Revista Brasileira de Viticultura e Enologia: 17 trabalhos selecionados para 10ª edição

iticultura e Enologia continuam sendo os temas com o maior número de trabalhos publicados na Revista Brasileira de Viticultura e Enologia, que chega ao número 10. Nesta edição, serão oito artigos sobre Enologia e sete sobre Viticultura, além de um em Enoturismo e um em Gestão, totalizando 17 pesquisas inéditas. A publicação será apresentada durante a Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2018 com a distribuição de exemplares para todos os participantes do evento, que será realizado dia 29 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Em 10 edições, a Revista soma 125 trabalhos.

 Repetindo o sucesso das edições anteriores, a revista está em fase de paginação sob a coordenação do editor, Dr. Luciano Manfrói. “Estamos colocando nas mãos dos profissionais que atuam no setor um potente instrumento de pesquisa e de aprimoramento profissional, preenchendo uma lacuna existente no meio”, garante. A Revista se tornou referência e tem o respeito e a confiança dos profissionais que atuam no setor vitivinícola. Esta credibilidade foi conquistada a cada edição, diante de trabalhos muito bem elaborados e que trazem conteúdos relevantes para a prática diária do enólogo. A publicação também é uma vitrine para pesquisadores ávidos por novas descobertas. Atendendo a demandas de conhecimento, os temas trazem novas visões em torno de assuntos atuais e relevantes para o setor, priorizando o ineditismo.

A frente do projeto está a Associação Brasileira de Enologia (ABE). “Chegamos até aqui, evoluindo a cada edição, assim como o vinho. E o conhecimento e a troca de informações nunca são demais, pelo contrário, contribuem para que nossa atuação seja cada vez melhor”,  destaca o presidente, enólogo Edegar Scortegagna. Os 2 mil exemplares serão distribuídos também para enólogos associados da ABE, espalhados por todo o Brasil. Universidades, escolas e associações de enólogos de outros países, bem como institutos de pesquisa e demais instituições de ensino, também receberão a revista.

 A Revista Brasileira de Viticultura e Enologia, orientada pelo editor-chefe Dr. Alberto Miele, é a única publicação técnica brasileira que alimenta o setor, atraindo novos pesquisadores e áreas estudadas. O PDF das edições anteriores pode ser acessado no site www.enologia.org.br.

 Comissão organizadora

Edegar Scortegagna, Alberto Miele, Luciano Manfroi, André Peres Jr., Carlos Abarzúa, Christian Bernardi, Cláudia Stefenon, Dario Crespi, Juliano Perin, Luciano Vian, Samuel Cervi.

Comitê editorial

Dr. Alberto Miele (Editor-Chefe), Dr. Luciano Manfroi (Editor), Dr. Carlos Eugênio Daudt, Dra. Cláudia A. Stefenon, Dr. Celito Crivellaro Guerra, Dr. Eduardo Giovannini, Dr. Erasmo José Paioli Pires, Dr. Jean Pierre Rosier, Dr. Maurilo Monteiro Terra, Dra. Regina Vanderlinde, Dr. Sérgio Ruffo Roberto e Dr. Vitor Manfroi

Fonte: Conceito com Brasil

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Avaliação Nacional de Vinhos: De olho nas taças

Durante oito dias, as 351 amostras inscritas por 50 vinícolas de seis estados brasileiros (Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) serão degustadas às cegas por 120 enólogos. O trabalho começou hoje e segue até 23 de agosto, no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.

Serão 24 horas de degustação às cegas. Para que todas as amostras sejam degustadas nestes oito dias, exceto sábado e domingo, os enólogos foram divididos em oito grupos com 15 profissionais cada. A cada dois dias, dois grupos de enólogos entram em ação. Para o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – promotora do evento -, enólogo Edegar Scortegagna, esta é a etapa mais criteriosa, que avalia tecnicamente cada amostra. “Todo conhecimento e sensibilidade do enólogo são empregados neste processo que visa avaliar a qualidade e a evolução do vinho brasileiro. Aqui, a bandeira é a dos vinhos brasileiros, independente de marca”, destaca.

A avaliação é individual e registrada em um sistema desenvolvido especialmente para a Avaliação. O resultado somente será anunciado no dia 29 de setembro, no Pavilhão E do Parque de Eventos de Bento Gonçalves, quando cerca de 900 apreciadores conhecerão a relação dos 30% mais representativos em cada uma das cinco categorias. O público poderá, ainda, degustar 16 amostras selecionadas entre os 30%, provando na taça a representatividade da Safra 2018. As inscrições para os apreciadores abrem somente no início de setembro.

