Expovinis: 05 Vinhos Brancos Catarinenses que Merecem Destaque!

A Expovinis, a maior feira de vinhos da América Latina é uma das maiores e melhores vitrines para as empresas apresentarem seus vinhos.

Abaixo segue uma lista com 05 vinhos Brancos elaboradores por Vinícolas de Santa Catarina presentes na Expovinis 2015 e  que merecem destaque pela sua qualidade.

01) Vigneto Sauvingon Blanc 2014 (Vinícola Pericó – São Joaquim) – Eleito pelo segundo ano consecutivo Top Ten na categoria Vinho Branco Nacional.

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02) Suzin Sauvignon Blanc 2014 (Vinícola Suzin – São Joaquim) – Lançamento da empresa durante a Expovinis, um Sauvignon Blanc acima da média.

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03) Sauvingon Blanc Lounge 2013 (Vinícola D’Alture – São Joaquim) – Leve, Aromático, Refrescante e com uma acidez adequada. Um ótimo Sauvignon Blanc elaborada em São Joaquim.

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04) Chardonnay Lounge 2013 (Vinícola D’Alture – São Joaquim) – Os vinhos Brancos elaborados na Altitude Catarinense vem ganhando destaque e comprovam o potencial da região para a elaboração desses vinhos. Exemplo disso é esse Chardonnay.

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05) VF Chardonnay Lote III (Vinícola Villa Francioni – São Joaquim) – Mais novo lançamento da Villa Francioni não deixa a desejar. Elaborada com as safras 2013/2014, o VF Chardonnay Lote III mantém a qualidade dos vinhos elaborados pela empresa.

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Cave Geisse no guia 1001 Vinhos para Beber Antes de Morrer

O espumante Cave Geisse indicado no livro 1101 Vinhos para Beber Antes de Morrer 2015 como único representante brasileiro na categoria. O livro de Neil Becktt, junto com uma equipe de 44 especialistas, reúne 1001 resenhas sobre os mais notáveis vinhos produzidos em todas as regiões do mundo, explicando o porque de serem tão especiais, com referência de preço e sugestão da época ideal para consumi-los. Mais um significativo reconhecimento da notoriedade de Cave Geisse no mundo.

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FONTE: http://www.bonvivant.com.br/noticias/cave-geisse-no-guia-1001-vinhos-para-beber-antes-de-morrer/

Espaço Vinhos do Brasil é palco para bons contatos na Expovinis 2015

Estande coletivo organizado pelo Ibravin recebeu ótimo público especializado e mais focado em negócios nos três dias da feira

A qualidade crescente dos vinhos, espumantes e sucos de uva brasileiros atraiu milhares de visitantes ao estande coletivo Vinhos do Brasil na 19ª Expovinis – Salão Internacional do Vinho, realizada de 22 a 24 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. Nesta edição, o público pôde apreciar lançamentos e produtos já conhecidos dos portfólios de 19 vinícolas das regiões gaúchas da Serra, Campanha e Serra do Sudeste, além do Planalto Catarinense, Região Metropolitana do Paraná e Vale do São Francisco.

O vice-presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, o enólogo Dirceu Scottá, considerou a Expovinis 2015 uma das melhores dos últimos anos. “A edição deste ano se mostrou muitíssimo interessante pela participação do pessoal do trade. Tivemos um público bastante qualificado e interessado, além de um ótimo relacionamento com a imprensa e sommeliers”, avalia.

A opinião de Scottá é compartilhada pelo gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, que também percebeu maior participação de compradores de restaurantes e de redes de supermercados, além de profissionais da área. “A presença deste público mais focado aumenta a probabilidade de fechamento de negócios”, reforça.

Assim como nos anos anteriores, o espumante brasileiro, que tem se consolidado como um dos produtos com maior destaque em vendas pela competitividade e qualidade, chamou a atenção de quem passou pelo estande. “Além deste destaque para os espumantes, observamos um público muito interessado nos novos produtos e em estabelecer contatos para negócios futuros”, comemora a enóloga Paula Guerra Schenato.

O diretor comercial Tauê Hamm também salienta o interesse pelos produtos verde-amarelos como um dos pontos positivos da feira. “Fizemos excelentes contatos, que devem resultar em negócios já nos próximos meses”, prevê.

Representante de uma empresa localizada no Vale do São Francisco, Sônia Martins destaca ainda a presença expressiva de consumidores finais. “É importante o contato com diferentes públicos, inclusive do consumidor final, que vem para conhecer novos produtos para depois pedir nas lojas, restaurantes e supermercados ”, acredita Sônia.

Além dos balcões sempre muito disputados durante os três dias, o estande sediou o lançamento do Anuário Vinhos do Brasil 2015, editado pela Baco Multimídia, e do aplicativo Vinum+, do site As Boas Coisas da Vida.

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Vinhos brasileiros no Top Ten
Três vinhos brasileiros foram destacados no Top Ten 2015 Expovinis Brasil, premiação feita por um júri especializado convidado pelos organizadores com rótulos expostos na feira. O Valmarino Cabernet Franc 2012, da vinícola Valmarino, de Pinto Bandeira (RS), foi escolhido o melhor tinto nacional. Entre os brancos nacionais, o vencedor foi o Pericó Vigneto Sauvignon Blanc 2014, da vinícola catarinense Pericó. O Brut Chardonnay 2013 da Aracuri, vinícola localizada em Muitos Capões (RS), ganhou a distinção de melhor espumante nacional.

