categoria-bebidas-e-saude-no-gourmand-awards