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Fonte: Conceito com Brasil

Nota de Degustação: VF Rosé

Um dos melhores vinhos Rosé do país, sem dúvidas, sendo líder de vendas nesse estilo.

Elaborado pela Vinícola Villa Francioni, esse vinho é ícone da empresa, apresentando uma coloração salmão. Límpido. A qualidade aromática desse vinho é sensacional, muito intenso e elegante, predominando as notas de pêssego, morango, cítrico e um nuance de baunilha. Em boca é muito refrescante, elegante, e agradável, com retrogosto predominando as notas frutadas (pêssego, cítrico, morando e framboesa).

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Um vinho muito bem elaborado! Recomendadíssimo!

Dica: De preferências as safras mais novas possíveis!!!!! O vinho estará mais aromático!!

Vendas de vinhos brasileiros ficam estáveis no primeiro semestre de 2018

A venda de vinhos e espumantes brasileiros no mercado interno apresentou um leve recuo de 0,79% nos primeiros seis meses do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o setor produtivo, apesar de os espumantes terem apresentado resultado positivo de 9,75%, com a comercialização de 4,3 milhões de litros, a venda de vinhos tranquilos, que representa o maior volume comercializado, e que totalizou 88,4 milhões de litros, teve uma pequena retração de 0,93%.

Por sua vez, os sucos de uva 100% prontos para consumo recuperaram o ritmo de crescimento, ampliando a venda em 32,7% e somando 60,1 milhões de litros.

Contabilizando os resultados dos demais produtos processados a partir da uva, de janeiro a junho desse ano, o setor atingiu 173,3 milhões de litros, com resultado positivo global de 9,27%.

“Tivemos dois anos com as vendas estabilizadas, devido a uma série de fatores, como a quebra histórica da safra 2016 e a crise econômica brasileira. Tínhamos uma expectativa de melhoria das comercializações, mas isso está ocorrendo de forma bastante gradual. Há alguns nichos com bom desempenho, como os espumantes, em especial os moscatéis, mas estamos cautelosos devido à estagnação da venda de vinhos tranquilos”, explica Oscar Ló, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O dirigente ressalta o excelente desempenho obtido pelo suco de uva, carro-chefe do setor, que retomou aos patamares de comercialização dos anos anteriores. Atualmente, o produto absorve 50% das uvas processadas no Rio Grande do Sul.

O vice-presidente da entidade, o viticultor Marcio Ferrari, acredita que a repercussão da alta qualidade da safra de uva possa auxiliar no incremento das vendas no segundo semestre, já que parte dos rótulos elaborados com a matéria-prima deste ano, como os vinhos tintos jovens e brancos, estão chegando agora aos consumidores.

“As condições climáticas colaboraram para que a safra 2018 tivesse uma qualidade excepcional, sendo considerada uma das melhores da história, e as pessoas estão esperando por esses vinhos e espumantes”, assinala.

Substituição tributária prejudica competitividade

Apesar dos dados de venda de algumas categorias estarem positivos, o conselheiro do Ibravin pela União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta, pondera que o setor está temeroso quanto a rentabilização dos elos produtivos. “Os números expressam as vendas dos volumes para o mercado, mas não está havendo a rentabilização das empresas. Para muitas, essas dados refletem apenas escoamento da produção. Estão vendendo com margens apertadíssimas, quase sem lucro, para não perdermos a venda e também abrir espaço para a safra que virá na sequência”, observa o dirigente.

Argenta explica que a carga de impostos e sistemática de cobrança no Brasil coloca o setor em grande desvantagem frente aos produtos importados. “Temos uma carga tributária fora do comum, além do sistema de Substituição Tributária (ST) que cria uma concorrência desleal em relação aos vinhos que ingressam no país. Estamos trabalhando em todos os níveis, no Estado, mostrando que está havendo perda de arrecadação com a ST, e junto ao Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), para a retirada dessa cobrança antecipada. Assim, teremos uma melhoria na nossa condição de concorrência”, argumenta.

A participação dos rótulos importados no mercado brasileiro também ficou positiva em 5,27% nos primeiros seis meses do ano. De janeiro a junho, ingressaram no país 53 milhões de litros de vinhos e espumantes, representando alta de 5,32%. Já os sucos de uva tiveram recuo de 16%, com a entrada de 100,6 mil litros. Segundo estudo encomendado pelo Ibravin, 30% das importações foram feitas de forma direta pelos supermercados no primeiro semestre.