FONTE: http://www.ibravin.org.br/noticias/249-espaco-vinhos-do-brasil-e-palco-para-bons-contatos-na-expovinis-2015

Vinhos Brasileiros de Qualidade!

Salton NV Gerações José Bepi Salton: This sparkling wine made from 50% each of Chardonnay and Pinot Noir spends four years on lees. It’s bready and lightly briny up front, with vanilla and yeasty notes along with dry citrus flavors. Imported by A&M Imports.

Cave Geisse 2009 Terroir Nature: A razor-crisp blend of 50% each of Chardonnay and Pinot Noir from the hilly Pinto Bandeira subzone in Serra Gaúcha. Dry as a bone, this no-dosage sparkler scours the palate with lime and green-apple flavors along with cutting acidity. Imported by Vine Connections.

Casa Valduga NV Brut 130This traditionally fermented sparkler is 70% Chardonnay and 30% Pinot Noir. After spending three years on lees, it’s classic in terms of its bready aromas and white-fruit flavors. Among Brazil’s go-to sparkling wines. Imported by Elixir Wine Group.

Perini 2009 Qu4tro: Based on Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat and Ancelotta, this juicy blend is a savory wine with plenty of spice and verve. It’s barely above 12% in alcohol, but it delivers balance and depth. Imported by Shaw-Ross International Importers.

Lidio Carraro 2011 Agnus Merlot: Hailing from the Encruzilhada do Sul subzone in Serra Gaúcha, this spicy, juicy Merlot is fresh in style, with leafy tomato accents and a leathery quality. Imported by Winebow.

Pizzato 2011 DNA99 Merlot: One of the best red wines from the Vale dos Vinhedos. Expect smoky richness on the nose and palate along with ripe flavors of oak-infused berry and plum. Imported by Metropolis Wine Merchants.

Miolo 2011 Lote 43: One of Brazil’s top reds, it blends Merlot and Cabernet Sauvignon. Earthy spice aromas and ripe plum, black cherry and cassis flavors finish with notes of chocolate and pepper. Imported by Elixir Wine Group.

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FONTE: http://www.winemag.com/South-America-2014/Brazils-Big-Score/index.php/cparticle/5#.VScK_jyjmBo.twitter

China passa França e torna-se 2º país do mundo em plantação de uva para vinho

A China se converteu em 2014 no segundo maior vinhedo do mundo, com quase 800 mil hectares de área plantada com uvas, atrás da Espanha e na frente da França, segundo a Organização Internacional do Vinho (OIV).

Os vinhedos chineses, que representavam menos de 4% do total mundial em 2000, são hoje em dia cerca de 11%, segundo a OIV.

A França continua sendo o maior produtor de vinho e os Estados Unidos, os principais consumidores.

FONTE: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2015/04/27/china-se-converte-no-segundo-maior-vinhedo-do-mundo.htm

Expovinis: Vencedores Wine Blog Hunter

Wine Blog Hunter é uma das atividades realizadas no ExpoVinis Brasil, principal evento de vinhos da América Latina. O concurso é realizado em conjunto com o especialista Cesar Adames e consiste em reunir um grupo de blogueiros de vinhos do Brasil que se inscreveram para eleger o Melhor Tinto, o Melhor Branco da feira e o melhor espumante.

São selecionados rótulos abaixo de R$ 50,00, e os blogueiros realizam uma degustação às cegas para eleger os melhores em cada categoria.

Confira abaixo os vencedores de 2015:

Melhor Espumante: Garibaldi Chardonnay – Vinícola Garibaldi, Brasil, R$ 30,00

Melhor Vinho Branco: Aurora Reserva Chardonnay 2014 – Vinícola Aurora, Brasil, R$ 40,00

Melhor Vinho Tinto: Clos de Torribas Tempranillo Reserva 2008, Espanha, R$ 49,90

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Vinícolas gaúchas correm em busca de Indicação Geográfica

POR IRINEU GUARNIER FILHO, DE PORTO ALEGRE (RS)

Desde que o Marquês de Pombal consagrou o Vale do Douro, em Portugal, como uma região demarcada para a elaboração de vinhos, há mais de 300 anos, a Europa não parou mais de criar denominações de origem para proteger a autenticidade e a qualidade de produtos agroalimentares como vinhos, destilados, queijos, presuntos e outros (Itália e Hungria reivindicam a primazia desta ideia, com as demarcações de Chianti e Tokaj). A experiência francesa, uma das mais conhecidas hoje em dia, remonta ao século 18, quando surgiu a primeira Apelação de Origem: Châteauneuf-du-Pape. Hoje, são mais de 5.200 denominações regionais em toda a União Europeia.