“A tributação do vinho brasileiro é bastante alta. O vinho importado chega ao país com subsídio. Eles pagam tributos sobre o valor declarado na entrada, que é inferior ao praticado na ponta, na venda ao consumidor, e não precisam adiantar os impostos. Essa sistemática é diferente para os vinhos brasileiros. A indústria paga antecipadamente sobre a projeção do valor final de venda. Precisamos mudar isso antes de perdermos ainda mais espaço. Não queremos vantagem frente ao produto de outros países, mas precisamos que a ST não seja cobrada de forma antecipada do setor vinícola brasileiro, pois isso nos tira a competitividade perante o importado”, explica João Carlos Zanotto, conselheiro do Ibravin pela Associação Gaúcha Vinicultores (Agavi).

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Nota de Degustação: Salton Paradoxo Chardonnay

Esse é meu Chardonnay do dia a dia!

Coloração amarelo palha normal. Límpido. Aroma intenso e elegante, com destaques para as notas de abacaxi e mel. Notas do estágio em barrica ficam evidenciadas no aroma, no entanto em boca há um predominância das notas frutadas (abacaxi e cítrico, e um leve toque de mel). Boa acidez, equilibrada e na medida certa para o vinho. Boa persistência em boca, é um vinho harmônico e pronto para consumo.

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Quer saber mais sobre esse produto?

https://www.salton.com.br/produtos/contemporaneo/salton-paradoxo-chardonnay

Nota de Degustação: Salton Séries Brut Rosé

Elaborado com as variedades: Ugni Blanc, Prosecco e Merlot

Apresenta uma coloração rosada normal. Límpido. Perlage fino e intenso. Aroma agradabilíssimo, muito elegante e intenso predominando as notas de morango, cereja, groselha e framboesa. Em boca é leve, jovial e refrescante, predominando no retrogosto as notas de morango e cítrico.

Apresenta um excelente custo-benefício.

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Setor vinícola brasileiro assume novo posicionamento, com estratégias para a Geração Millennial

Líder no mercado interno com mais de 60% da participação de vinhos e espumantes, o setor vitivinícola brasileiro oficializa neste segundo semestre um novo posicionamento coletivo para ampliar a cultura da bebida no país. Resultado de quase dois anos de estudos, embasado em pesquisas de mercado e de imagem e na revisão de alinhamento das marcas dos projetos Vinhos do Brasil, Wines of Brasil e 100% Suco de Uva do Brasil, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) estruturou ações e campanhas que englobam os Millennials, conhecidos também como Geração Y, nascidos nas décadas de 1980 e 1990. O objetivo é criar uma aproximação com o perfil desse público, desmitificando o processo de escolha e consumo, além de levar uma mensagem mais leve, descontraída e menos burocrática da bebida.

Oscar Ló, presidente do Ibravin, explica que o grande desafio é atrair novos consumidores para categoria, em um país em que a cultura do vinho não é predominante. Por isso, investir em ações específicas para adultos de perfil mais jovem pode ajudar a consolidar o hábito no Brasil e, de forma responsável, ampliar o consumo per capita, que hoje é 2 litros por ano, segundo monitoramento da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

De acordo com estudos encomendados pelo Instituto, dos mais de 207 milhões habitantes do Brasil, 66 milhões beberam vinhos nos últimos seis meses e 32 milhões de pessoas nos últimos 30 dias.

“O consumo se manteve estável, numa base pequena de habitantes. Isso mostra que temos milhares de pessoas que não bebem vinho com frequência. Por isso, precisamos atrair novos consumidores para a categoria. Os Millennials são os atuais e futuros apreciadores de vinhos e podem ser os responsáveis por elevar o consumo da bebida no país. Eles são considerados o futuro da economia”, analisa o presidente.

O gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, elenca que entre as estratégias para atrair este público-alvo estarão eventos de promoção voltados para consumidores finais, ações com influenciadores e formadores de opinião e uma campanha publicitária, intitulada “Seu Vinho, Suas Regras”, que motiva à uma ruptura dos conceitos de degustação formal do vinho, impactando 55 milhões de pessoas só neste mês de agosto.

“Nossas iniciativas estão embasadas no novo posicionamento das marcas coletivas setoriais e em uma série de dados apurados para o Ibravin por empresas com atuação internacional. É um novo conceito, uma nova identidade que só os vinhos brasileiros têm. Estamos apontados para os Millennials, mas direcionando também para as outras gerações que se inspiram no estilo de vida deles”, reforça o executivo.

Ainda segundo Bertolini, a Geração Millennial é responsável por 52% do poder de compra no mercado interno brasileiro: “É um público socialmente ativo, que tem um perfil descontraído, de personalidade forte, seguro de suas escolhas, que faz questão de dar a sua opinião e exige liberdade no estilo de vida”, complementa.

O vídeo da campanha publicitária “Seu Vinho, Suas Regras” pode ser conferido no Facebook e no Instagram dos Vinhos do Brasil ou no canal do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=czW1D2bjByw.
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