No Brasil, que segue o modelo europeu, o boom das Indicações Geográficas para vinhos começou há pouco mais de dez anos – com o Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha (22/11/2002). Não por acaso, o Rio Grande do Sul é hoje um dos Estados com maior número de Indicações Geográficas (IG) reconhecidas pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). No Vale dos Vinhedos, as terras se valorizaram entre 200% e 500% e o número de visitantes cresceu 168% entre 2001 e 2007. Este ano serão mais de 200 mil visitantes. Um hectare, que há dez anos valia R$ 20 mil na região, hoje pode valer R$ 500 mil.

Além das regiões vinícolas do Vale dos Vinhedos, de Pinto Bandeira, dos Altos Montes e de Monte Belo do Sul, na Serra do Nordeste, que já possuem IGs, o Litoral Norte possui a sua Denominação de Origem (DO) para o arroz, e a Campanha, uma Indicação de Procedência (IP) para a Carne do Pampa.

As IGs concedidas pelo  INPI dividem-se em Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). As DOs são o topo das IGs brasileiras para vinhos e alimentos como carne, arroz, cachaça e café, entre outros produtos – nem sempre agroalimentares. As panelas de barro das paneleiras de Goiabeiras, em Vitória (ES), por exemplo estão em vias de obter uma IG.

O número de IGs gaúchas ainda é pequeno, se comparado ao de demarcações regionais em países da União Européia (Champagne, Cognac, Chianti, Douro,  Roquefort, etc). Mas o interesse crescente pelo assunto mostra que os produtores rurais gaúchos estão cada dia mais conscientes da necessidade de pleitear uma identidade própria para seus produtos. Até mesmo os tradicionais doces de Pelotas, herdeiros da secular doçaria portuguesa, podem vir a ser contemplados como uma IG.

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Campanha Gaúcha (Foto: Irineu Guarnier)

Atualmente, diversas regiões do Estado buscam – ou pensam em buscar – esse tipo de reconhecimento, como forma de agregar valor aos produtos do campo. A Campanha Gaúcha, por exemplo, quer uma IG para seus vinhos, produzidos hoje de Candiota à Itaqui (Fronteira do Brasil com Uruguai e Argentina) por 16 vinícolas. Um projeto, envolvendo mais de 70 pesquisadores e técnicos, com o objetivo de determinar a influência do terroir sobre os vinhos da região, está em curso. Para as entidades envolvidas, uma IG deve qualificar e valorizar mais ainda os vinhos da Campanha – jovem e promissora região vinícola brasileira.

O Sul e o Oeste do Estado têm clima,  solos  e topografia adequados à produção de vinhos. Grandes vinícolas da Serra, como Miolo e Salton, estão migrando para lá, além das que já se estabeleceram na região há mais tempo, como Almadén (hoje pertencente ao Miolo Wine Group) e Santa Colina. A vitivinicultura e o enoturismo estão mudando a paisagem e a economia da Fronteira. Para melhor, certamente. Porque onde há produção de vinho não existe miséria. Um belo projeto enoturístico da Campanha é a vinícola Guatambú Estância do Vinho, da família Pötter, em Dom Pedrito, quase fronteira com o Uruguai. O sucesso do empreendimento inspira outros vitivinicultores da região.

As regiões de Farroupilha e dos Campos de Cima da Serra também trabalham para conquistar suas IGs. Farroupilha, na Serra Gaúcha,  busca uma IP para seus espumantes moscatéis. Estudos da Embrapa, ainda inconclusos, apontam que a uva Moscato Branco pode existir atualmente apenas naquela região. Isso, por si só, já seria uma boa razão para pleitear uma IG. Já a região dos municípios de Vacaria e de Muitos Capões, a cerca de mil metros de altitude, nos Campos de Cima da Serra, que abriga hoje seis vinícolas, também começa a se organizar para pleitear uma IG junto ao INPI.

Uma IG é garantia de qualidade? Não necessariamente. É muito mais um atestado de identidade regional de um produto. Como tal, garante que um vinho, por exemplo, foi elaborado em determinada região geograficamente demarcada, com certas variedades de uvas, e de acordo com algumas regras para a vinificação e o amadurecimento da bebida. Se o vinho será bom ou não, isso é outra história… Até porque “bom” e “ruim” são conceitos bastante relativos.  Essas regras podem ser mais ou menos rigorosas – e podem mudar a qualquer tempo, quando os produtores entenderem que seja necessário e houver consenso.

Na Europa, muitos vitivinicultores se insurgem, algumas vezes, contra o rigor das normas, que podem prejudicar a competitividade de seus produtos em mercados que não seguem regras tão rígidas, como o norte-americano. Caso dos produtores dos chamados “vinhos supertoscanos”, da Itália, que a partir da década de 1970 passaram a incorporar nos blends de seus rótulos uvas de castas francesas, como Cabernet Sauvignon e Merlot, proibidas pelas regras das denominações de origem regionais. Por isso, os produtores brasileiros precisam avaliar com muito cuidado os prós e os contras de aderir incondicionalmente a uma IG – decisão que pode agregar prestígio e valor a seus produtos, mas que também pode engessar a criatividade e limitar a ousadia comercial.

FONTE: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/noticia/2015/03/vinicolas-gauchas-correm-em-busca-de-indicacao-geografica.html